Alan Adi apresenta 'Atalaia' no Aracaju Parque Shopping

 

Atalaia quer dizer aquele que vigia, que observa ou lugar elevado de onde se observa. É o nome também da praia que é cartão postal de Aracaju. Mas o artista visual, Alan Adi, que divide seu tempo entre Sergipe, São Paulo e Rio Janeiro , revela que não foi exatamente por nenhum desses motivos a escolha do nome do projeto, que será exibido no Aracaju Parque Shopping, até o dia 03 de maio.
"Claro que a primeira lembrança que eu tenho  de praia, é da Atalaia, que ia em momentos em família aos finais de semana. Tudo na infância tem encanto. Quando a gente vai crescendo a gente vê o que fica desse encanto e a praia, o mar é o que ficou para mim", diz.
A constante presença do mar está fixada nas 12 peças – dentre pinturas, impressões e instalações – em ‘Atalaia’ . Algumas inéditas, outras parte de séries já exibidas em outros estados, e que  retornam agora para a exibição  na cidade natal do artista. "Eu trago essa lembrança meio que involuntária para várias séries que eu produzi em diferentes momentos da minha trajetória. Eu nunca tinha raciocinado sobre isso, mas quando eu parei para ver, eu vi que os elementos mar, praia, tudo que ladeia a paisagem marítima está presente", revela.
O artista – Alan Adi tem em sua produção temas relacionados à formação da sociedade brasileira, a exemplo da migração, economia, história, educação e herança social. Ele foi um dos finalistas  do 7º Prêmio Industrial Nacional Marcantonio Vilaça (2019), Programa de  Exposições do Centro Cultural São Paulo (2016) e do III Prêmio EDP nas Artes do Instituto Tomie Ohtake (2012).
Entre as participações em exposições recentes de destaque constam ‘Sobre os ombros de Gigantes’ (Galeria Nara Roesler, 2021);  ‘Por ser de Lá’ (Galeria Superfície, 2019/2020); ‘ À Nordeste’ (Sesc 24 de Maio/ SP; 2019) e a Bienal do Barro (Fábrica Caruá, 2019).
‘Atalaia’ é um projeto contemplado pelo edital ‘Janelas para as artes’, iniciativa da Funcaju, através da Lei Aldir Blanc.

Atalaia quer dizer aquele que vigia, que observa ou lugar elevado de onde se observa. É o nome também da praia que é cartão postal de Aracaju. Mas o artista visual, Alan Adi, que divide seu tempo entre Sergipe, São Paulo e Rio Janeiro , revela que não foi exatamente por nenhum desses motivos a escolha do nome do projeto, que será exibido no Aracaju Parque Shopping, até o dia 03 de maio.
"Claro que a primeira lembrança que eu tenho  de praia, é da Atalaia, que ia em momentos em família aos finais de semana. Tudo na infância tem encanto. Quando a gente vai crescendo a gente vê o que fica desse encanto e a praia, o mar é o que ficou para mim", diz.
A constante presença do mar está fixada nas 12 peças – dentre pinturas, impressões e instalações – em ‘Atalaia’ . Algumas inéditas, outras parte de séries já exibidas em outros estados, e que  retornam agora para a exibição  na cidade natal do artista. "Eu trago essa lembrança meio que involuntária para várias séries que eu produzi em diferentes momentos da minha trajetória. Eu nunca tinha raciocinado sobre isso, mas quando eu parei para ver, eu vi que os elementos mar, praia, tudo que ladeia a paisagem marítima está presente", revela.

O artista – Alan Adi tem em sua produção temas relacionados à formação da sociedade brasileira, a exemplo da migração, economia, história, educação e herança social. Ele foi um dos finalistas  do 7º Prêmio Industrial Nacional Marcantonio Vilaça (2019), Programa de  Exposições do Centro Cultural São Paulo (2016) e do III Prêmio EDP nas Artes do Instituto Tomie Ohtake (2012).
Entre as participações em exposições recentes de destaque constam ‘Sobre os ombros de Gigantes’ (Galeria Nara Roesler, 2021);  ‘Por ser de Lá’ (Galeria Superfície, 2019/2020); ‘ À Nordeste’ (Sesc 24 de Maio/ SP; 2019) e a Bienal do Barro (Fábrica Caruá, 2019).
‘Atalaia’ é um projeto contemplado pelo edital ‘Janelas para as artes’, iniciativa da Funcaju, através da Lei Aldir Blanc.

 

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