Manuela D'Ávila cumpre agenda política em sergipe

 

Milton Alves Júnior
Com agenda política re
pleta de atividades, a 
candidata à presidência da república pelo Partido Comunista do Brasil, Manuela D’Ávila, esteve ontem em Aracaju diante da proposta de se reunir com líderes sociais, representantes da imprensa sergipana e promover o fortalecimento da base eleitoreira do PCdoB. Presidenciável mais jovem na corrida pelo Palácio da Alvorada, em Brasília, a comunista garante ter experiência para administrar o país, permanece firme com a pré-candidatura, mas ressalta a necessidade de ampliar o diálogo junto aos partidos de esquerda. Ela não descarta nova aliança com o Partido dos Trabalhadores, e com o PDT, de Ciro Gomes.
Ao lado do prefeito da capital sergipana Edvaldo Nogueira, e do presidente estadual da sigla, Antônio Bittencourt, Manuela destacou o respectivo aumento nas pesquisas apontando intenções de votos dos brasileiros, e que acredita na força popular para reconquistar a administração pública federal. Caso eleita seja no próximo mês de outubro, a comunista com 2% nas últimas pesquisas pretende convocar o Congresso Nacional para um amplo diálogo sobre os direitos trabalhistas, e promover mudanças em curto prazo. Ela lamenta a recorrente falta de emprego em todas as regiões do Brasil.
No contexto local Manuela reconheceu a importância cultural e produtiva de todos os estados do Nordeste e lamentou que a região permaneça sofrendo com a multiplicação em larga escala da falta de emprego. "A falta de emprego acontece em todo o país, mas aqui no Nordeste o índice é maior e a grande maioria ainda por cima é composta por mulheres que não conseguem conquistar o sonho de se empregar. É preciso rever imediatamente essa forma de governar porque se assim continuar vão continuar afogando o Brasil em uma crise empregatícia nunca vista na história", avaliou.
Michel Temer – Se mostrando impaciente com a forma administrativa e política do atual pretendente, Michel Temer (MDB), a presidenciável o classificou com um dos piores gestores públicos da história. Um homem público antipopular que chegou ao topo do executivo federal através de manobras golpistas. "Não tenham duvidas disso; foi golpe! Lamentavelmente as pessoas que foram as ruas iludidas com o discurso de um então vice-presidente que defendia uma ‘ponte para o futuro’, o qual na realidade era para o passado", disse. Apesar das duras críticas, Manuela minimizou a excelente relação entre o líder de Temer no congresso, André Moura (PSC), e o líder do seu partido em Sergipe, Edvaldo Nogueira.
"Quem é gestor público, tem obrigação de se relacionar com todos aqueles que têm obrigação de liberar dinheiro. No dia que o prefeito Edvaldo não buscar dinheiro em Brasília, com o Temer, vão ao Ministério Público e digam que ele está transformando a Prefeitura de Aracaju em sede do nosso partido", alegou.
Jair Bolsonaro – Desafeto político declarado, Manuela lamentou que o Brasil possua como candidato um parlamentar apontada por ela como: ‘covarde’, ‘oportunista’ e ‘proliferador de discursos de ódio’. Sem medir palavras, a candidata disse ter trabalhado por oito anos seguidos ao lado do colega também presidenciável, e destacou a necessidade de a população não permitir que a extrema direita assuma o comando administrativo do país.
 "Conheço bem o Bolsonaro. Infelizmente trata-se de uma pessoa que é covarde e certamente não irá aos debates durante a campanha por não estar preparado. Ele sabe que se for, será desmascarado. Lamentavelmente um candidato que utiliza-se do discurso de ódio, da insatisfação do povo com a violência para conquistar votos. Precisamos mostrar que o povo é muito maior que o ódio dele", avaliou. Ainda de acordo com Manuela: "Quando falam que eu sou o oposto do Bolsonaro, eu penso: sou mesmo porque ele é o ódio e eu sou o amor".
Com Márcio – O vice-presidente nacional do PT e pré-candidato a deputado federal de Lula, Marcio Macedo, esteve na tarde desta segunda-feira, na sede da Prefeitura Municipal de Aracaju, recepcionando a pré-candidata à presidência da República, Manuela d’Ávila, do PCdoB, que está em Aracaju para dialogar com militantes e movimentos sociais e sindicais. Na oportunidade, Marcio conversou também com Manuela sobre o cenário nacional e a aproximação do PT com o PCdoB para as eleições 2018.
 "Manuela é uma grande companheira, fomos colegas na Câmara Federal e ela está como pré-candidata à presidência por um partido irmão do PT, que é o PCdoB. Então, não poderia deixar de recepcioná-la e de dar as boas-vindas ao nosso Estado. Além disso, conversamos sobre alguns pontos do cenário nacional e também a aproximação entre os nossos partidos. O PCdoB, e em especial a Manuela, tem tido uma postura muito correta em relação a prisão política injusta, ilegal e arbitrária do presidente Lula. Ela tem se pronunciado contra a injustiça cometida com Lula e sendo solidária a ele, como também ao momento difícil que passa o PT e a democracia brasileira. Manu tem feito um bem enorme a política do país", frisa.

Com agenda política re pleta de atividades, a  candidata à presidência da república pelo Partido Comunista do Brasil, Manuela D’Ávila, esteve ontem em Aracaju diante da proposta de se reunir com líderes sociais, representantes da imprensa sergipana e promover o fortalecimento da base eleitoreira do PCdoB. Presidenciável mais jovem na corrida pelo Palácio da Alvorada, em Brasília, a comunista garante ter experiência para administrar o país, permanece firme com a pré-candidatura, mas ressalta a necessidade de ampliar o diálogo junto aos partidos de esquerda. Ela não descarta nova aliança com o Partido dos Trabalhadores, e com o PDT, de Ciro Gomes.
Ao lado do prefeito da capital sergipana Edvaldo Nogueira, e do presidente estadual da sigla, Antônio Bittencourt, Manuela destacou o respectivo aumento nas pesquisas apontando intenções de votos dos brasileiros, e que acredita na força popular para reconquistar a administração pública federal. Caso eleita seja no próximo mês de outubro, a comunista com 2% nas últimas pesquisas pretende convocar o Congresso Nacional para um amplo diálogo sobre os direitos trabalhistas, e promover mudanças em curto prazo. Ela lamenta a recorrente falta de emprego em todas as regiões do Brasil.
No contexto local Manuela reconheceu a importância cultural e produtiva de todos os estados do Nordeste e lamentou que a região permaneça sofrendo com a multiplicação em larga escala da falta de emprego. "A falta de emprego acontece em todo o país, mas aqui no Nordeste o índice é maior e a grande maioria ainda por cima é composta por mulheres que não conseguem conquistar o sonho de se empregar. É preciso rever imediatamente essa forma de governar porque se assim continuar vão continuar afogando o Brasil em uma crise empregatícia nunca vista na história", avaliou.

Michel Temer – Se mostrando impaciente com a forma administrativa e política do atual pretendente, Michel Temer (MDB), a presidenciável o classificou com um dos piores gestores públicos da história. Um homem público antipopular que chegou ao topo do executivo federal através de manobras golpistas. "Não tenham duvidas disso; foi golpe! Lamentavelmente as pessoas que foram as ruas iludidas com o discurso de um então vice-presidente que defendia uma ‘ponte para o futuro’, o qual na realidade era para o passado", disse. Apesar das duras críticas, Manuela minimizou a excelente relação entre o líder de Temer no congresso, André Moura (PSC), e o líder do seu partido em Sergipe, Edvaldo Nogueira.
"Quem é gestor público, tem obrigação de se relacionar com todos aqueles que têm obrigação de liberar dinheiro. No dia que o prefeito Edvaldo não buscar dinheiro em Brasília, com o Temer, vão ao Ministério Público e digam que ele está transformando a Prefeitura de Aracaju em sede do nosso partido", alegou.

Jair Bolsonaro – Desafeto político declarado, Manuela lamentou que o Brasil possua como candidato um parlamentar apontada por ela como: ‘covarde’, ‘oportunista’ e ‘proliferador de discursos de ódio’. Sem medir palavras, a candidata disse ter trabalhado por oito anos seguidos ao lado do colega também presidenciável, e destacou a necessidade de a população não permitir que a extrema direita assuma o comando administrativo do país.
 "Conheço bem o Bolsonaro. Infelizmente trata-se de uma pessoa que é covarde e certamente não irá aos debates durante a campanha por não estar preparado. Ele sabe que se for, será desmascarado. Lamentavelmente um candidato que utiliza-se do discurso de ódio, da insatisfação do povo com a violência para conquistar votos. Precisamos mostrar que o povo é muito maior que o ódio dele", avaliou. Ainda de acordo com Manuela: "Quando falam que eu sou o oposto do Bolsonaro, eu penso: sou mesmo porque ele é o ódio e eu sou o amor".

Com Márcio – O vice-presidente nacional do PT e pré-candidato a deputado federal de Lula, Marcio Macedo, esteve na tarde desta segunda-feira, na sede da Prefeitura Municipal de Aracaju, recepcionando a pré-candidata à presidência da República, Manuela d’Ávila, do PCdoB, que está em Aracaju para dialogar com militantes e movimentos sociais e sindicais. Na oportunidade, Marcio conversou também com Manuela sobre o cenário nacional e a aproximação do PT com o PCdoB para as eleições 2018.
 "Manuela é uma grande companheira, fomos colegas na Câmara Federal e ela está como pré-candidata à presidência por um partido irmão do PT, que é o PCdoB. Então, não poderia deixar de recepcioná-la e de dar as boas-vindas ao nosso Estado. Além disso, conversamos sobre alguns pontos do cenário nacional e também a aproximação entre os nossos partidos. O PCdoB, e em especial a Manuela, tem tido uma postura muito correta em relação a prisão política injusta, ilegal e arbitrária do presidente Lula. Ela tem se pronunciado contra a injustiça cometida com Lula e sendo solidária a ele, como também ao momento difícil que passa o PT e a democracia brasileira. Manu tem feito um bem enorme a política do país", frisa.

 

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