Quinta, 26 De Maio De 2022
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O dia D


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Publicado em 03 de fevereiro de 2021
Por Jornal Do Dia


Belivaldo vacila

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Belivaldo Chagas é um 
homem dado a falar 
grosso. Quem não lembra a sua reação quando Sadi Gitz estourou os próprios miolos, durante a solenidade inaugural de um seminário sobre o mercado de gás sergipano? "Vida que segue", conformou-se o governador, visivelmente aborrecido. O desespero de um empresário à beira da falência estragou os seus planos.
Não é de bom tom especular sobre as razões dos suicidas. O tempo passa, contudo, e a situação econômica do estado só piora. Durante a campanha eleitoral, Belivaldo dizia ter chegado para resolver, tom peremptório. Conversa mole pra boi dormir. Segundo as estatísticas oficiais, o governador não resolveu coisa nenhuma.
Nunca é demais lembrar: A crise econômica é anterior à pandemia. As prioridades dos bem pagos representantes eleitos do povo, estas, sim, são novidade, foram reveladas pelo vírus.
O governador de Sergipe já não parece tão certo da própria competência. Justo agora, quando o momento delicado exige firmeza dos governantes, Belivaldo vacila. Os decretos responsáveis pela suspensão da atividade comercial durante a pandemia, por exemplo, só foram impostos depois de idas e vindas. Não há rigor na fiscalização dos protocolos sanitários que deveriam condicionar a retomada da atividade econômica. Uma decisão sobre o feriado de Carnaval é protelada até o último instante.
O dia D está marcado no calendário: Quinta-feira, 04 de fevereiro. Não se trata de autorizar, ou não, a realização da fuzarca. Carnaval de verdade, com cheiro de suor, só ano que vem. Na data estipulada, Belivaldo dirá se atende aos empresários do comércio local, de pires na mão, ou se serve a todos os sergipanos.

Rian Santos

Belivaldo Chagas é um  homem dado a falar  grosso. Quem não lembra a sua reação quando Sadi Gitz estourou os próprios miolos, durante a solenidade inaugural de um seminário sobre o mercado de gás sergipano? "Vida que segue", conformou-se o governador, visivelmente aborrecido. O desespero de um empresário à beira da falência estragou os seus planos.
Não é de bom tom especular sobre as razões dos suicidas. O tempo passa, contudo, e a situação econômica do estado só piora. Durante a campanha eleitoral, Belivaldo dizia ter chegado para resolver, tom peremptório. Conversa mole pra boi dormir. Segundo as estatísticas oficiais, o governador não resolveu coisa nenhuma.
Nunca é demais lembrar: A crise econômica é anterior à pandemia. As prioridades dos bem pagos representantes eleitos do povo, estas, sim, são novidade, foram reveladas pelo vírus.
O governador de Sergipe já não parece tão certo da própria competência. Justo agora, quando o momento delicado exige firmeza dos governantes, Belivaldo vacila. Os decretos responsáveis pela suspensão da atividade comercial durante a pandemia, por exemplo, só foram impostos depois de idas e vindas. Não há rigor na fiscalização dos protocolos sanitários que deveriam condicionar a retomada da atividade econômica. Uma decisão sobre o feriado de Carnaval é protelada até o último instante.
O dia D está marcado no calendário: Quinta-feira, 04 de fevereiro. Não se trata de autorizar, ou não, a realização da fuzarca. Carnaval de verdade, com cheiro de suor, só ano que vem. Na data estipulada, Belivaldo dirá se atende aos empresários do comércio local, de pires na mão, ou se serve a todos os sergipanos.

 

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