Cientistas pedem em carta aberta o fim do turismo com golfinhos
Com a iminente reabertura de diversas atrações turísticas após meses de bloqueio por conta da pandemia da Covid-19, preocupa a exploração de milhares de golfinhos que vivem em cativeiro para servir a indústria de entretenimento. O assunto será tema de webinar na próxima quarta-feira, 5 de agosto, realizado em parceria entre a Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e a Proteção Animal Mundial, organização não-governamental que trabalha pelo bem-estar animal. O webinar contará com a participação do professor do Instituto de Biociências da Unesp, Mario Rollo, pesquisador referência internacional em comportamento de cetáceos (golfinhos e baleias), e que é um dos diversos cientistas de várias organizações e universidades do mundo que, junto com a Proteção Animal Mundial, assinaram uma carta aberta que pressiona a indústria de turismo pelo fim da exploração de golfinhos em cativeiro para fins de diversão turística.
Segundo pesquisa da Proteção Animal Mundial, existem mais de 3 mil golfinhos em cativeiro sendo explorados por atrações de turismo no mundo todo, os chamados delfinários. O uso desses animais para entretenimento arrecada anualmente cerca de 500 milhões de dólares com a venda de ingressos. Infelizmente, essa renda é obtida às custas do sofrimento animal. São atrações cruéis, nas quais os golfinhos são usados como pranchas de surf, manipulados, abraçados e fotografados por uma fila interminável de visitantes.
Com a iminente reabertura de diversas atrações turísticas após meses de bloqueio por conta da pandemia da Covid-19, preocupa a exploração de milhares de golfinhos que vivem em cativeiro para servir a indústria de entretenimento. O assunto será tema de webinar na próxima quarta-feira, 5 de agosto, realizado em parceria entre a Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e a Proteção Animal Mundial, organização não-governamental que trabalha pelo bem-estar animal. O webinar contará com a participação do professor do Instituto de Biociências da Unesp, Mario Rollo, pesquisador referência internacional em comportamento de cetáceos (golfinhos e baleias), e que é um dos diversos cientistas de várias organizações e universidades do mundo que, junto com a Proteção Animal Mundial, assinaram uma carta aberta que pressiona a indústria de turismo pelo fim da exploração de golfinhos em cativeiro para fins de diversão turística.
Segundo pesquisa da Proteção Animal Mundial, existem mais de 3 mil golfinhos em cativeiro sendo explorados por atrações de turismo no mundo todo, os chamados delfinários. O uso desses animais para entretenimento arrecada anualmente cerca de 500 milhões de dólares com a venda de ingressos. Infelizmente, essa renda é obtida às custas do sofrimento animal. São atrações cruéis, nas quais os golfinhos são usados como pranchas de surf, manipulados, abraçados e fotografados por uma fila interminável de visitantes.