Esperança distante

 

De acordo com especialistas da Organização 
Mundial de Saúde, a eficácia de uma vacina 
contra o coronavírus não dará fim à necessidade do distanciamento social. Para começo de conversa ela não estará disponível para todos, de imediato. Observados todos os protocolos de segurança, na melhor das hipóteses, a imunização em massa só será possível, talvez, em alguns anos.
Há esperança, mas não para agora. Hoje, projeções indicam que um bilhão de pessoas poderão ser vacinadas até o final de 2021. Mas, no primeiro semestre, o abastecimento será limitado. Documentos internos da aliança de vacinas Covax ainda apontam que adultos e jovens devem ser vacinados apenas em 2022, já que os primeiros lotes terão de ser destinados a idosos, profissionais de saúde e pessoas com doenças crônicas.
No fim das contas, tudo passará mais uma vez pelo comportamento da população. O investimento em educação é imprescindível. Neste particular, contudo, os brasileiros correm risco. Mais das vezes, o governo de turno em Brasília colabora com a desinformação. A essa altura do campeonato, já não há o que argumentar a respeito de pandemia, vacina, máscara, isolamento social, Covid. Fica o alerta, no entanto, do potencial letal de qualquer aglomeração. Com a aproximação das festas de fim de ano, quando multidões procuram os centros de compras a fim de presentear familiares e amigos, convém observar algum distanciamento. 
Contra as aparências, apesar da fadiga gerada pela divulgação dos números, centenas de pessoas ainda são mortas pelo coronavírus todos os dias.

De acordo com especialistas da Organização  Mundial de Saúde, a eficácia de uma vacina  contra o coronavírus não dará fim à necessidade do distanciamento social. Para começo de conversa ela não estará disponível para todos, de imediato. Observados todos os protocolos de segurança, na melhor das hipóteses, a imunização em massa só será possível, talvez, em alguns anos.
Há esperança, mas não para agora. Hoje, projeções indicam que um bilhão de pessoas poderão ser vacinadas até o final de 2021. Mas, no primeiro semestre, o abastecimento será limitado. Documentos internos da aliança de vacinas Covax ainda apontam que adultos e jovens devem ser vacinados apenas em 2022, já que os primeiros lotes terão de ser destinados a idosos, profissionais de saúde e pessoas com doenças crônicas.
No fim das contas, tudo passará mais uma vez pelo comportamento da população. O investimento em educação é imprescindível. Neste particular, contudo, os brasileiros correm risco. Mais das vezes, o governo de turno em Brasília colabora com a desinformação. A essa altura do campeonato, já não há o que argumentar a respeito de pandemia, vacina, máscara, isolamento social, Covid. Fica o alerta, no entanto, do potencial letal de qualquer aglomeração. Com a aproximação das festas de fim de ano, quando multidões procuram os centros de compras a fim de presentear familiares e amigos, convém observar algum distanciamento. 
Contra as aparências, apesar da fadiga gerada pela divulgação dos números, centenas de pessoas ainda são mortas pelo coronavírus todos os dias.

 

Compartilhe esta notícia