Zé Fernandes morre

 

Zé Fernandes morre 
O artista plástico José Fernandes faleceu na tarde deste domingo (12), vítima da Covid-19, depois de uma parada cardíaca. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Cirurgiahá quase dois meses. Zé, como era chamadopelo amigos, tinha diabetes.
Natural de Lagarto, José Fernandes tinha orgulho de dizer que pintou seu primeiro quadro aos nove anos de idade: Um mendigo cansado, com o semblante triste. Contava que, satisfeito com o resultado, decidiu de pronto que seria artista. 
Dito e feito. Hoje, a obra de José Fernandes está presente em várias coleções particulares, entre elas a da Presidente Dilma Rousseff, Caetano Veloso, Arlete Sales, Cauby Peixoto, Ângela Maria, Tom Cavalcanti, Giliard, Wando e Joana, bem como em museus, a exemplo do MAM, em São Paulo e do MAB, em Brasília.Também vendeu trabalhos na Alemanha, no Japão e nos Estados Unidos.
Nas redes sociais, o jornalista Gilson Souza resumiu o sentimento de perda compartilhado entre os amigos do artista com todos os sergipanos.
"Você já imaginou um torcedor do Vasco ir ao estádio de futebol vestido com as cores do Flamengo só para agradar a um amigo? Ou um torcedor do Vitória com as cores do Bahia? Ou do Atlético Mineiro com as cores do Cruzeiro? Pois é, o Zé fazia isso. Essa era a essência de José Fernandes. Torcedor fanático do Sergipe, que é vermelho, não se fez de rogado e se vestiu com as cores do Confiança, da cabeça aos pés, só para me acompanhar no Batistão e até torcer pelo meu time num jogo decisivo da série C. Isso é impagável. Zé partiu mas antes escreveu aqui uma história muito bonita. Ajudou a colorir o mundo e as salas de muita gente. Zé estendeu a mão gigante a muitos de nós. Ajudava a quem precisava, sem pestanejar. Anotei vários desses exemplos. Por isso gratidão é a palavra que mais cabe para o amigo Zé Fernandes. Descanse em paz, meu velho. Já está fazendo falta".

O artista plástico José Fernandes faleceu na tarde deste domingo (12), vítima da Covid-19, depois de uma parada cardíaca. Ele estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Cirurgiahá quase dois meses. Zé, como era chamadopelo amigos, tinha diabetes.
Natural de Lagarto, José Fernandes tinha orgulho de dizer que pintou seu primeiro quadro aos nove anos de idade: Um mendigo cansado, com o semblante triste. Contava que, satisfeito com o resultado, decidiu de pronto que seria artista. 
Dito e feito. Hoje, a obra de José Fernandes está presente em várias coleções particulares, entre elas a da Presidente Dilma Rousseff, Caetano Veloso, Arlete Sales, Cauby Peixoto, Ângela Maria, Tom Cavalcanti, Giliard, Wando e Joana, bem como em museus, a exemplo do MAM, em São Paulo e do MAB, em Brasília.Também vendeu trabalhos na Alemanha, no Japão e nos Estados Unidos.
Nas redes sociais, o jornalista Gilson Souza resumiu o sentimento de perda compartilhado entre os amigos do artista com todos os sergipanos.
"Você já imaginou um torcedor do Vasco ir ao estádio de futebol vestido com as cores do Flamengo só para agradar a um amigo? Ou um torcedor do Vitória com as cores do Bahia? Ou do Atlético Mineiro com as cores do Cruzeiro? Pois é, o Zé fazia isso. Essa era a essência de José Fernandes. Torcedor fanático do Sergipe, que é vermelho, não se fez de rogado e se vestiu com as cores do Confiança, da cabeça aos pés, só para me acompanhar no Batistão e até torcer pelo meu time num jogo decisivo da série C. Isso é impagável. Zé partiu mas antes escreveu aqui uma história muito bonita. Ajudou a colorir o mundo e as salas de muita gente. Zé estendeu a mão gigante a muitos de nós. Ajudava a quem precisava, sem pestanejar. Anotei vários desses exemplos. Por isso gratidão é a palavra que mais cabe para o amigo Zé Fernandes. Descanse em paz, meu velho. Já está fazendo falta".

 

Compartilhe esta notícia