Sexta, 21 De Janeiro De 2022
**PUBLICIDADE
Publicidade

Tribuna


Avatar

Publicado em 11 de dezembro de 2021
Por Jornal Do Dia Se


Feira de Nossa Senhora das Dores, de Adauto Machado

Rixa política em Itabaiana
O ex-prefeito de Itabaiana, Valmir de Francisquinho (PL), vem dizendo que não vota em nenhuma chapa que tenha a participação do deputado estadual Luciano Bispo (MDB), presidente da Assembleia Legislativa. Os dois são adversários na política municipal, fato que sempre rende bons dividendos eleitorais para ambos, da mesma forma que ocorre em Lagarto com os Reis e os Ribeiro.
Luciano Bispo se tornou referência no bloco governista pela forma como conduz a Alese, sempre em busca de entendimento interno com os deputados – inclusive a também adversária de Itabaiana, Maria Mendonça (PSDB) – e no relacionamento com os demais poderes. Luciano é um nome que pode somar em qualquer chapa formada por aliados do governador Belivaldo Chagas.
Valmir não tem o controle do PL, presidido pelos Amorim, e é um entusiasta do presidente Bolsonaro.

Pix e regras eleitorais
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou na quinta-feira (9) quatro resoluções sobre as regras que serão aplicadas nas Eleições 2022. As normas tratam do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) – conhecido como Fundo Eleitoral; da arrecadação e gastos de campanha por partidos e candidatos e prestação de contas; dos atos gerais do processo eleitoral; e do cronograma do Cadastro Eleitoral.
Todos os temas foram previamente apresentados em audiências públicas, realizadas de 22 a 23 de novembro, sob o comando do relator, ministro Edson Fachin, e receberam sugestões de aprimoramento por partidos políticos e sociedade em geral. O presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, observou que as resoluções apenas regulamentam a legislação votada anteriormente pelo Congresso Nacional, com o intuito de tornar as regras mais claras e objetivas.
Uma das novidades é a possibilidade de receber recursos por meio do Pix, devendo a chave para identificação ser sempre o CPF ou o CPNJ. O texto também regulamenta a realização de eventos musicais, permitindo apresentações artísticas e shows em eventos que tenham o objetivo específico de arrecadar recursos para as campanhas eleitorais.

Congresso do Cidadania
O partido Cidadania reúne seus filiados e lideranças políticas neste sábado (11), a partir das 15 horas, na Câmara Municipal de Itabaiana, durante congresso estadual. Serão definidos os novos diretório e executiva estadual, além da eleição dos delegados para o Congresso Nacional.
O presidente do Cidadania Sergipe, senador Alessandro Vieira, disse que partido se estrutura para apresentar boas chapas de deputados estaduais, federais, e uma candidatura ao Governo do Estado nas eleições de 2022, “colocando opções para os sergipanos que querem mudar de verdade nosso estado”.

Ruptura à vista
O conselheiro Ulices Andrade, do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SE), nunca deixou de participar de discussões políticas e campanhas eleitorais, desde que chegou ao órgão, no final de 2010. Foi deputado estadual por seis mandatos, presidiu a Assembleia Legislativa por quatro anos, elege com folga o filho Jeferson para a Alese desde que virou conselheiro, e é interlocutor permanente de prefeitos e lideranças políticas de todo o estado.
Hoje é um dos cotados para a sucessão do governador Belivaldo Chagas (PSD) dentro do bloco governista. Ele é influente junto as lideranças tradicionais, mas pouco conhecido do eleitorado mais jovem. Nada que uma boa campanha nas redes sociais e veículos de comunicação não possa reverter.
Neste momento, no entanto, nem Ulices garantiria a unidade do bloco. O deputado federal Fábio Mitidieri, que divide com o filho do conselheiro o comando do PSD no estado, está com a faca nos dentes, trabalha incessantemente para ser o escolhido, e não parece disposto a qualquer acomodação. O prefeito Edvaldo Nogueira (PDT) e o deputado federal Laércio Oliveira (PP) poderiam ser acomodados em outras posições.
Belivaldo terá que agir com muita habilidade no comando do processo para evitar uma ruptura no grupo, que já perdeu o PT, que, através de Marcelo Déda, foi o responsável pela sua consolidação a partir de 2006.

**PUBLICIDADE
Publicidade


Capa do dia
Capa do dia



**PUBLICIDADE
Publicidade


**PUBLICIDADE
Publicidade