População e autoridades debatem sobre projeto de usina fotovoltaica

A audiência foi realizada na Câmara de Vereadores de Canindé e contou com a presença do presidente da Adema, George Trindade, e membros do órgão; de engenheiros da Energisa; de integrantes dos poderes Executivo e Legislativo local; representantes da Enesf; da Nova Participações; do ICMBio/Ibama e moradores da cidade.

Até a segunda quinzena de outubro, a Administração Estadual do Meio Ambiente (Adema) deverá emitir parecer técnico sobre as próximas fases do processo de licenciamento ambiental da Usina Fotovoltaica da Empresa Engevix, em Canindé de São Francisco, que ocupará a área de 22 fazendas, o que equivale a cerca de 3.000 hectares, na cidade sergipana de mesmo nome.
Esse prazo foi iniciado na última sexta-feira, 29 de setembro, com a realização da audiência pública para apresentação dos possíveis impactos ambientais e medidas compensatórias da iniciativa, feita junto à comunidade canindense pela equipe do Grupo Gabriela Almeida Ambiental, empresa contratada pelos investidores para realizar o Estudo e o Relatório de Impacto Ambiental (Eia/Rima) da operação, e todo o trabalho necessário para a obtenção das licenças ambientais.
A audiência foi realizada na Câmara de Vereadores de Canindé e contou com a presença do presidente da Adema, George Trindade, e membros do órgão; de engenheiros da Energisa; de integrantes dos poderes Executivo e Legislativo local; representantes da Enesf; da Nova Participações; do ICMBio/Ibama e moradores da cidade.
A usina, que é um investimento de aproximadamente R$ 6 bilhões, terá cerca de dois milhões de placas fotovoltaicas, e durante a construção, estimada para acontecer em cinco anos, gerará cerca de 1.000 empregos diretos na região, a cada fase do processo. Após instalada, a estimativa é de que sejam empregadas, diretamente, 40 pessoas.

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