Suspeito de compor uma organização criminosa com atuação na Bahia, um homem morreu na madrugada de ontem após iniciar confronto violento contra servidores da Segurança Pública. Pela Superintendência da Polícia Civil de Sergipe, por meio da Divisão de Homicídios da Delegacia Regional de Lagarto, foi revelado que os agentes cumpriam mandado de prisão temporária quando o investigado reagiu a abordagem e disparou contra policiais. De acordo com as informações policiais, a ação contou com o apoio da Divisão de Inteligência e Planejamento da Polícia Civil de Sergipe (Dipol) para localizar o suspeito de tentativa de homicídio com emprego de arma de fogo e importunação sexual, crimes ocorridos em junho deste ano, em Lagarto.
“Os crimes ocorreram após uma discussão.
Ainda segundo as equipes policiais, foi realizado todas as diligências necessárias até a representação pela prisão temporária. O homem era egresso do sistema prisional da Bahia e apontado como integrante de uma organização criminosa com atuação naquele estado. As investigações indicaram ainda que ele estaria no município com a finalidade de atuar no tráfico de drogas”, informou a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE). Devido a continuidade das investigações – visando investigar a possível existência de outros membros, a identificação do homem atingido pela polícia não foi revelada.
Conforme previsto no artigo 33 do Código Penal, o crime de tráfico de drogas prevê pena de reclusão entre 5 e 15 anos, por exemplo, para quem preparar, produzir, vender, oferecer, ter em depósito, transportar, guardar, prescrever, ministrar, entregar a consumo ou fornecer drogas. Ainda sobre a possibilidade de haver outros integrantes nesta organização criminosa, o governo de Sergipe pede que informações capazes de colaborar com os estudos sejam protocolados junto ao Disque Denúncias (181). O sigilo é garantido. Profissionais do Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (CIOSP 190) também permanecem à disposição para encaminhar as informações para o setor responsável. (MAJ)
Investigado reage a operação policial e acaba morto


