* Rômulo Rodrigues
A partir do histórico 9 de julho de 2025, dia do ataque de Donald Trump contra nossa soberania, os meios de comunicação foram obrigados a noticiar que houve um ataque especulativo à moeda brasileira, fruto de vazamento de informações privilegiadas a um seleto grupo de especuladores financeiros que; minutos antes do presidente dos EUA anunciar o pacote de taxação em 50% dos produtos brasileiros, houve uma enorme valorização do dólar em relação ao real e os especuladores esperaram 2 horas e revenderam a moeda e ganharam US$ 4 bilhões.
Para os falsos moralistas que combatem o financiamento público de partidos e campanhas eleitorais; é bom que saibam que o valor roubado em poucas horas foi equivalente a 5 anos do que combatem.
Inacreditável? Sim, porém um fato não isolado. O Estadão pertencente aos especuladores da Faria Lima condenou em Editorial a truculência ditatorial de Donald Trump dando sinais de recuperação democrática para logo em seguida acusar a recaída na manchete: o Brasil deve abandonar o BRICS imediatamente; submergindo ao desejo do império, mesmo diante do quadro de desabamento da imagem positiva dele, lá e cá.
Outro fato político marcante na conjuntura é a constatação definitiva de que persiste e resiste uma força política composta por lesa-pátria que luta intensamente contra os legítimos interesses nacionais, com base de sustentação nos EUA disparando ataques sucessivos ao Supremo Tribunal Federal, que consideram o último reduto de resistência da democracia antes da capitulação do país.
Os idiotas não querem enxergar que Donald Trump comete abuso de poder nas ameaças contra o Brasil, é o que disseram senadores estadunidenses. Se os idiotas tomarem os remédios certos vão perceber que ele quer é tomar nossas terras raras onde tem minérios que o mundo precisa como; o Lítio e o Nióbio.
O Brasil responde com armas pacíficas e vai abrir um escritório de consultoria tributária na China para facilitar o comércio exterior com outras moedas nacionais.
Aqui, a mais ativa frente de resistência à prisão de Jair Bolsonaro está no Partido Midiático, ao relativizarem seus inúmeros crimes ao longo do mandato, da campanha eleitoral e na autoria da minuta do Golpe de Estado, abortado em 8 de janeiro de 2023, mas, com as metástases bem ativas como, por exemplo: a declaração, para idiota acreditar, do general Mário Fernandes que disse ter elaborado sozinho o plano “punhal verde e amarelo”.
Há nisso tudo uma constatação de fundo; Trump não caiu em papos furados de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, embora tenha antecipado a eleição presidencial de 2026 e recolocado o presidente Lula como postulante quase imbatível, o que ele quer mesmo é colonizar o Brasil para passar as mãos nas reservas de Lítio e Nióbio, enquanto os idiotas vão continuar acreditando que Jair é inocente.
Porém, tudo aparenta pesar muito pouco ante as revelações surgidas nas investigações da Polícia Federal no núcleo do clã, onde encontraram apenas US$ 14 mil e 8 mil reais em dinheiro vivo.
Mesmo quebrada a expectativa de ter bombas no pen drive e no celular apreendidos no banheiro do casal investigado, explodiu a que comprova a venda fraudada da Refinaria Landulfo Alves na Bahia ao Sheik da Arábia Saudita, com prejuízo ao país em coisa de R$ 10 bilhões.
Mesmo o inquérito contra Jair estando encerrado o que está amedrontando a família é o que está implicando Eduardo Bolsonaro, Michelle e de quebra a senadora Damares Alves.
Comprovando que ainda existe um contingente razoável de idiotas dispostos a comprovarem que são idiotas, a bancada do PL exibiu com pompas e circunstâncias uma bandeira de apoio a Donald Trump dentro do congresso nacional numa atitude criminosa que pode acarretar na cassação do registro da legenda.
E não parece ser atoa que o senador Flávio Bolsonaro dá sinais de que empreendeu fuga do país logo após a descoberta de que o a tentativa de golpe de Estado tinha uma força tarefa composta por 200 kids pretos, cujas ações provocariam deslocamentos de pelotões de vários estados para consolidarem o golpe planejado, tomando de assalto o poder que seria entregue a um comando militar nos moldes de 1954.
* Rômulo Rodrigues, sindicalista aposentado, é militante político


