Esperança frustrada

 

Toque de recolher, barreiras sanitárias, amplia
ção da faixa etária beneficiada pela campanha 
de vacinação, todas as opções estão sobre a mesa do governador Belivaldo Chagas, a quem caberá decidir qual a estratégia adotada para enfrentar a pandemia em Sergipe, a fim de preservar vidas e o funcionamento regular do Sistema Único de Saúde no estado. Sem vacina suficiente para imunizar toda a população imediatamente, as autoridades adotam os paliativos a seu alcance.
Contar com a vacina, aliás, parece temerário. O governo de Sergipe recebeu uma nova remessa com 16.500 doses da vacina Astrazeneca e 9 mil doses da Coronavac, imunizante produzido pelo Instituto Butantan. Segundo o último censo demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro e Geografia e Estatística, somente a capital sergipana tem população superior a 700 mil habitantes.
A conta não fecha. Por enquanto, a única medida efetiva contra o Covid-19 é o distanciamento social, o uso de máscara de proteção facial e a higiene constante das mãos. O Plano Nacional de Imunização, a grande esperança acalentada para vencer o vírus, redundou em frustração. Problemas burocráticos e de logística, associados ao descaso reiterado do governo federal com a crise que já matou mais de 250 mil brasileiros, além de acentuar o desemprego, com reflexos conhecidos na economia, desafiam a boa fé dos brasileiros.
A pandemia já poderia ter arrefecido. Infelizmente, o poder público resiste à adoção de medidas mais rígidas, muito sensível aos protestos do empresariado. Enquanto as autoridades vacilam, no entanto, a crise se prolonga. Um prejuízo calculado em número de mortos e desempregados.

Toque de recolher, barreiras sanitárias, amplia ção da faixa etária beneficiada pela campanha  de vacinação, todas as opções estão sobre a mesa do governador Belivaldo Chagas, a quem caberá decidir qual a estratégia adotada para enfrentar a pandemia em Sergipe, a fim de preservar vidas e o funcionamento regular do Sistema Único de Saúde no estado. Sem vacina suficiente para imunizar toda a população imediatamente, as autoridades adotam os paliativos a seu alcance.
Contar com a vacina, aliás, parece temerário. O governo de Sergipe recebeu uma nova remessa com 16.500 doses da vacina Astrazeneca e 9 mil doses da Coronavac, imunizante produzido pelo Instituto Butantan. Segundo o último censo demográfico realizado pelo Instituto Brasileiro e Geografia e Estatística, somente a capital sergipana tem população superior a 700 mil habitantes.
A conta não fecha. Por enquanto, a única medida efetiva contra o Covid-19 é o distanciamento social, o uso de máscara de proteção facial e a higiene constante das mãos. O Plano Nacional de Imunização, a grande esperança acalentada para vencer o vírus, redundou em frustração. Problemas burocráticos e de logística, associados ao descaso reiterado do governo federal com a crise que já matou mais de 250 mil brasileiros, além de acentuar o desemprego, com reflexos conhecidos na economia, desafiam a boa fé dos brasileiros.
A pandemia já poderia ter arrefecido. Infelizmente, o poder público resiste à adoção de medidas mais rígidas, muito sensível aos protestos do empresariado. Enquanto as autoridades vacilam, no entanto, a crise se prolonga. Um prejuízo calculado em número de mortos e desempregados.

 

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