Rian Santos
riancalangodoido@yahoo.com.br
Eu tenho um vinho
guardado para divi-
dir com Ricardo Vieira. Um belo dia, quando os astros estiverem alinhados, abrirei a porta para dar passagem ao amigo e catar, uma por uma, todas as notas derramadas pelas sete cordas de seu violão. A casa é pequena. O privilégio não tem tamanho. Ao invés de se morder de inveja, contudo, o leitor pode acessar o site Benfeitoria, a fim de colaborar com a gravação do álbum ‘Atemporal’.
Embora não ande só, como a companheira de vida e de música Rebeca Vieira o sabe bem, Ricardo tem diversas composições para violão solo bem guardadas, de prontidão. Nas apresentações do Duo Vieira, acompanhando o cantador Xangai, o músico dá vazão à veia de arranjador e instrumentista de mãos cheias, capaz de deixar qualquer um de queixo caído. Como diretor musical, já colocou o conhecimento acumulado em décadas de música a serviço dos colegas, generosamente. Agora, parece decidido a se afirmar como o autor que o acento próprio dos arpejos anuncia a tantos anos.
Cá entre nós, já passava da hora. Quem escuta ‘Chegada’, o álbum gravado em parceria com o gaitista Julio Rego, tem uma prova declarada do poder de fogo do sujeito. ‘Um dia’, assinado por Fred Andrade e o grupo Membrana, também ganhou muito com as sete cordas do violonista. A sua participação em determinado projeto tem o efeito de um selo de qualidade. Se Ricardo botou o dedo, a música fala mais alto.
Eu sou suspeito para tratar de Ricardo Vieira. Mas isso não tem relação com os brindes de vinho e cerveja, a celebração sincera e desinteressada da amizade. A um homem se conhece por seus feitos. A breve revisão da discografia já assinada pelo dito cujo, realizada acima, o faz par dos maiores do violão brasileiro, de Raphael Rabello pra cima. O leitor desavisado pode até colocar a isenção profissional deste cronista sob suspeita. Mas quem já o viu em ação certamente não tem a menor dúvida: o meu amigo é um monstro.
Para colaborar: https://benfeitoria.com/cdatemporal
Eu tenho um vinho guardado para divi- dir com Ricardo Vieira. Um belo dia, quando os astros estiverem alinhados, abrirei a porta para dar passagem ao amigo e catar, uma por uma, todas as notas derramadas pelas sete cordas de seu violão. A casa é pequena. O privilégio não tem tamanho. Ao invés de se morder de inveja, contudo, o leitor pode acessar o site Benfeitoria, a fim de colaborar com a gravação do álbum ‘Atemporal’.
Embora não ande só, como a companheira de vida e de música Rebeca Vieira o sabe bem, Ricardo tem diversas composições para violão solo bem guardadas, de prontidão. Nas apresentações do Duo Vieira, acompanhando o cantador Xangai, o músico dá vazão à veia de arranjador e instrumentista de mãos cheias, capaz de deixar qualquer um de queixo caído. Como diretor musical, já colocou o conhecimento acumulado em décadas de música a serviço dos colegas, generosamente. Agora, parece decidido a se afirmar como o autor que o acento próprio dos arpejos anuncia a tantos anos.
Cá entre nós, já passava da hora. Quem escuta ‘Chegada’, o álbum gravado em parceria com o gaitista Julio Rego, tem uma prova declarada do poder de fogo do sujeito. ‘Um dia’, assinado por Fred Andrade e o grupo Membrana, também ganhou muito com as sete cordas do violonista. A sua participação em determinado projeto tem o efeito de um selo de qualidade. Se Ricardo botou o dedo, a música fala mais alto.
Eu sou suspeito para tratar de Ricardo Vieira. Mas isso não tem relação com os brindes de vinho e cerveja, a celebração sincera e desinteressada da amizade. A um homem se conhece por seus feitos. A breve revisão da discografia já assinada pelo dito cujo, realizada acima, o faz par dos maiores do violão brasileiro, de Raphael Rabello pra cima. O leitor desavisado pode até colocar a isenção profissional deste cronista sob suspeita. Mas quem já o viu em ação certamente não tem a menor dúvida: o meu amigo é um monstro.
Para colaborar: https://benfeitoria.com/cdatemporal