Quarta, 29 De Junho De 2022
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E ASSIM SE PASSARAM 247 ANOS


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Publicado em 02 de setembro de 2021
Por Jornal Do Dia


 

* Rômulo Rodrigues
"Se não tem pão, que comam brioches"! Essa é uma frase atribuída a Maria Antonieta quando de sua coroação como rainha da França, ao saber que os povos das províncias francesas, os camponeses, não conseguiam mais comprar pão para comer, devido ao alto preço do alimento.
Essa é uma história de diferentes versões que deve ficar a cargo dos historiadores decifrarem a verdade. O fato histórico concreto é que marcou sua história com a frase que a fez, literalmente, perder a cabeça.
O povo nas ruas clamava por comida, emprego e contra a inflação, tendo como ponto culminante a tomada da Bastilha em 14 de julho de 1789 e em 16 de outubro de 1793 ela executada acusada de conspiração em favor de seu País, a Áustria.
Passados todos esses anos, aparece no Brasil, um estereótipo de gente, fruto da maior fraude eleitora da história e proclama sem a dignidade de Maria Antonieta que quem não puder comprar feijão, que compre fuzil.
Botemos o pé na realidade e vejamos o tamanho do retrocesso que atravessa um País continente que, o personagem do humor de Brandão Filho: estava indo tão bem!
Por dever de consciência, não dá para esquecer todas as agruras que passa o povo brasileiro, similar no sofrimento, e não na capacidade de reagir, daquele povo francês, acaba de completar cinco anos da cassação do mandato de uma presidenta honesta e muitos dos canalhas ainda estão presentes no cenário das decisões políticas.
A elite do atraso, viciada em propagar mentiras como forma de alimentar as mentes dos descerebrados da classe média que, mesmo que só tendo ovos, ossos e pés de galinhas como fontes de proteínas animal, adoram, de estômagos vazios, repetirem: "O povo brasileiro não tem memória".
E como a verdade hoje anda de WhatsApp, circula na globosfera um vídeo comparativo entre os governos de Dilma e Bolsonaro, que põe por terra a mentira dos golpistas de que era só tirar a Dilma que tudo iria melhorar.
Logo no início, aparece a presidenta Dilma anunciando medidas para combater o surto do Zika Vírus que surgiu em 2016 e que o Brasil vacinou em tempo recorde 80 milhões de pessoas e Jair Bolsonaro é mostrado desdenhando da pandemia do Corona Vírus, que vai matar mais de 600 mil brasileiros e brasileiras.
No vídeo também tem a posição firme de Dilma contra a homofobia e Bolsonaro fazendo piadas com homossexuais.
Outra comparação é quanto à taxa de desemprego que com Dilma chegou ao menor índice histórico e hoje bate recorde e foi nessa constatação que o economista tucano Pérsio Arida falou sobre a destruição da economia brasileira nos cinco anos de golpe, que serviu apenas para que surgissem poucos novos milionários no Brasil.
O diagnóstico mais completo aponta que o quadro não é fruto de incompetência e sim de um projeto de destruição.
A mídia tenta passar a ideia de que o golpe se deu porque o PT votou a favor do processo contra Eduardo Cunha na comissão de ética da câmara e que Dilma não fez o que Bolsonaro está fazendo; comprar em larga escala o bloco dos mais de 300 picaretas.
A realidade mostra que nada teria parado o golpe, já que as massas e a sociedade civil estavam totalmente imobilizadas pela ofensiva do partido midiático e a subordinação do partido da justiça.
Aqui é bem diferente do Afeganistão, basta comprar os partidos corruptos das elites do atraso, o partido militar, o partido midiático e o da justiça; não precisa disparar um único tiro.
A motivação foi outra: o Brasil já havia se tornado uma grande economia; transformado a Tsunami da crise do Sub Prime numa marolinha; formado o bloco econômico do BRICS que ameaçava a hegemonia do dólar; tinha o maior crescimento per capita do mundo; inclusão de uma nova classe média de 20 milhões de pessoas no mercado de consumo; elevação de um partido político da classe trabalhadora como alternativa concreta de poder; consolidação de uma liderança de massas como uma das maiores personalidades mundial e aí o grande capital fez o que sabe fazer: comprou os partidos de direita tradicionais, os partidos militar, midiático e da justiça para, como fizeram os fascistas em 1922 na Itália, os nazistas em 1932 na Alemanha e em 1964 no Brasil levantarem a bandeira da anticorrupção para roubarem as riquezas do País, os direitos dos trabalhadores e praticarem um genocídio.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

"Se não tem pão, que comam brioches"! Essa é uma frase atribuída a Maria Antonieta quando de sua coroação como rainha da França, ao saber que os povos das províncias francesas, os camponeses, não conseguiam mais comprar pão para comer, devido ao alto preço do alimento.
Essa é uma história de diferentes versões que deve ficar a cargo dos historiadores decifrarem a verdade. O fato histórico concreto é que marcou sua história com a frase que a fez, literalmente, perder a cabeça.
O povo nas ruas clamava por comida, emprego e contra a inflação, tendo como ponto culminante a tomada da Bastilha em 14 de julho de 1789 e em 16 de outubro de 1793 ela executada acusada de conspiração em favor de seu País, a Áustria.
Passados todos esses anos, aparece no Brasil, um estereótipo de gente, fruto da maior fraude eleitora da história e proclama sem a dignidade de Maria Antonieta que quem não puder comprar feijão, que compre fuzil.
Botemos o pé na realidade e vejamos o tamanho do retrocesso que atravessa um País continente que, o personagem do humor de Brandão Filho: estava indo tão bem!
Por dever de consciência, não dá para esquecer todas as agruras que passa o povo brasileiro, similar no sofrimento, e não na capacidade de reagir, daquele povo francês, acaba de completar cinco anos da cassação do mandato de uma presidenta honesta e muitos dos canalhas ainda estão presentes no cenário das decisões políticas.
A elite do atraso, viciada em propagar mentiras como forma de alimentar as mentes dos descerebrados da classe média que, mesmo que só tendo ovos, ossos e pés de galinhas como fontes de proteínas animal, adoram, de estômagos vazios, repetirem: "O povo brasileiro não tem memória".
E como a verdade hoje anda de WhatsApp, circula na globosfera um vídeo comparativo entre os governos de Dilma e Bolsonaro, que põe por terra a mentira dos golpistas de que era só tirar a Dilma que tudo iria melhorar.
Logo no início, aparece a presidenta Dilma anunciando medidas para combater o surto do Zika Vírus que surgiu em 2016 e que o Brasil vacinou em tempo recorde 80 milhões de pessoas e Jair Bolsonaro é mostrado desdenhando da pandemia do Corona Vírus, que vai matar mais de 600 mil brasileiros e brasileiras.
No vídeo também tem a posição firme de Dilma contra a homofobia e Bolsonaro fazendo piadas com homossexuais.
Outra comparação é quanto à taxa de desemprego que com Dilma chegou ao menor índice histórico e hoje bate recorde e foi nessa constatação que o economista tucano Pérsio Arida falou sobre a destruição da economia brasileira nos cinco anos de golpe, que serviu apenas para que surgissem poucos novos milionários no Brasil.
O diagnóstico mais completo aponta que o quadro não é fruto de incompetência e sim de um projeto de destruição.
A mídia tenta passar a ideia de que o golpe se deu porque o PT votou a favor do processo contra Eduardo Cunha na comissão de ética da câmara e que Dilma não fez o que Bolsonaro está fazendo; comprar em larga escala o bloco dos mais de 300 picaretas.
A realidade mostra que nada teria parado o golpe, já que as massas e a sociedade civil estavam totalmente imobilizadas pela ofensiva do partido midiático e a subordinação do partido da justiça.
Aqui é bem diferente do Afeganistão, basta comprar os partidos corruptos das elites do atraso, o partido militar, o partido midiático e o da justiça; não precisa disparar um único tiro.
A motivação foi outra: o Brasil já havia se tornado uma grande economia; transformado a Tsunami da crise do Sub Prime numa marolinha; formado o bloco econômico do BRICS que ameaçava a hegemonia do dólar; tinha o maior crescimento per capita do mundo; inclusão de uma nova classe média de 20 milhões de pessoas no mercado de consumo; elevação de um partido político da classe trabalhadora como alternativa concreta de poder; consolidação de uma liderança de massas como uma das maiores personalidades mundial e aí o grande capital fez o que sabe fazer: comprou os partidos de direita tradicionais, os partidos militar, midiático e da justiça para, como fizeram os fascistas em 1922 na Itália, os nazistas em 1932 na Alemanha e em 1964 no Brasil levantarem a bandeira da anticorrupção para roubarem as riquezas do País, os direitos dos trabalhadores e praticarem um genocídio.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 

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