Um grande número de desportistas, dirigentes de clubes, colegas de imprensa e desportistas em geral prestigiaram a solenidade de lançamento9 do livro que descreve a trajetória biográfica e profissional do radialista Carlos Magalhães de Melo, o “Magá”
“Carlos Magalhães – Pode me chamar de Magá que eu não me incomodo” tem no título um bordão dos mais de 60 anos de carreira da voz inconfundível do narrador Carlos Magalhães. A obra do escritor e biógrafo Antônio Camilo foi lançada nesta quinta-feira, no Museu da Gente Sergipana, em Aracaju.
– Uma satisfação enorme no meu oitavo livro escrever a biografia de Carlos Magalhães. O grande desafio é que ele não é um homem só do rádio, tendo transitado por várias áreas. Por isso, a dificuldade de deixar a obra completa – disse o autor.
O livro é uma obra biográfica do sergipano de Propriá. Texto, fotografias e cartoons narram em 350 páginas a trajetória, que teve início em Alagoas, ainda de forma amadora, na época em que estudava odontologia.
– Tenho 86 anos e nunca deixei a comunicação e o rádio. Deus tem me permitindo contribuir com a comunidade. Estou muito feliz – falou o homenageado.
Maga, como é popularmente conhecido, se projetou como radialista e um dos episódios marcantes foi a inauguração em 1969, do Estádio Lourival Batista, o Batistão, com a presença do jogador Pelé em um amistoso entre a Seleção Brasileira e a seleção sergipana. Ele também foi o primeiro repórter sergipano a fazer uma cobertura de Copa do Mundo, em 1970.
O livro traz QR Codes contendo narrações memoráveis de Carlos Magalhães.
Biografia de Carlos Magalhães lançada em Aracaju

