Vendedor é sequestrado e encontrado morto em Maruim

 

Gabriel Damásio
O vendedor ambulan-
te Lucas Santos Paes, 
23 anos, foi encontrado morto ontem de manhã em uma estrada de terra no povoado Oiteiros, em Maruim (Vale do Cotinguiba). Segundo a família, ele tinha sido sequestrado por dois homens armados que invadiram o local onde ele trabalhava, no bairro São Conrado (zona sul), na noite anterior. O corpo foi achado com marcas de tiros no rosto. A Polícia Civil já começou a investigar o caso e descartou a possibilidade de ter havido latrocínio (roubo seguido de morte), embora a família afirme que o carro e dinheiro da vítima foram levados. 
O caso ganhou repercussão por causa de um dramático vídeo que foi gravado e divulgado pela mãe de Lucas, Patrícia Félix. Ela aparece em um carro, que percorre uma estrada em alta velocidade, e, bastante nervosa, pedia ajuda da polícia e de todos para que o filho fosse encontrado com vida. "Estou aqui pra pedir socorro às polícias de Sergipe, a todas as autoridades competentes. Infelizmente, estou aqui de novo. Há pouco menos de um mês, levaram meu pai, seu carro e todos os pertences. E agora, levaram o meu filho e o seu carro. Ele é trabalhador. Ele tem um ponto de coco no Augusto Franco. Os marginais levaram ele ontem, e todos os pertences. Eu quero socorro! Não quero carro, nem quero dinheiro. Eu quero o meu filho! Só o meu filho! Me socorre! Pelo amor de Deus", apelava ela.
Ao mesmo tempo em que o vídeo com o apelo da mãe era divulgado, fotos do corpo encontrado em Maruim circulavam nas redes sociais. A confirmação de que o cadáver era de Lucas veio no meio da manhã e aumentou ainda mais o sofrimento da família, que voltou a viver o drama de um parente ser vítima de violência. Patrícia se referiu ao pai, de 63 anos, que também foi seqüestrado e torturado por criminosos, em 26 de outubro último, na cidade de Nossa Senhora das Dores. Policiais da Delegacia de Maruim, liderados pelo delegado Ataíde Alves, começaram a ouvir os depoimentos de familiares de Lucas, incluindo a mãe. 
Segundo o porta-voz da Secretaria da Segurança Pública (SSP), Lucas Rosário, tanto o vendedor quanto o já foram torturados e ameaçados por criminosos, o que pode ter relação com o assassinato. "Há informações de redes sociais, que foram oficializadas no inquérito policial, de que ele já vinha sendo ameaçado e que o pai dele, com o mesmo modus operandi, já tinha sido tirado de dentro do estabelecimento comercial. Tudo isso agora está sendo relatado. A gente já descartou a possibilidade de latrocínio. Parte da família [do vendedor] é oriunda de Nossa Senhora das Dores e já houve uma troca de informações típicas do inquérito policial, que não podemos divulgar no momento. No final da manhã, tanto a mãe quanto as testemunhas foram ouvidas. Estamos no começo do inquérito e vamos buscar mais elementos para esclarecer o que houve", garantiu ele, em entrevista à TV Atalaia. 
O corpo de Lucas foi entregue ao Instituto Médico-Legal (IML) no começo da tarde, mas não tinha sido liberado até o fechamento desta edição. Qualquer informação que possa ajudar a esclarecer o crime pode ser repassada à polícia através do Disque-Denúncia (181)

Gabriel Damásio

O vendedor ambulan- te Lucas Santos Paes,  23 anos, foi encontrado morto ontem de manhã em uma estrada de terra no povoado Oiteiros, em Maruim (Vale do Cotinguiba). Segundo a família, ele tinha sido sequestrado por dois homens armados que invadiram o local onde ele trabalhava, no bairro São Conrado (zona sul), na noite anterior. O corpo foi achado com marcas de tiros no rosto. A Polícia Civil já começou a investigar o caso e descartou a possibilidade de ter havido latrocínio (roubo seguido de morte), embora a família afirme que o carro e dinheiro da vítima foram levados. 
O caso ganhou repercussão por causa de um dramático vídeo que foi gravado e divulgado pela mãe de Lucas, Patrícia Félix. Ela aparece em um carro, que percorre uma estrada em alta velocidade, e, bastante nervosa, pedia ajuda da polícia e de todos para que o filho fosse encontrado com vida. "Estou aqui pra pedir socorro às polícias de Sergipe, a todas as autoridades competentes. Infelizmente, estou aqui de novo. Há pouco menos de um mês, levaram meu pai, seu carro e todos os pertences. E agora, levaram o meu filho e o seu carro. Ele é trabalhador. Ele tem um ponto de coco no Augusto Franco. Os marginais levaram ele ontem, e todos os pertences. Eu quero socorro! Não quero carro, nem quero dinheiro. Eu quero o meu filho! Só o meu filho! Me socorre! Pelo amor de Deus", apelava ela.
Ao mesmo tempo em que o vídeo com o apelo da mãe era divulgado, fotos do corpo encontrado em Maruim circulavam nas redes sociais. A confirmação de que o cadáver era de Lucas veio no meio da manhã e aumentou ainda mais o sofrimento da família, que voltou a viver o drama de um parente ser vítima de violência. Patrícia se referiu ao pai, de 63 anos, que também foi seqüestrado e torturado por criminosos, em 26 de outubro último, na cidade de Nossa Senhora das Dores. Policiais da Delegacia de Maruim, liderados pelo delegado Ataíde Alves, começaram a ouvir os depoimentos de familiares de Lucas, incluindo a mãe. 
Segundo o porta-voz da Secretaria da Segurança Pública (SSP), Lucas Rosário, tanto o vendedor quanto o já foram torturados e ameaçados por criminosos, o que pode ter relação com o assassinato. "Há informações de redes sociais, que foram oficializadas no inquérito policial, de que ele já vinha sendo ameaçado e que o pai dele, com o mesmo modus operandi, já tinha sido tirado de dentro do estabelecimento comercial. Tudo isso agora está sendo relatado. A gente já descartou a possibilidade de latrocínio. Parte da família [do vendedor] é oriunda de Nossa Senhora das Dores e já houve uma troca de informações típicas do inquérito policial, que não podemos divulgar no momento. No final da manhã, tanto a mãe quanto as testemunhas foram ouvidas. Estamos no começo do inquérito e vamos buscar mais elementos para esclarecer o que houve", garantiu ele, em entrevista à TV Atalaia. 
O corpo de Lucas foi entregue ao Instituto Médico-Legal (IML) no começo da tarde, mas não tinha sido liberado até o fechamento desta edição. Qualquer informação que possa ajudar a esclarecer o crime pode ser repassada à polícia através do Disque-Denúncia (181)

 

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