Zezinho será
o escolhido
O vice-governador Zezinho Sobral (PDT), secretário de Estado da Educação, é o nome preferido do governador Fábio Mitidieri (PSD) e do prefeito Edvaldo Nogueira (PDT) para a eleição da prefeitura de Aracaju em 2024. Edvaldo já foi reeleito e não pode pleitear novo mandato.
Foi Edvaldo quem levou Zezinho para o PDT e o indicou para compor a chapa com Mitidieri.
Em 2016, Zezinho fez uma intensa pré-campanha para a prefeitura de Aracaju, mas acabou preterido pelo então governador Jackson Barreto, que fez a opção por Edvaldo em função do seu bom desempenho nas pesquisas.
Estava certo. Edvaldo foi eleito e reeleito. E com o bom desempenho de sua administração, deverá ser um bom cabo eleitoral em 2024.
Chapa fechada
Em reunião realizada na quinta-feira (19), no gabinete do deputado Jeferson Andrade, na Assembleia Legislativa, foi fechada a composição da chapa da nova Mesa Diretora da instituição.
O presidente será Jeferson Andrade (PSD), vice-presidente deputado Garibaldi Mendonça (PDT), 1º secretário deputado Luciano Bispo (PSD), 2º secretário deputado Marcelo Sobral (União), 3º secretario deputada Carminha (Republicanos) e 4º secretário deputado Paulo Júnior (PV).
Segundo Jeferson, todos os deputados e deputadas eleitos foram ouvidos, participaram do processo de consulta em torno da eleição da Mesa, e a reunião da manhã de ontem apenas confirmou a prévia aprovação geral da composição desejada pela grande e expressiva maioria do colegiado.
A eleição dessa nova Mesa Diretora da Assembleia será realizada no próximo dia 1º de fevereiro, logo após a posse formal dos deputados.
Democracia inabalada
O Supremo Tribunal Federal (STF) lançou esta semana a campanha Democracia Inabalada (#DemocraciaInabalada), em resposta aos atos de vandalismo praticados em 8 de janeiro no edifício-sede da Corte.
Até o dia 1º de fevereiro, serão exibidos vídeos na TV Justiça, em outras emissoras e sites, e realizadas postagens nas redes sociais do Tribunal, com o objetivo de chamar a atenção para o lamentável episódio, para que ele nunca seja esquecido e nem se repita, e destacar que a democracia e a Suprema Corte saem fortalecidas desses acontecimentos.
Disputa por cargos
O presidente Lula ainda não conseguiu preencher todos os cargos do segundo escalão da presidência, mas o PT e os partidos aliados já estão de olho nos cargos federais nos estados. Somente em Sergipe são 34.
A direção regional da Codevasf, que no governo Bolsonaro se transformou no órgão que recebia todas as emendas do orçamento secreto e era responsável até por obras de calçamento de ruas e saneamento, é a mais disputada. Assim como as delegacias da Funasa, Incra, Dnocs, Dnit e Ibama. Normalmente os partidos que indicam a diretoria nacional ficam com os cargos estaduais.
Desta vez, no entanto, o senador Rogério Carvalho vem avisando que não abre mão da Codevasf em Sergipe. “Precisamos tirar o Baixo São Francisco das mãos de grandes produtores rurais que submetem os pequenos produtores. Só haverá desenvolvimento quando a Codevasf se libertar do comando político que abandona os pequenos produtores e não investe na melhoria dos perímetros irrigados”, diz o petista através das redes sociais.
Os 43 anos do PT
O Partido dos Trabalhadores prepara uma programação especial para festejar seus 43 anos, marcados pela luta em defesa da democracia, dos direitos do povo e da soberania nacional.
Dentro da programação haverá a realização de um jantar no dia 14 de fevereiro, em Brasília, para arrecadação de fundos, com a participação do presidente Lula. Ao todo, estão disponíveis 300 convites, nos seguintes valores: R$ 20.000,00, R$ 10.000,00; R$5.000,00 e R$ 500,00.
O PT foi fundado em 10 de fevereiro de 1980, a partir do encontro no Colégio Sion, em São Paulo.
Nova investigação
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) será investigado em mais uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta quinta-feira (19), o ministro Benedito Gonçalves acatou um pedido de investigação apresentado pela coligação da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na ação, os partidos alegam que houve abuso de poder econômico e político quando Bolsonaro utilizou os palácios da Alvorada e Planalto para fazer eventos de sua campanha em 2022, no primeiro e segundo turnos.
Em sua decisão, Gonçalves lembrou que a legislação eleitoral foi ferida pelo ex-presidente. “Conforme se observa, não foi concedida autorização irrestrita que convertesse bens públicos de uso privativo dos Chefes do Executivo, custeados pelo Erário, em bens disponibilizados, sem reservas, à conveniência da campanha à reeleição. No caso da residência oficial, os atos de campanha que a lei autoriza são eminentemente voltados para arranjos internos, permitindo-se ao Presidente receber interlocutores reservadamente, com o objetivo de traçar estratégias e alianças políticas.”
Por fim, Gonçalves lembrou que sedes do governo federal foram utilizadas como espaços para a campanha do ex-presidente. “Extrai-se do material analisado que espaços tradicionalmente usados para a realização de coletivas pelo Presidente da República, no desempenho de sua função de Chefe de Estado, serviram de palco para a realização de atos ostensivos de campanha, nos quais se buscou projetar uma imagem de força política da candidatura de Jair Bolsonaro, que se evidenciaria nas alianças com governadores que alcançaram mais de 50% dos votos em seus estados já no primeiro turno e na expressividade de sua base de apoio no Congresso.”


