Milton Alves Júnior
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Em meio às incertezas fi-nanceiras que assolam o país, na hora em que o consumidor precisa decidir se fecha, ou não, algum negócio, a palavra ‘vencer’ tem sido o talismã de centenas de corretores de seguros que atuam em Sergipe. Frente a frente com a dificuldade de negócio, o profissional sergipano tem buscado se aperfeiçoar no campo de trabalho e utilizado a própria crise mundial como forma de gerar novas oportunidades. Uma prova desse progresso está presente nos números parciais que demonstram o desempenho deste mercado em Sergipe. Até o mês de novembro foram vendidas mais de 150 mil cartas de seguro, ou seja, um crescimento de 12% a mais que a média nacional que atualmente é de 14%.
Entre os anos de 2010 e 2014, quando as dificuldades de desenvolvimento social e econômico já se mostravam presentes no dia a dia do consumidor, o corretor foi o pilar do progresso urbano, o qual fez Sergipe registrar quase 200% de vendas acima da média nacional. O segredo desse avanço representativo está atrelado às inovações de mercado adotadas pela classe trabalhadora. Paralelo ao domínio da boa linguagem de venda e conhecimento do serviço prestado, a garantia de proteção proporcionada pelo seguro tem contribuído para que este ramo apresente dados cada vez mais positivos. Sendo assim, a perspectiva do Sindicato dos Corretores de Seguros de Sergipe para o mês de dezembro é de 8% de evolução nas vendas, o maior índice de crescimento desde 2012.
Apesar de a retrospectiva funcional apresentar destaque para a categoria em Sergipe, as metas destes profissionais para este final de ano e início de 2016 são: ampliar as vendas, garantir a satisfação do consumidor e combater os estorvos que assustam o mercado. Para isso, participar de palestras de caráter ‘coaching treinamento’, junto a especialistas de renome nacional, tem sido a saída para muitos corretores. Sem tempo livre para se deslocar até um auditório ou sala de aula, parte da categoria também opta por ler livros que apresentam alternativas de evolução comercial. Esse é o caso do corretor Allan de Oliveira. Preocupado com as surpresas que 2016 pode apresentar, decidiu se prevenir e investir em novos conhecimentos.
Prestes a concluir a leitura do livro ‘Como Vencer em Tempos de Crise’, do autor Darrel Rigby, Allan de Oliveira destacou a importância da indústria do seguro para o bem estar dos sergipanos e se mostrou disposto a encontrar meios que favoreçam a produtividade deste mercado de serviço. "Se a gente ficar parado no tempo esperando que a crise passe, nós é que vamos passar. Por isso já li o livro ‘Oportunidades Disfarçadas’, de Carlos Domingos, e agora estou concluindo mais um. Nos meus tempos livres a leitura tem sido minha amiga, e é ela quem vai nos ajudar a fortalecer esse serviço de proteção. Busco o agrado dos meus clientes, sem essa satisfação não existe sucesso", disse.


