Givaldo Batista
givaldobs@yahoo.com.br
A notícia foi surpresa
para muitos. Até
porque em suas entrevistas e no discurso de posse o presidente Carlson Silva disse que estava assumindo para cumprir o seu mandato integralmente e implantar uma nova filosofia de trabalho no Sergipe, promovendo uma gestão moderna, dinâmica e transparente. Pena que tudo ficou no discurso. Na tarde desta sexta-feira, Carlos Silva entregou a careta renúncia e com ele todos os dirigentes que tomaram posse no final do ano.
Carlson Silva não é mais presidente do Club Sportivo Sergipe. Na tarde desta sexta-feira, Silva e o então vice-presidente Joaquim Macedo oficializaram a renúncia aos seus cargos. O mandato da gestão de ambos estava previsto para se encerrar em dezembro de 2021. Carlson Silva assumiu o Sergipe em outubro de 2018 e ficou no comando do clube por quatro meses e 18 dias.
De acordo com o estatuto do Sergipe, quem assume a vaga da presidência é o atual vice-presidente do Conselho Deliberativo, Reinaldo Moura. O então presidente do Conselho, o ex-governador Albano Franco, solicitou desligamento do clube no último dia 14. E Reinaldo já disse que vai cumprir o estatuto. Assume o comando do Sergipe e neste sábado convocou uma reunião para o João, afim de saber como o clube se encontra.
Na carta de renúncia, Carlson Silva e Joaquim Macedo realizaram prestação de contas com todas as receitas e despesas do clube no período e justificaram suas saídas. No documento, eles afirmam que "em face da comprovação da necessidade das presenças de nossas pessoas na vida cotidiana do Clube, bem como a responsabilização de fatos e eventos que surgem de forma contrária a nossas pretensões e realizações, somos levados a tomar a decisão de reduzir o tempo do nosso mandato com término para dezembro de 2021, renunciando na data de hoje, 22.02.2019".
Essa renúncia mostra que as coisas no Sergipe não andam bem. O time está à deriva e precisa realmente de um comandante. A renúncia do presidente Carlson Silva acontece na sequência de outras saídas significativas dentro dos quadros do Club Sportivo Sergipe. No dia 26 de janeiro, o então vice-presidente de futebol, Lailson Melo, entregou o cargo. No último dia 14, foi a vez do ex-governador Albano Franco pedir desligamento da presidência do Conselho Deliberativo do clube alegando incompatibilidade de agenda. E na última quarta-feira, 21, o técnico Edmilson Silva pediu seu desligamento após cinco derrotas em cinco jogos.
Reinaldo assume – "Não vou deixar o barco à deriva, nem naufragar", foi assim que se expressou o conselheiro Reinado Moura ao dizer que assumirá o comando do Sergipe.
– Para mim, foi uma surpresa. Pela manhã, quando Carlson falou comigo, eu não tinha ideia de que ele renunciaria e ele também não me adiantou nada sobre o assunto. É uma situação complicada. Você constrói uma história, uma vida, faz o seu nome e aí assume um cargo na diretoria porque ama o clube e quer colaborar, ajudar o time do coração. De repente, ficam uns caras, torcedores do próprio clube, te agredindo em rede social e até pessoalmente. É preciso parar com isso! Eu notei que ele estava muito magoado ultimamente com tudo isso – afirmou Reinaldo Moura.
A notícia foi surpresa para muitos. Até porque em suas entrevistas e no discurso de posse o presidente Carlson Silva disse que estava assumindo para cumprir o seu mandato integralmente e implantar uma nova filosofia de trabalho no Sergipe, promovendo uma gestão moderna, dinâmica e transparente. Pena que tudo ficou no discurso. Na tarde desta sexta-feira, Carlos Silva entregou a careta renúncia e com ele todos os dirigentes que tomaram posse no final do ano.
Carlson Silva não é mais presidente do Club Sportivo Sergipe. Na tarde desta sexta-feira, Silva e o então vice-presidente Joaquim Macedo oficializaram a renúncia aos seus cargos. O mandato da gestão de ambos estava previsto para se encerrar em dezembro de 2021. Carlson Silva assumiu o Sergipe em outubro de 2018 e ficou no comando do clube por quatro meses e 18 dias.
De acordo com o estatuto do Sergipe, quem assume a vaga da presidência é o atual vice-presidente do Conselho Deliberativo, Reinaldo Moura. O então presidente do Conselho, o ex-governador Albano Franco, solicitou desligamento do clube no último dia 14. E Reinaldo já disse que vai cumprir o estatuto. Assume o comando do Sergipe e neste sábado convocou uma reunião para o João, afim de saber como o clube se encontra.
Na carta de renúncia, Carlson Silva e Joaquim Macedo realizaram prestação de contas com todas as receitas e despesas do clube no período e justificaram suas saídas. No documento, eles afirmam que "em face da comprovação da necessidade das presenças de nossas pessoas na vida cotidiana do Clube, bem como a responsabilização de fatos e eventos que surgem de forma contrária a nossas pretensões e realizações, somos levados a tomar a decisão de reduzir o tempo do nosso mandato com término para dezembro de 2021, renunciando na data de hoje, 22.02.2019".
Essa renúncia mostra que as coisas no Sergipe não andam bem. O time está à deriva e precisa realmente de um comandante. A renúncia do presidente Carlson Silva acontece na sequência de outras saídas significativas dentro dos quadros do Club Sportivo Sergipe. No dia 26 de janeiro, o então vice-presidente de futebol, Lailson Melo, entregou o cargo. No último dia 14, foi a vez do ex-governador Albano Franco pedir desligamento da presidência do Conselho Deliberativo do clube alegando incompatibilidade de agenda. E na última quarta-feira, 21, o técnico Edmilson Silva pediu seu desligamento após cinco derrotas em cinco jogos.
Reinaldo assume – "Não vou deixar o barco à deriva, nem naufragar", foi assim que se expressou o conselheiro Reinado Moura ao dizer que assumirá o comando do Sergipe.
– Para mim, foi uma surpresa. Pela manhã, quando Carlson falou comigo, eu não tinha ideia de que ele renunciaria e ele também não me adiantou nada sobre o assunto. É uma situação complicada. Você constrói uma história, uma vida, faz o seu nome e aí assume um cargo na diretoria porque ama o clube e quer colaborar, ajudar o time do coração. De repente, ficam uns caras, torcedores do próprio clube, te agredindo em rede social e até pessoalmente. É preciso parar com isso! Eu notei que ele estava muito magoado ultimamente com tudo isso – afirmou Reinaldo Moura.