Uma das modalidades cujo o Brasil mais se destaca em competições internacionais é a natação. Nas duas últimas edições da Gymnasiade – maior competição escolar do mundo – os atletas brasileiros fizeram a diferença, com números expressivos na piscina. O mesmo se aplica aos recentes mundiais da modalidade, cujo qual o Brasil ficou entre as principais potências "aquáticas" do planeta e no último Sul-americano Escolar, em Arequipa.
Mas essa tendência tende a ficar ainda mais expressiva nos próximos anos. Pelo menos é o que atesta o professor Francisco Braz, vice-presidente da Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), que prevê mais um show dos brasileiros em 2019 nas águas do Rio.
– O que vimos nos torneios internacionais nos últimos anos não foi por acaso. As escolas têm se preparado para que seus alunos possam representar o Brasil lá fora reforçando a tese de que as seletivas nacionais terão um número maior de participantes e, consequentemente, de equilíbrio. Isso é bom pois chegaremos com tudo no Rio de Janeiro no ano que vem – disse o diretor.
Executado pela CBDE, mas promovido pela Federação Internacional do Desporto Escolar (ISF), o Mundial Escolar de Natação deve reunir centenas de atletas escolares de várias nacionalidades que terão a oportunidade de conhecer a cidade que foi palco da última olimpíada.
A escolha do Rio para sediar o próximo Mundial ISF de Natação teve como base três fatores importantes: o prestígio da CBDE diante dos países que compõem o sistema ISF; a estrutura olímpica deixada como legado para a cidade e a mobilidade urbana que será preponderante durante a competição.


