Clássico de Machado de Assis, Quincas Borba ganha nova edição

 

Se há um nome em nossa cena cultural que ocorre de imediato quando se pensa no panteão da literatura brasileira, este é, sem dúvida, o de Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908). Mestiço – o pai, Francisco José de Assis, era filho de escravos alforriados; a mãe, Maria Leopoldina Machado de Assis, era branca, de origem açoriana. Superou uma infância marcada por dificuldades como a orfandade precoce por parte de mãe e a epilepsia, e desde cedo soube direcionar seu futuro para o campo das letras: além de romancista, cronista, contista e poeta, foi jornalista e teatrólogo, inscrevendo seu nome do rol dos grandes gênios da literatura universal. Para estrear sua Coleção Clássicos da Literatura, a Editora Unesp lança a obra de sua autoria Quincas Borba.
Vários anos depois de lançar seu primeiro livro de poemas, Crisálidas, e do romance Ressurreição, conseguiu compilar em livros sua produção literária veiculada na forma folhetins para jornais e revistas. É o caso de Memórias póstumas de Brás Cubas, que ele publica na Revista Brasileira ao longo do ano de 1880, obra que o alça a outro patamar e inicia sua trilogia realista, completada pelo presente Quincas Borba (1891) – também editado a princípio como folhetim – e por Dom Casmurro (1899).

Se há um nome em nossa cena cultural que ocorre de imediato quando se pensa no panteão da literatura brasileira, este é, sem dúvida, o de Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908). Mestiço – o pai, Francisco José de Assis, era filho de escravos alforriados; a mãe, Maria Leopoldina Machado de Assis, era branca, de origem açoriana. Superou uma infância marcada por dificuldades como a orfandade precoce por parte de mãe e a epilepsia, e desde cedo soube direcionar seu futuro para o campo das letras: além de romancista, cronista, contista e poeta, foi jornalista e teatrólogo, inscrevendo seu nome do rol dos grandes gênios da literatura universal. Para estrear sua Coleção Clássicos da Literatura, a Editora Unesp lança a obra de sua autoria Quincas Borba.
Vários anos depois de lançar seu primeiro livro de poemas, Crisálidas, e do romance Ressurreição, conseguiu compilar em livros sua produção literária veiculada na forma folhetins para jornais e revistas. É o caso de Memórias póstumas de Brás Cubas, que ele publica na Revista Brasileira ao longo do ano de 1880, obra que o alça a outro patamar e inicia sua trilogia realista, completada pelo presente Quincas Borba (1891) – também editado a princípio como folhetim – e por Dom Casmurro (1899).

 

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