Aracaju deve criar 1.200 empregos temporários

 

Milton Alves Júnior
Até a primeira sema
na de janeiro do 
próximo ano a perspectiva do setor comerciário em Aracaju é que ao menos 1.200 pessoas tenham sido convidadas para trabalhar em caráter temporário entre o final da primeira quinzena do último mês de outubro e as horas iniciais do ano de 2020. Desse total, entre cinco e 12% devem ser efetivados e passam de funcionários temporários para consolidação da carteira de trabalho assinada. De acordo com a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Aracaju (CDL), esse fluxo de abertura de novas vagas de emprego é tradição no Brasil ao longo das últimas duas décadas, e, diante da paulatina retomada econômica do país, a perspectiva é que nos próximos anos o índice de efetivações de empregos fixos sejam ainda maiores.
Para o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL Sergipe), Breno Barreto, a expectativa é de que as vendas no comércio de Aracaju cresçam entre 7 e 8% este ano. Como se não bastasse o ascendente índice de confiabilidade dos consumidores, o próprio setor lojista tem se demonstrado interessado em ofertar produtos cada vez mais de qualidade, variados e com condições de pagamentos capazes de induzir o sergipano ou turista às compras, e, com isso, amplie-se a quantidade de oportunidades de trabalho temporário. Essa mudança real de comportamento que envolve o cidadão consumidor e o setor empresarial gera a crença de reajuste acima dos 10% para alguns seguimentos lojistas. Essas porcentagens são comparadas ao mesmo fluxo de venda do mesmo período do ano passado.
"Ao longo desses últimos três anos estamos observando um crescimento gradual das vendas, que resultam em mais contratações temporárias, mais gerações de emprego com carteira assinada pós esse período, enfim, um momento de restruturação comercial. Ainda segue distante dos bons número que contabilizamos no início dessa década, mas não se pode negar que os números, depois de uma forte crise econômica está voltando a ter dados mais positivos. Esperamos, inclusive, que as nossas perspectivas em porcentagem sejam ultrapassadas", avaliou o presidente.
 "Esperamos, claro, que esses próximos números a serem apresentados à sociedade sejam realmente melhores em comparação não somente com os últimos anos, mas também àqueles finais de ano quando observamos um maior índice de vendas e contratação de pessoas. Quanto mais o comércio vender e lucrar, mais empregos serão gerados e mais evolutivo estará a nossa economia regional", concluiu Breno Barreto. No cenário nacional a Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem) estima que, até dezembro deste ano, serão abertas 10.944 vagas em todo o estado. Um crescimento de 14% em relação ao ano passado. Do total, 623 estão cadastradas nas agências do Sistema Nacional do Emprego (Sine). Muitas não exigem experiência.

Milton Alves Júnior

Até a primeira sema na de janeiro do  próximo ano a perspectiva do setor comerciário em Aracaju é que ao menos 1.200 pessoas tenham sido convidadas para trabalhar em caráter temporário entre o final da primeira quinzena do último mês de outubro e as horas iniciais do ano de 2020. Desse total, entre cinco e 12% devem ser efetivados e passam de funcionários temporários para consolidação da carteira de trabalho assinada. De acordo com a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Aracaju (CDL), esse fluxo de abertura de novas vagas de emprego é tradição no Brasil ao longo das últimas duas décadas, e, diante da paulatina retomada econômica do país, a perspectiva é que nos próximos anos o índice de efetivações de empregos fixos sejam ainda maiores.
Para o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL Sergipe), Breno Barreto, a expectativa é de que as vendas no comércio de Aracaju cresçam entre 7 e 8% este ano. Como se não bastasse o ascendente índice de confiabilidade dos consumidores, o próprio setor lojista tem se demonstrado interessado em ofertar produtos cada vez mais de qualidade, variados e com condições de pagamentos capazes de induzir o sergipano ou turista às compras, e, com isso, amplie-se a quantidade de oportunidades de trabalho temporário. Essa mudança real de comportamento que envolve o cidadão consumidor e o setor empresarial gera a crença de reajuste acima dos 10% para alguns seguimentos lojistas. Essas porcentagens são comparadas ao mesmo fluxo de venda do mesmo período do ano passado.
"Ao longo desses últimos três anos estamos observando um crescimento gradual das vendas, que resultam em mais contratações temporárias, mais gerações de emprego com carteira assinada pós esse período, enfim, um momento de restruturação comercial. Ainda segue distante dos bons número que contabilizamos no início dessa década, mas não se pode negar que os números, depois de uma forte crise econômica está voltando a ter dados mais positivos. Esperamos, inclusive, que as nossas perspectivas em porcentagem sejam ultrapassadas", avaliou o presidente.
 "Esperamos, claro, que esses próximos números a serem apresentados à sociedade sejam realmente melhores em comparação não somente com os últimos anos, mas também àqueles finais de ano quando observamos um maior índice de vendas e contratação de pessoas. Quanto mais o comércio vender e lucrar, mais empregos serão gerados e mais evolutivo estará a nossa economia regional", concluiu Breno Barreto. No cenário nacional a Associação Brasileira do Trabalho Temporário (Asserttem) estima que, até dezembro deste ano, serão abertas 10.944 vagas em todo o estado. Um crescimento de 14% em relação ao ano passado. Do total, 623 estão cadastradas nas agências do Sistema Nacional do Emprego (Sine). Muitas não exigem experiência.

 

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