Peritos da Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) seguem realizando estudos que buscam identificar os motivos para a mortandade de peixes no rio Japaratuba. Na manhã de ontem a direção geral do órgão estadual confirmou que amostras da água foram coletadas e encaminhadas para laboratório. Apesar de reconhecer que ainda é cedo apontar os motivos que provocam o dano ambiental, Gilvan Dias, diretor-presidente da Adema, chamou a atenção para o histórico de ações criminosas provocadas pelo ser humano. A perspectiva do governo de Sergipe é que em curto prazo os estudos sejam concluídos, bem como os responsáveis pela ação sejam responsabilizados pelo ato infracional cometido.
“Nossas ações de analise começam poucas horas após a Adema receber o primeiro comunicado [sobre o dano ambiental]. É lamentável observar que esse tipo de ocorrência deixa de ser um caso isolado, raro em nosso estado. Nossa missão é identificar os responsáveis por cada um desses registros, e puni-los como forma de responder pelos respectivos atos, e como forma de evitar que voltem a provocar o mesmo problema”, declarou o gestor. Questionado sobre os motivos pelos quais podem ter diretamente contribuído para mais essa notificação, Gilvan Dias completou afirmando que:
“Pelo histórico vivenciado em Sergipe, podemos supor que, seja por barragem feita no curso do rio, ou ate mesmo por substâncias que levam a eliminação de oxigênio em alguns pontos onde há registrado a mortandade de peixes. Apenas os estudos técnicos serão capazes de revelar com exatidão.” A Administração Estadual do Meio Ambiente pede que, caso algum cidadão possua informações as quais porventura ajudem nas investigações, que compartilhem. O anonimato dos denunciantes é garantido pelo governo do estado.
Adema acredita que crime ambiental provocou morte de peixes


