Justiça aceita denúncia contra acusados de fraude em concurso

 

A juíza Jumara Porto Pinheiro, da 9ª Vara Criminal de Aracaju, aceitou a denúncia do Ministério Público do Estado (MPSE) contra os irmãos pernambucanos Aylton Hytalo Oliveira Lima, 26 anos, e Hygor Ayslan Oliveira Lima, 28, acusados de tentativa de fraude no concurso da Polícia Militar de Sergipe. Eles foram presos em 1º de julho, dentro de uma sala de provas instaladas no campus de uma universidade, e foram flagrados com telefones celulares que estavam ligados e vibravam. Os dois tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva e são denunciados pelos crimes de fraude em certames de interesse público e associação criminosa.
Em seu despacho, a juíza autorizou a realização da perícia nos aparelhos celulares apreendidos em poder dos denunciados, bem como a análise de seus conteúdos. Esta perícia foi pedida pela Polícia Civil para concluir o inquérito policial instaurado para apurar a tentativa de fraude. Além disso, foi dado prazo de 10 dias para que os réus constituam advogados e apresentem as suas defesas iniciais. De acordo com a magistrada, "extrai-se a existência de indícios suficientes de autoria e materialidade, restando evidenciada a justa causa para deflagração da ação penal".
Hygor e Aylton eram investigados pelas equipes de inteligência das polícias Civil e Militar, tendo já sido processados pelo mesmo crime no estado do Piauí e investigados no Ceará. O esquema envolvia a transmissão de respostas para os candidatos que faziam a prova dentro da sala, em uma espécie de "cola". Um detalhe que despertou a atenção da polícia é que Hygor foi flagrado, logo após a prova, com um aparelho celular escondido dentro de um gesso, que protegia o braço esquerdo de uma suposta fratura. A polícia apura ainda se outras pessoas participaram da fraude.

A juíza Jumara Porto Pinheiro, da 9ª Vara Criminal de Aracaju, aceitou a denúncia do Ministério Público do Estado (MPSE) contra os irmãos pernambucanos Aylton Hytalo Oliveira Lima, 26 anos, e Hygor Ayslan Oliveira Lima, 28, acusados de tentativa de fraude no concurso da Polícia Militar de Sergipe. Eles foram presos em 1º de julho, dentro de uma sala de provas instaladas no campus de uma universidade, e foram flagrados com telefones celulares que estavam ligados e vibravam. Os dois tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva e são denunciados pelos crimes de fraude em certames de interesse público e associação criminosa.
Em seu despacho, a juíza autorizou a realização da perícia nos aparelhos celulares apreendidos em poder dos denunciados, bem como a análise de seus conteúdos. Esta perícia foi pedida pela Polícia Civil para concluir o inquérito policial instaurado para apurar a tentativa de fraude. Além disso, foi dado prazo de 10 dias para que os réus constituam advogados e apresentem as suas defesas iniciais. De acordo com a magistrada, "extrai-se a existência de indícios suficientes de autoria e materialidade, restando evidenciada a justa causa para deflagração da ação penal".
Hygor e Aylton eram investigados pelas equipes de inteligência das polícias Civil e Militar, tendo já sido processados pelo mesmo crime no estado do Piauí e investigados no Ceará. O esquema envolvia a transmissão de respostas para os candidatos que faziam a prova dentro da sala, em uma espécie de "cola". Um detalhe que despertou a atenção da polícia é que Hygor foi flagrado, logo após a prova, com um aparelho celular escondido dentro de um gesso, que protegia o braço esquerdo de uma suposta fratura. A polícia apura ainda se outras pessoas participaram da fraude.

 

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