PMA admite que estuda desativar o Hospital de Campanha

 

O Hospital de Campa
nha Cleovansóste
nes Pereira de Aguiar (HCamp), construído temporariamente pela Prefeitura de Aracaju no Estádio João Hora de Oliveira (bairro Siqueira Campos) para atender a pacientes com coronavírus, pode ser desativado nos próximos dias, por causa da diminuição da demanda. Ontem, a Secretaria Municipal da Saúde informou, em nota, que esta decisão está em análise, já que a abertura econômica tem sido gradual e o impacto do retorno de atividades como comércio, bares e restaurantes será sentido em 14 dias.
O fechamento do HCamp e a desativação dos leitos vai depender do comportamento da disseminação do vírus na cidade e de um possível recrudescimento dos casos da doença. A SMS ressalta a possibilidade de ondas de contaminação, como ocorreram em outros estados e municípios, o que faz necessário manter as equipes de Saúde e as unidades ativadas. Isso se justifica pelo provável crescimento do número de contaminações com o aumento da circulação de pessoas nas ruas, o que já começou a aparecer em algumas estatísticas. 
Em funcionamento desde dia 21 de maio, o Hospital de Campanha Cleovansóstenes Pereira Aguiar já recebeu 448 pacientes. Desses, 334 tiveram alta. A estrutura do HCamp tem capacidade para 152 leitos e possui 40 em operação, com 25 respiradores.
O Hospital provisório é dividido em alas, as quais são classificadas em cores – Amarela, Azul, Laranja, Rosa, Verde e Vermelha – e nelas são internados os pacientes de baixa e de média complexidades que foram enviados ao HCamp. Por vezes, esses casos de baixa e média complexidade apresentam agravamento de sua situação clínica. Nesses casos eles são enviados para internamento em leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), mantidos pelo governo do estado.

O Hospital de Campa nha Cleovansóste nes Pereira de Aguiar (HCamp), construído temporariamente pela Prefeitura de Aracaju no Estádio João Hora de Oliveira (bairro Siqueira Campos) para atender a pacientes com coronavírus, pode ser desativado nos próximos dias, por causa da diminuição da demanda. Ontem, a Secretaria Municipal da Saúde informou, em nota, que esta decisão está em análise, já que a abertura econômica tem sido gradual e o impacto do retorno de atividades como comércio, bares e restaurantes será sentido em 14 dias.
O fechamento do HCamp e a desativação dos leitos vai depender do comportamento da disseminação do vírus na cidade e de um possível recrudescimento dos casos da doença. A SMS ressalta a possibilidade de ondas de contaminação, como ocorreram em outros estados e municípios, o que faz necessário manter as equipes de Saúde e as unidades ativadas. Isso se justifica pelo provável crescimento do número de contaminações com o aumento da circulação de pessoas nas ruas, o que já começou a aparecer em algumas estatísticas. 
Em funcionamento desde dia 21 de maio, o Hospital de Campanha Cleovansóstenes Pereira Aguiar já recebeu 448 pacientes. Desses, 334 tiveram alta. A estrutura do HCamp tem capacidade para 152 leitos e possui 40 em operação, com 25 respiradores.
O Hospital provisório é dividido em alas, as quais são classificadas em cores – Amarela, Azul, Laranja, Rosa, Verde e Vermelha – e nelas são internados os pacientes de baixa e de média complexidades que foram enviados ao HCamp. Por vezes, esses casos de baixa e média complexidade apresentam agravamento de sua situação clínica. Nesses casos eles são enviados para internamento em leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), mantidos pelo governo do estado.

 

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