Usip: suposta vítima pede proteção contra diretor afastado

 

Uma funcionária terceirizada da Fundação Renascer, que afirma ter sido estuprada por um diretor da Unidade de Socioeducativa de Internação Provisória (Usip), deve entrar hoje na Justiça com um pedido de medida protetiva que a mantenha afastada do suspeito. Ela alega que vem se sentido constrangida e ameaçada pela liberdade do suspeito e chegou a pedir demissão da empresa onde trabalha, como agente de limpeza. O diretor foi afastado do cargo nesta sexta-feira, por ordem da presidência do órgão, e substituído ontem, interinamente, pelo atual diretor do Centro de Atendimento ao Menor (Cenam). 
A vítima denunciou o diretor através de um boletim de ocorrência prestado em 27 de dezembro no Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV), que instaurou um inquérito policial e já ouviu o depoimento da agente. Ela contou à polícia que o suposto abuso em 21 de dezembro, quando o diretor a chamou para fazer um serviço de limpeza em seu apartamento, no bairro Jabotiana (zona oeste). E que durante o serviço, ela teria sido dopada com uma substância e forçada a manter relações sexuais com o suspeito. A funcionária disse ainda que foi alvo de piadas e comentários dos colegas, na véspera do dia em que prestou queixa. 
O advogado Aloísio Vasconcelos, que defende a funcionária, confirmou que vai procurar hoje o Ministério Público do Estado (MPSE) e pedir que ele ingresse com o pedido de medidas protetivas em favor de sua cliente, de modo que ela retome seu trabalho em outro posto e tenha a sua liberdade e integridade garantida. Ele também vai pedir uma agilização de outros procedimentos exigidos legalmente em investigações de crimes sexuais, a exemplo do exame de corpo delito no Instituto Médico-Legal (IML). 
A Fundação Renascer afastou o diretor nesta sexta-feira, depois que o caso foi revelado pela imprensa. Em nota, o órgão ressaltou que não compactua com qualquer ato violento ou criminoso por parte de nenhum servidor e que, caso se confirme o fato, providenciará a destituição do diretor de suas funções, fazendo com que ele responda às autoridades competentes. 

Uma funcionária terceirizada da Fundação Renascer, que afirma ter sido estuprada por um diretor da Unidade de Socioeducativa de Internação Provisória (Usip), deve entrar hoje na Justiça com um pedido de medida protetiva que a mantenha afastada do suspeito. Ela alega que vem se sentido constrangida e ameaçada pela liberdade do suspeito e chegou a pedir demissão da empresa onde trabalha, como agente de limpeza. O diretor foi afastado do cargo nesta sexta-feira, por ordem da presidência do órgão, e substituído ontem, interinamente, pelo atual diretor do Centro de Atendimento ao Menor (Cenam). 
A vítima denunciou o diretor através de um boletim de ocorrência prestado em 27 de dezembro no Departamento de Atendimento a Grupos Vulneráveis (DAGV), que instaurou um inquérito policial e já ouviu o depoimento da agente. Ela contou à polícia que o suposto abuso em 21 de dezembro, quando o diretor a chamou para fazer um serviço de limpeza em seu apartamento, no bairro Jabotiana (zona oeste). E que durante o serviço, ela teria sido dopada com uma substância e forçada a manter relações sexuais com o suspeito. A funcionária disse ainda que foi alvo de piadas e comentários dos colegas, na véspera do dia em que prestou queixa. 
O advogado Aloísio Vasconcelos, que defende a funcionária, confirmou que vai procurar hoje o Ministério Público do Estado (MPSE) e pedir que ele ingresse com o pedido de medidas protetivas em favor de sua cliente, de modo que ela retome seu trabalho em outro posto e tenha a sua liberdade e integridade garantida. Ele também vai pedir uma agilização de outros procedimentos exigidos legalmente em investigações de crimes sexuais, a exemplo do exame de corpo delito no Instituto Médico-Legal (IML). 
A Fundação Renascer afastou o diretor nesta sexta-feira, depois que o caso foi revelado pela imprensa. Em nota, o órgão ressaltou que não compactua com qualquer ato violento ou criminoso por parte de nenhum servidor e que, caso se confirme o fato, providenciará a destituição do diretor de suas funções, fazendo com que ele responda às autoridades competentes. 

 

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