A voz de Dante

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Rock, brega, reggae, 
maracatu e ijexá. 
Tudo junto e misturado. Cantor e compositor afeito ao imperativo do ritmo, Dante Oxidante chega a Aracaju com o EP ‘Devagar também é pressa’ embaixo do braço. Além do batismo inspirado, de raízes enterradas na fala do povo, evocando um samba de Agepê, o registro testemunha o empenho em certa malemolência de origem baiana. O tema varia, mas a música de Dante sempre exala cultura.
Dante iniciou carreira solo há cinco anos, mas a sua estrada é muito mais longa, remonta a meados dos anos 90, quando integrou a banda Ataraxia, notória por mesclar ritmos afros à sonoridade pop – uma constante em seu trabalho, desde então. Depois de emprestar os sopapos guardados na palma das mãos para projetos diversos, a exemplo do Double Dreads, chegou a hora de o percussionista finalmente soltar a voz e falar as próprias verdades. E assim o artista se afirmou Oxidante. 
Após sair da Orquestra de Pandeiros Itapuã, Dante deu vazão a sua verve autoral com a gravação de um EP, a maneira encontrada para dar a cara a tapa e anunciar a sua presença no mundo. Gravado no estúdio Coaxo de Sapo em 2015, o EP conta com a participação de músicos expoentes do cenário baiano como Gabi Guedes, Ícaro Sá, Alan DuGrave, Jair Rocha, Átila Santana, Sandro Mascarenhas, e com a ilustre participação especial de Guilherme Arantes, no harmmond. 
Se no peito dos desafinados também bate um coração, Dante é a prova muito viva de que instrumentistas também têm voz ativa e verbo de dizer.  
Dante Oxidante lança ‘Devagar também é pressa’:
Sexta-feira, 20, às 20h, na Reciclaria Casa de Artes (em frente ao aeroporto).

Rock, brega, reggae,  maracatu e ijexá.  Tudo junto e misturado. Cantor e compositor afeito ao imperativo do ritmo, Dante Oxidante chega a Aracaju com o EP ‘Devagar também é pressa’ embaixo do braço. Além do batismo inspirado, de raízes enterradas na fala do povo, evocando um samba de Agepê, o registro testemunha o empenho em certa malemolência de origem baiana. O tema varia, mas a música de Dante sempre exala cultura.
Dante iniciou carreira solo há cinco anos, mas a sua estrada é muito mais longa, remonta a meados dos anos 90, quando integrou a banda Ataraxia, notória por mesclar ritmos afros à sonoridade pop – uma constante em seu trabalho, desde então. Depois de emprestar os sopapos guardados na palma das mãos para projetos diversos, a exemplo do Double Dreads, chegou a hora de o percussionista finalmente soltar a voz e falar as próprias verdades. E assim o artista se afirmou Oxidante. 
Após sair da Orquestra de Pandeiros Itapuã, Dante deu vazão a sua verve autoral com a gravação de um EP, a maneira encontrada para dar a cara a tapa e anunciar a sua presença no mundo. Gravado no estúdio Coaxo de Sapo em 2015, o EP conta com a participação de músicos expoentes do cenário baiano como Gabi Guedes, Ícaro Sá, Alan DuGrave, Jair Rocha, Átila Santana, Sandro Mascarenhas, e com a ilustre participação especial de Guilherme Arantes, no harmmond. 
Se no peito dos desafinados também bate um coração, Dante é a prova muito viva de que instrumentistas também têm voz ativa e verbo de dizer.  

Dante Oxidante lança ‘Devagar também é pressa’:

Sexta-feira, 20, às 20h, na Reciclaria Casa de Artes (em frente ao aeroporto).

 

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