A prata da casa no FASC

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Já não tenho saúde 
para eventos de mas
sa como o Festival de Artes de São Cristóvão. A coluna quebrada faz exigências, reclama os confortos apropriados para a meia idade. Mesmo assim, acabo contaminado pela expectativa que precede a realização da festa. Culpa dos amigos, dispostos a mudar de mala e cuia para a cidade histórica.
Durante o FASC, São Cristóvão se transforma na capital cultural de Sergipe. Nem mesmo os problemas derivados da enorme afluência de visitantes, a demanda súbita por cerveja e pão, é capaz de azedar a alegria dos mais afoitos. A excelência da programação musical, chamariz da multidão, sempre compensa eventuais transtornos. A atmosfera é de celebração.
Em quatro dias de festa, fica difícil acompanhar tudo o que mais interessa sem um roteiro definido. Razão pela qual o Jornal do Dia se atreveu a passar um pente fino na programação, a fim de separar o joio e o trigo. Mais uma vez, a prata da casa faz bonito e brilha mais do que o ouro de tolo usualmente bancado pelos grandes eventos no calendário festivo da terrinha.

Já não tenho saúde  para eventos de mas sa como o Festival de Artes de São Cristóvão. A coluna quebrada faz exigências, reclama os confortos apropriados para a meia idade. Mesmo assim, acabo contaminado pela expectativa que precede a realização da festa. Culpa dos amigos, dispostos a mudar de mala e cuia para a cidade histórica.
Durante o FASC, São Cristóvão se transforma na capital cultural de Sergipe. Nem mesmo os problemas derivados da enorme afluência de visitantes, a demanda súbita por cerveja e pão, é capaz de azedar a alegria dos mais afoitos. A excelência da programação musical, chamariz da multidão, sempre compensa eventuais transtornos. A atmosfera é de celebração.
Em quatro dias de festa, fica difícil acompanhar tudo o que mais interessa sem um roteiro definido. Razão pela qual o Jornal do Dia se atreveu a passar um pente fino na programação, a fim de separar o joio e o trigo. Mais uma vez, a prata da casa faz bonito e brilha mais do que o ouro de tolo usualmente bancado pelos grandes eventos no calendário festivo da terrinha.

 

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