Dois pedidos que definem a eleição

* Rômulo Rodrigues
O pedido do presidente Lula ao povo é um pedido eivado de simplicidade: o mestre pediu ao povo que exerce seu poder ao dizer: “O poder está na pontinha do dedo de vocês, é só votar pela soberania do país por seus direitos e conquistas, pelo fim da escala 6×1, por todos os programas sociais, pela paz e qualquer e contra todo tipo de violência”, pedindo diante de uma multidão vibrante que votem no 13″.
Ao mesmo tempo, escondido do povo, Flávio Bolsonaro remoía por dentro: cadê Lulinha? Onde mora Lulinha? Em que trabalha Lulinha? Onde está o dinheiro das mesadas recebido por Lulinha?
O conselheiro Lula está fazendo do momento eleitoral uma eleição internacional vital para o futuro do mundo e já disse a Donald Trump; STOP, não se meta a besta de tentar interferir na nossa eleição que o preço que vai pagar será muito alto. O Banco Nacional de Desenvolvimento com apoio dos BRICS e do Sul Global estão de Atalaia para jogar seu dólar ao rés do chão. Portanto, apague seu facho.
Desnorteado, Flávio Bolsonaro volta a dar voto de submissão aos EUA e jura de pés juntos que sendo eleito entregará as terras raras com seus minérios críticos e decretará que a bandeira do Brasil será substituída pela bandeira estadunidense para livrar de vez o país da ameaça comunista.
O estadista Lula deu um chute no traseiro do repugnante Flavio e teve uma conversa de 1 hora e 30 minutos com Donald Trump e reafirmou que ele se dará mal se mantiver o absurdo do tarifaço e se se meter com nosso PIX.
Ao mesmo tempo Flavio é visto chorando ao saber que o advogado do filho do presidente pediu ao ministro André Mendonça a quebra do sigilo e dele do Fábio Luiz Lula da Silva.
O presidente ao dar a dica de como o povo deve votar alerta sobre o perigo que o Brasil e seu povo enfrentam nesta eleição o período de guerra interna na Polícia Federal envolvendo a direção da corporação e a equipe do ministro André Mendonça do STF, profundamente evangélico, por parte de um delegado bolsonarista.
É Estranho que mesmo as fotos das últimas aparições públicas do presidente mostrando quem é que o povo reconhece e aplaude; a mídia patronal não tendo mais como ataca-lo, joga toda sua carga de ódio e frustação para cima do filho Luiz Fabio, em denuncismo puro e, sentindo que o alvo tem resiliência, se voltam para a pauta difusa de que a derrota da jornada 6×1 causa aumento na carga tributária e que o certo será o trabalhador ter a liberdade de ser escravo.
A semana de Flávio foi horrível com atos esvaziados e protestos contra ele em São Paulo e outros estados sendo que, na Paraíba um seu seguidor invadiu o comitê do ex-governador Ricardo Coutinho, candidato a deputado federal pelo PT, fingindo ser jornalista, sendo desmascarado e preso por porte ilegal de armas, mudando o tom e se dizendo policial militar, identificado como seguidor do presidiário Bolsonaro, cujo atentado ocorreu em Campina Grande com o agressor afirmando que iria matar o petista por ser um bandido.
No momento em que a ordem á aliviar contra Fabio Luiz por ter sido inocentado e o advogado dele ter endurecido com o PGR Paulo Gonet e das constatações dos excessos do jornalismo do império Globo para desgastar o presidente lula e resgatar a lava jato, o presidente não caiu nas pesquisas e continua levando multidões às ruas e praças, com Flavio levando ninguém, em fato que põe em cheque o PGR para que cumpra seu papel constitucional, enquanto o partido midiático possa dar um freio de arrumação na sacanagem.
Os editoriais da mídia independente são unânimes em atestar que a ofensiva pesada do jornalismo corporativo contra o presidente Lula não funcionou porque não abalou sua forte liderança, embora fique a certeza de que qualquer suspeita levantada sobre alguém que possa ser vinculado ao presidente, até por ouvir dizer, ou ao seu filho, transforma-se de imediato em uma condenação moral contra ele., sua família e seu governo com objetivos eleitorais claros.
Em notório caso de desonestidade na notícia, deixa claro a intenção de acobertamento sobre o escândalo envolvendo o Banco Master, Daniel Vorcaro e o filme Dark Horse, pelo medo que seja descoberto que parte do dinheiro tenha sido depositado em uma conta laranja de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos e eles passem vergonha de ainda apoiarem este tipo de crime financeiro, desde que seja contra Lula e o PT.
Sem candidaturas para enfrentar no processo democrático o time que defende a nossa soberania, recorrem a uma escalada de produção de escândalos apostando nos desvios das atenções das massas, enquanto ganham tempo atrás de uma saída honrosa, qualquer que seja e a qualquer preço.
Produzem factoides contra Lula, o filho de Lula, o gato do vizinho do compadre de Lula, o PT e a esquerda e omitem que o deus Trump já leva seu país de ladeira abaixo e tomou um chute do Canadá que anunciou que não fará mais negócios com os EUA, depois de tantas palhaçadas de tarifaços. Entretanto, tem um detalhe que não pode passar despercebido e ele e muitos outros estão contidos no documento “Doutrina de Monroe” que há 220 anos estabeleceu normas para todas as Américas dentro do conceito que lá não tem programa de governo e si, de Estado.
* Rômulo Rodrigues, sindicalista aposentado, é militante político
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