Com o final da greve dos bancários, milhares de clientes correram ontem para as agências que estavam fechadas desde a primeira semana de setembro em Sergipe. Longe de respeitar a Lei dos 15 minutos, as instituições bancárias reiniciaram as atividades às 10h e suspenderam o expediente as 16h conforme ficou definido durante assembleia geral realizada na noite da última quinta-feira. Por orientação da Comissão Nacional de Greve, este ano não haverá horário estendido para reparar os atrasos gerados com os 32 dias de greve.
Diante do amontoado de clientes nas agências, muitos aracajuanos optaram por migrar para as casas lotéricas a fim de realizar transações financeiras e pagamentos de contas. De acordo com o Sindicato dos Bancários do Estado de Sergipe (SEEB), é natural que os primeiros dias após o movimento grevista sejam marcados por agências superlotadas e atendimento demorado. A perspectiva é que este tipo de problema permaneça até a próxima sexta-feira, 14, já que o Governo do Estado irá pagar o salário dos funcionários entre os dias 11 e 12.
"Estamos trabalhando na escala normal e assim permaneceremos conforme ficou definido junto à Federação Nacional de Bancos (Febraban) e aprovada pela maioria na assembleia que realizamos esta semana. Temos consciência do alto fluxo de clientes e demandas, mas o que podemos garantir neste momento é que a classe bancária irá cumprir com os horários normais e tentar agilizar ao máximo todas as demandas funcionais", afirmou a presidente do SEEB, Ivânia Pereira.
Em Sergipe mais de 200 agências aderiram à greve nacional e cerca de 1.200 trabalhadores cruzaram os braços.Entre os bancos que deflagraram greve este ano estava o Banco do Estado de Sergipe (Banese), que há mais de dois anos optava por permanecer dialogando com a direção da instituição. De forma pacífica funcionários e gestores entravam em consenso sem prejudicar os clientes. Na quinta-feira justamente os baneseanos foram os últimos a aceitarem a proposta de 8% de reajuste salarial, abono de R$ 3,5 mil e a garantia de conceder, no próximo ano, a reposição da inflação e 1% de aumento real, entre outros benefícios.
"Ouvimos todos os bancários que se propuseram a apresentar os seus pontos de vista e analisamos com calma a proposta de aceitar as contrapropostas. A reunião seguiu até mais de 21h, mas chegamos ao consenso e a greve também foi suspensa. Tivemos avanços para a categoria e esperamos que melhores condições de trabalho e segurança para funcionários e clientes se façam presentes daqui pra frente em todas as agências instaladas em Sergipe", pontuou Ivânia. Na próxima quarta-feira, 12, os bancos voltam a fechar as portas devido ao feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida – padroeira do Brasil.
Com o final da greve dos bancários, milhares de clientes correram ontem para as agências que estavam fechadas desde a primeira semana de setembro em Sergipe. Longe de respeitar a Lei dos 15 minutos, as instituições bancárias reiniciaram as atividades às 10h e suspenderam o expediente as 16h conforme ficou definido durante assembleia geral realizada na noite da última quinta-feira. Por orientação da Comissão Nacional de Greve, este ano não haverá horário estendido para reparar os atrasos gerados com os 32 dias de greve.
Diante do amontoado de clientes nas agências, muitos aracajuanos optaram por migrar para as casas lotéricas a fim de realizar transações financeiras e pagamentos de contas. De acordo com o Sindicato dos Bancários do Estado de Sergipe (SEEB), é natural que os primeiros dias após o movimento grevista sejam marcados por agências superlotadas e atendimento demorado. A perspectiva é que este tipo de problema permaneça até a próxima sexta-feira, 14, já que o Governo do Estado irá pagar o salário dos funcionários entre os dias 11 e 12.
"Estamos trabalhando na escala normal e assim permaneceremos conforme ficou definido junto à Federação Nacional de Bancos (Febraban) e aprovada pela maioria na assembleia que realizamos esta semana. Temos consciência do alto fluxo de clientes e demandas, mas o que podemos garantir neste momento é que a classe bancária irá cumprir com os horários normais e tentar agilizar ao máximo todas as demandas funcionais", afirmou a presidente do SEEB, Ivânia Pereira.
Em Sergipe mais de 200 agências aderiram à greve nacional e cerca de 1.200 trabalhadores cruzaram os braços.Entre os bancos que deflagraram greve este ano estava o Banco do Estado de Sergipe (Banese), que há mais de dois anos optava por permanecer dialogando com a direção da instituição. De forma pacífica funcionários e gestores entravam em consenso sem prejudicar os clientes. Na quinta-feira justamente os baneseanos foram os últimos a aceitarem a proposta de 8% de reajuste salarial, abono de R$ 3,5 mil e a garantia de conceder, no próximo ano, a reposição da inflação e 1% de aumento real, entre outros benefícios.
"Ouvimos todos os bancários que se propuseram a apresentar os seus pontos de vista e analisamos com calma a proposta de aceitar as contrapropostas. A reunião seguiu até mais de 21h, mas chegamos ao consenso e a greve também foi suspensa. Tivemos avanços para a categoria e esperamos que melhores condições de trabalho e segurança para funcionários e clientes se façam presentes daqui pra frente em todas as agências instaladas em Sergipe", pontuou Ivânia. Na próxima quarta-feira, 12, os bancos voltam a fechar as portas devido ao feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida – padroeira do Brasil.