Plano de mobilidade

 

Ainda há muito o que ser feito para Aracaju ser 
considerada uma cidade acessível e inteligente, 
como prega a gestão do prefeito Edvaldo Nogueira. Os semáforos para pedestres, por exemplo, são raros. Mesmo em grandes calçadões, como o da 13 de julho, por exemplo, as rampas de acesso são insuficientes. Embora as ciclovias estejam distribuídas por boa parte das ruas e avenidas da cidade, bem pavimentadas e sinalizadas, os terminais de ônibus, bem como os próprios ônibus, estão caindo aos pedaços.
A pretensão de fazer da capital sergipana um exemplo para o Brasil existe, no entanto. Mais importante: o investimento também. A licitação prometida a fim de impor parâmetros razoáveis ao transporte coletivo de passageiros ainda precisa sair do papel. Mas os terminais de integração já estão na mira da prefeitura.
Um dos terminais com maior fluxo de passageiros, o Terminal de Integração da Atalaia, passará por completa reestruturação. A ação, executada pela Prefeitura, dentro do Projeto de Mobilidade Urbana, foi iniciada ontem. Com um investimento superior a R$1,080 milhão, a recuperação do espaço incluirá a instalação de nova cobertura, pavimentação, implantação de piso tátil direcional e de alerta, além da reforma dos banheiros. 
Este é o primeiro terminal de integração a ser contemplado pelo projeto de mobilidade, que conta, ainda, com a construção de um novo terminal do Mercado e a reestruturação do Terminal DIA.
Em verdade, Aracaju não é a cidade inteligente, acessível e democrática das campanhas publicitárias. Mas o investimento realizado pela Prefeitura, com o objetivo de promover a mobilidade, é fato concreto, visível em diversas obras, a olho nu.

Ainda há muito o que ser feito para Aracaju ser  considerada uma cidade acessível e inteligente,  como prega a gestão do prefeito Edvaldo Nogueira. Os semáforos para pedestres, por exemplo, são raros. Mesmo em grandes calçadões, como o da 13 de julho, por exemplo, as rampas de acesso são insuficientes. Embora as ciclovias estejam distribuídas por boa parte das ruas e avenidas da cidade, bem pavimentadas e sinalizadas, os terminais de ônibus, bem como os próprios ônibus, estão caindo aos pedaços.
A pretensão de fazer da capital sergipana um exemplo para o Brasil existe, no entanto. Mais importante: o investimento também. A licitação prometida a fim de impor parâmetros razoáveis ao transporte coletivo de passageiros ainda precisa sair do papel. Mas os terminais de integração já estão na mira da prefeitura.
Um dos terminais com maior fluxo de passageiros, o Terminal de Integração da Atalaia, passará por completa reestruturação. A ação, executada pela Prefeitura, dentro do Projeto de Mobilidade Urbana, foi iniciada ontem. Com um investimento superior a R$1,080 milhão, a recuperação do espaço incluirá a instalação de nova cobertura, pavimentação, implantação de piso tátil direcional e de alerta, além da reforma dos banheiros. 
Este é o primeiro terminal de integração a ser contemplado pelo projeto de mobilidade, que conta, ainda, com a construção de um novo terminal do Mercado e a reestruturação do Terminal DIA.
Em verdade, Aracaju não é a cidade inteligente, acessível e democrática das campanhas publicitárias. Mas o investimento realizado pela Prefeitura, com o objetivo de promover a mobilidade, é fato concreto, visível em diversas obras, a olho nu.

 

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