Samu orienta população sobre uso correto dos serviços de urgência e emergência

 

"Samu 192 Sergipe". É com essa frase que se inicia a assistência prestada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Pelo telefone, o Técnico Auxiliar de Regulação Médica (Tarm) começa o socorro, fazendo algumas perguntas a quem está do outro ladro da linha com o intuito de agilizar o atendimento, registrar dados da ocorrência e o motivo da solicitação.
O processo então segue com o médico regulador, responsável e capacitado para avaliar aquela solicitação. "É este profissional que dará a resposta ao atendimento, que vai desde uma orientação médica por telefone até o envio de uma Unidade de Suporte Básico (USB) ou Avançado (USA), a depender da gravidade daquele caso", esclarece a superintendente do Samu 192 Sergipe, Maria Lúcia Santos.
Mas é bom frisar: o Serviço é destinado a prestar assistência qualificada em casos de urgência e emergência. Ocorrências como acidentes de trânsito com vítimas, problemas cardíacos, intoxicação, crises convulsivas, Acidente Vascular Cerebral (AVC), incidentes com produtos perigosos, ou seja, situações que precisam ser resolvidas de maneira imediata.
"Ele é fundamental no atendimento pré-hospitalar, mas não serve para realizar consulta por telefone. É bom frisar isso", alerta o coordenador do Núcleo de Educação Permanente do Samu, Ronei Barbosa. Em alguns casos, segundo ele, o médico regulador presta, sim, orientações médicas, indicando o que o usuário deve fazer naquela situação de urgência.
"Uma contenção de sangramento, seguida da indicação de qual unidade de saúde procurar para aquele caso; ou a forma de posicionar uma pessoa que está passando mal até que o socorro especializado chegue, são exemplos de situações de urgência e emergência em que o Samu pode atuar com essa orientação médica", informa o coordenador.

"Samu 192 Sergipe". É com essa frase que se inicia a assistência prestada pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Pelo telefone, o Técnico Auxiliar de Regulação Médica (Tarm) começa o socorro, fazendo algumas perguntas a quem está do outro ladro da linha com o intuito de agilizar o atendimento, registrar dados da ocorrência e o motivo da solicitação.

O processo então segue com o médico regulador, responsável e capacitado para avaliar aquela solicitação. "É este profissional que dará a resposta ao atendimento, que vai desde uma orientação médica por telefone até o envio de uma Unidade de Suporte Básico (USB) ou Avançado (USA), a depender da gravidade daquele caso", esclarece a superintendente do Samu 192 Sergipe, Maria Lúcia Santos.

Mas é bom frisar: o Serviço é destinado a prestar assistência qualificada em casos de urgência e emergência. Ocorrências como acidentes de trânsito com vítimas, problemas cardíacos, intoxicação, crises convulsivas, Acidente Vascular Cerebral (AVC), incidentes com produtos perigosos, ou seja, situações que precisam ser resolvidas de maneira imediata.

"Ele é fundamental no atendimento pré-hospitalar, mas não serve para realizar consulta por telefone. É bom frisar isso", alerta o coordenador do Núcleo de Educação Permanente do Samu, Ronei Barbosa. Em alguns casos, segundo ele, o médico regulador presta, sim, orientações médicas, indicando o que o usuário deve fazer naquela situação de urgência.

"Uma contenção de sangramento, seguida da indicação de qual unidade de saúde procurar para aquele caso; ou a forma de posicionar uma pessoa que está passando mal até que o socorro especializado chegue, são exemplos de situações de urgência e emergência em que o Samu pode atuar com essa orientação médica", informa o coordenador.

 

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