Centro Cultural Banco do Brasil exibe exposição da chinesa Chiharu Shiota

 

O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB RJ) exibe até 19 de abril a mostra Linhas da Vida, da artista japonesa Chiharu Shiota. O público pode visitar a exposição de forma virtual, no tour 360º disponível no site da instituição.
O CCBB retoma suas atividades presenciais em consonância com as orientações da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro e adaptado às medidas de segurança sanitária: entrada apenas com agendamento online, controle da quantidade de pessoas no prédio, fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool gel e sinalizadores no piso para o distanciamento.
Na visita online, o público tem acesso a detalhes de todos os ambientes das galerias do CCBB e das obras, e também a textos, legendas e obras comentadas com audiodescrição em português e inglês.
O público pode navegar como se estivesse passeando presencialmente pelo espaço e até ver, por exemplo, a instalação Além da Memória (2019-2021), obra inspirada na diversidade do povo brasileiro, tanto do térreo quanto do segundo andar. O CCBB exibe, ainda, uma palestra com a curadora da mostra, Tereza de Arruda, em seu canal do YouTube .
A exposição – A transitoriedade dos ciclos da vida, a memória e a própria experiência pessoal inspiram a obra da artista proveniente do Japão Chiharu Shiota. Conhecida principalmente por seus trabalhos site specific em grande escala, frequentemente compostos por emaranhados de linhas, Shiota é autora de uma obra multidisciplinar, fazendo uso de suportes diversos: são instalações, performances, fotografias e pinturas. 
A artista tem sua extensa obra celebrada na mostra retrospectiva Linhas da Vida, exposição com curadoria de Tereza de Arruda e produção da Base7 Projetos Culturais em cartaz até 19 de abril no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB – RJ) – com patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio da BBDTVM, Livelo e Pingouin Fios.
A mostra esteve no CCBB São Paulo (13 de novembro de 2019 a 27 de janeiro de 2020) e CCBB Brasília (de 3 a 13 de março e de 22 de setembro a 6 de dezembro de 2020). A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e conta com apoio da BBDTVM, Livelo e Pingouin Fios.
Nascida em Osaka e radicada há 23 anos em Berlim, Shiota iniciou sua carreira artística em 1994, tomando a pintura como principal suporte. Todavia, logo descobriu que o espaço bidimensional era limitado para seu processo criativo e expandiu para as outras linguagens. Linhas da Vida reúne cerca de 70 obras que datam desde o início de sua produção artística aos dias atuais.
"Nesta mostra, Chiharu Shiota convida o público a refletir sobre memória coletiva e traz um respiro em meio à pandemia que o mundo atravessa. São fotografias, vídeos, desenhos, gravuras e objetos selecionados meticulosamente para uma imersão no universo de Shiota que nos fazem pensar em ligações, conexões afetivas ainda que à distância", diz a curadora.
Organizada em cinco núcleos, a exposição é um convite de Shiota para que o visitante reflita sobre a vida, seu propósito, conexões e memória. "Quero unir as pessoas no Brasil, não importando sua origem, status social, formação educacional, nacionalidade ou qualquer outro fator divisor. Como humanos, devemos vir juntos e questionar o nosso propósito na vida e por que aqui estamos", afirma a artista.
Na mostra, o público poderá conferir grandes instalações inéditas, como o site specific Além da Memória (2019-2021), obra inspirada na diversidade do povo brasileiro, criada em diálogo com a arquitetura clássica do Centro Cultural Banco do Brasil. Suspensa, com 13m de altura e em forma de uma espécie de teia, a instalação é composta por mais de 20 mil folhas de papel em branco e dois mil novelos de lã. É um convite para que o público idealize sua própria história e resguarde sua memória.
"O trabalho de Shiota evolui a partir de uma dinâmica orgânica de fazer e criar. Nota-se aqui, que dentro de uma mesma temática, há uma abrangência de obras distintas, como filmes resultantes de performances intimistas, tendo a artista como única protagonista em um relato pessoal, objetos compostos de roupas, que na perspectiva de Shiota existem como uma segunda pele humana a carregar em si os traços e vestígios da experiência humana e memória aí vivenciada, ou ainda objetos de vidro representando órgãos do corpo humano sãos ou dilacerados. Estes gestos e objetos artísticos referem-se à vida humana de forma geral", finaliza a curadora.

O Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro (CCBB RJ) exibe até 19 de abril a mostra Linhas da Vida, da artista japonesa Chiharu Shiota. O público pode visitar a exposição de forma virtual, no tour 360º disponível no site da instituição.
O CCBB retoma suas atividades presenciais em consonância com as orientações da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro e adaptado às medidas de segurança sanitária: entrada apenas com agendamento online, controle da quantidade de pessoas no prédio, fluxo único de circulação, medição de temperatura, uso obrigatório de máscara, disponibilização de álcool gel e sinalizadores no piso para o distanciamento.
Na visita online, o público tem acesso a detalhes de todos os ambientes das galerias do CCBB e das obras, e também a textos, legendas e obras comentadas com audiodescrição em português e inglês.
O público pode navegar como se estivesse passeando presencialmente pelo espaço e até ver, por exemplo, a instalação Além da Memória (2019-2021), obra inspirada na diversidade do povo brasileiro, tanto do térreo quanto do segundo andar. O CCBB exibe, ainda, uma palestra com a curadora da mostra, Tereza de Arruda, em seu canal do YouTube .

A exposição – A transitoriedade dos ciclos da vida, a memória e a própria experiência pessoal inspiram a obra da artista proveniente do Japão Chiharu Shiota. Conhecida principalmente por seus trabalhos site specific em grande escala, frequentemente compostos por emaranhados de linhas, Shiota é autora de uma obra multidisciplinar, fazendo uso de suportes diversos: são instalações, performances, fotografias e pinturas. 
A artista tem sua extensa obra celebrada na mostra retrospectiva Linhas da Vida, exposição com curadoria de Tereza de Arruda e produção da Base7 Projetos Culturais em cartaz até 19 de abril no Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro (CCBB – RJ) – com patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio da BBDTVM, Livelo e Pingouin Fios.
A mostra esteve no CCBB São Paulo (13 de novembro de 2019 a 27 de janeiro de 2020) e CCBB Brasília (de 3 a 13 de março e de 22 de setembro a 6 de dezembro de 2020). A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e conta com apoio da BBDTVM, Livelo e Pingouin Fios.
Nascida em Osaka e radicada há 23 anos em Berlim, Shiota iniciou sua carreira artística em 1994, tomando a pintura como principal suporte. Todavia, logo descobriu que o espaço bidimensional era limitado para seu processo criativo e expandiu para as outras linguagens. Linhas da Vida reúne cerca de 70 obras que datam desde o início de sua produção artística aos dias atuais.
"Nesta mostra, Chiharu Shiota convida o público a refletir sobre memória coletiva e traz um respiro em meio à pandemia que o mundo atravessa. São fotografias, vídeos, desenhos, gravuras e objetos selecionados meticulosamente para uma imersão no universo de Shiota que nos fazem pensar em ligações, conexões afetivas ainda que à distância", diz a curadora.
Organizada em cinco núcleos, a exposição é um convite de Shiota para que o visitante reflita sobre a vida, seu propósito, conexões e memória. "Quero unir as pessoas no Brasil, não importando sua origem, status social, formação educacional, nacionalidade ou qualquer outro fator divisor. Como humanos, devemos vir juntos e questionar o nosso propósito na vida e por que aqui estamos", afirma a artista.
Na mostra, o público poderá conferir grandes instalações inéditas, como o site specific Além da Memória (2019-2021), obra inspirada na diversidade do povo brasileiro, criada em diálogo com a arquitetura clássica do Centro Cultural Banco do Brasil. Suspensa, com 13m de altura e em forma de uma espécie de teia, a instalação é composta por mais de 20 mil folhas de papel em branco e dois mil novelos de lã. É um convite para que o público idealize sua própria história e resguarde sua memória.
"O trabalho de Shiota evolui a partir de uma dinâmica orgânica de fazer e criar. Nota-se aqui, que dentro de uma mesma temática, há uma abrangência de obras distintas, como filmes resultantes de performances intimistas, tendo a artista como única protagonista em um relato pessoal, objetos compostos de roupas, que na perspectiva de Shiota existem como uma segunda pele humana a carregar em si os traços e vestígios da experiência humana e memória aí vivenciada, ou ainda objetos de vidro representando órgãos do corpo humano sãos ou dilacerados. Estes gestos e objetos artísticos referem-se à vida humana de forma geral", finaliza a curadora.

 

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