Notícias falsas sobre tiros no Huse geram tumulto

 

Milton Alves Júnior
A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), por intermédio do setor de inteligência da Polícia Civil, investiga a origem da mensagem indicando disparos de armas de fogo nas dependências internas do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), na zona Norte de Aracaju. O fato teria supostamente ocorrido no início da manhã de ontem, sido compartilhado por meio de aplicativos de conversas, e gerado tumulto e correria por parte de pacientes e acompanhantes. Para atender a ocorrência e minimizar o transtorno causado, agentes da Polícia Militar e da própria Polícia Civil foram encaminhados para o local. Diante do acúmulo de denúncias, o Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciosp), também encaminhou  profissionais atuantes no Grupamento Tático Aéreo (GTA).
Apesar da movimentação atípica no maior hospital atendente ao Sistema Único de Saúde (SUS), em Sergipe, no início da tarde a direção administrativa do Huse informou que o conteúdo indicando tiros na unidade hospitalar tratava-se de mensagens falsas. Por meio de nota a Secretaria de Estado da Saúde (SES) lamentou o que denominou de ‘fake news’. Uma ação criminosa a qual contribuiu para: "gerar pânico e tumulto em um local que atende casos de alta complexidade onde os pacientes precisam de tranquilidade. O superintendente do Huse, Darcy Tavares, também se manifestou sobre a ocorrência e lamentou o fato. Para o gestor, o tumulto pode ter sido iniciado após suposição por parte de algum acompanhante.
"Foi um alarme falso. Acreditamos na hipótese de que alguém ouviu um barulho, achou parecido com o som de um tiro e aí se espalhou a notícia e saiu como um rastro de pólvora. O que a gente tem a lamentar é que as pessoas procurem ter mais controle porque esse é um hospital grande; para se ter ideia, hoje contamos com mais de 600 pacientes. Somando com acompanhantes e funcionários, esse número passa de 1300 pessoas em um só ambiente que por sua natureza já é de extrema delicadeza. Poderia uma notícia desse tipo ter causado mais tumulto com consequências mais sérias", avaliou. Após confirmar que não houve tiro nas dependências interas, averigou-se a possibilidade de ter sido registrado na área externa.
Diligências realizadas pelas equipes policiais – inclusive com o apoio paralelo de agentes da Guarda Municipal de Aracaju (GMA) -, também resultaram na notificação de alarme falso. Sem indícios reais da ação que provocou a desordem pública, a SSP informou que ninguém foi detido, mas que permanece estudando o caso a fim de identificar a origem do conteúdo irregular, bem como minimizar qualquer possibilidade de novos cenários semelhantes. O Governo do Estado de Sergipe, por meio da Secretaria de Segurança Pública, pede que, caso algum popular possua informações sobre o possível início da ‘fake news’, entre em contato com Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), 190, e apresente as informações.
Esse compartilhamento de informações também pode ser realizado através da central de disque denúncia da Polícia Civil, 181. Caso deseje, as denúncias podem ser realizadas através do aplicativo Disque Denúncia SE. De acordo com a Polícia Civil, a tecnologia permite ao cidadão fazer denúncias de crimes de maneira interativa, rápida e discreta, garantindo o anonimato e absoluto sigilo do informante. Ele pode ser baixado em lojas virtuais dos aparelhos com sistema Android.

Milton Alves Júnior

A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE), por intermédio do setor de inteligência da Polícia Civil, investiga a origem da mensagem indicando disparos de armas de fogo nas dependências internas do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), na zona Norte de Aracaju. O fato teria supostamente ocorrido no início da manhã de ontem, sido compartilhado por meio de aplicativos de conversas, e gerado tumulto e correria por parte de pacientes e acompanhantes. Para atender a ocorrência e minimizar o transtorno causado, agentes da Polícia Militar e da própria Polícia Civil foram encaminhados para o local. Diante do acúmulo de denúncias, o Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciosp), também encaminhou  profissionais atuantes no Grupamento Tático Aéreo (GTA).
Apesar da movimentação atípica no maior hospital atendente ao Sistema Único de Saúde (SUS), em Sergipe, no início da tarde a direção administrativa do Huse informou que o conteúdo indicando tiros na unidade hospitalar tratava-se de mensagens falsas. Por meio de nota a Secretaria de Estado da Saúde (SES) lamentou o que denominou de ‘fake news’. Uma ação criminosa a qual contribuiu para: "gerar pânico e tumulto em um local que atende casos de alta complexidade onde os pacientes precisam de tranquilidade. O superintendente do Huse, Darcy Tavares, também se manifestou sobre a ocorrência e lamentou o fato. Para o gestor, o tumulto pode ter sido iniciado após suposição por parte de algum acompanhante.
"Foi um alarme falso. Acreditamos na hipótese de que alguém ouviu um barulho, achou parecido com o som de um tiro e aí se espalhou a notícia e saiu como um rastro de pólvora. O que a gente tem a lamentar é que as pessoas procurem ter mais controle porque esse é um hospital grande; para se ter ideia, hoje contamos com mais de 600 pacientes. Somando com acompanhantes e funcionários, esse número passa de 1300 pessoas em um só ambiente que por sua natureza já é de extrema delicadeza. Poderia uma notícia desse tipo ter causado mais tumulto com consequências mais sérias", avaliou. Após confirmar que não houve tiro nas dependências interas, averigou-se a possibilidade de ter sido registrado na área externa.
Diligências realizadas pelas equipes policiais – inclusive com o apoio paralelo de agentes da Guarda Municipal de Aracaju (GMA) -, também resultaram na notificação de alarme falso. Sem indícios reais da ação que provocou a desordem pública, a SSP informou que ninguém foi detido, mas que permanece estudando o caso a fim de identificar a origem do conteúdo irregular, bem como minimizar qualquer possibilidade de novos cenários semelhantes. O Governo do Estado de Sergipe, por meio da Secretaria de Segurança Pública, pede que, caso algum popular possua informações sobre o possível início da ‘fake news’, entre em contato com Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), 190, e apresente as informações.
Esse compartilhamento de informações também pode ser realizado através da central de disque denúncia da Polícia Civil, 181. Caso deseje, as denúncias podem ser realizadas através do aplicativo Disque Denúncia SE. De acordo com a Polícia Civil, a tecnologia permite ao cidadão fazer denúncias de crimes de maneira interativa, rápida e discreta, garantindo o anonimato e absoluto sigilo do informante. Ele pode ser baixado em lojas virtuais dos aparelhos com sistema Android.

 

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