De acordo com o mais recente levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL), a Região Nordeste registrou a maior média do País para o etanol nos primeiros dias de setembro. O combustível foi comercializado a R$ 5,547 nos postos de abastecimento, um aumento de 2,32% quando comparado ao mês anterior. Acompanhando o cenário de alta, a gasolina comercializada na Região é a terceira mais cara em todo o território nacional, ficando atrás apenas do Centro-Oeste e Sudeste.
No balanço regional, Sergipe registrou o etanol mais caro entre os nove estados nordestinos. O combustível foi encontrado a R$ 5,836 nos postos da região, um aumento de 3,40%, em comparação ao fechamento de agosto. Já as bombas baianas registraram o cenário inverso, com o etanol comercializado pelo menor preço médio do Nordeste, a R$ 5,075.
No Piauí, a gasolina foi comercializada acima de R$ 6,00 e apresentou a maior média da região. Com um aumento de 3,43%, em relação ao fechamento de agosto, o combustível foi encontrado nas bombas a R$ 6,640, ante os R$ 5,994 da Paraíba, que foi o menor valor médio do litro nos primeiros dias do mês.
"O último levantamento nos mostra que em todos os estados, o motorista pode optar pela gasolina como opção mais econômica. Na relação 70/30, quando comparada ao etanol, a gasolina compensa mais no bolso do consumidor que abastece na Região Nordeste", explica Douglas Pina, Head de Mercado de Trabalho da Edenred Brasil.
O diesel e o diesel S-10 foram encontrados com as maiores médias em Sergipe. Os postos da região comercializaram ambos os combustíveis a R$ 5,154, um aumento de 3,87% para o primeiro, e de 2,69% para o segundo, no comparativo com agosto. Na Paraíba, as bombas marcaram o menor preço para o diesel comum, a R$ 4,821. Já o litro mais barato do tipo S-10 foi encontrado nos postos pernambucanos, a R$ 4,782.

