Terça, 16 De Agosto De 2022
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LULA CRESCE NAS PESQUISAS E CAEM AS ACUSAÇÕES


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Publicado em 03 de junho de 2021
Por Jornal Do Dia


 

* Rômulo Rodrigues
E o povo foi às ruas no último dia 29 de maio. Estava precisando de uma demonstração de força popular, feita, respeitando os protocolos, e mostrando que dá para ir para as ruas e salvar vidas.
Foi assombroso ver e ouvir o senador Otto Alencar na CPI dizer com toda a autoridade que 300 mil vidas poderiam ter sido poupadas e, ler no The New York Times que Bolsonaro projeta um morticínio de um milhão e quatrocentas mil vidas humanas.
Dois movimentos, no entanto, além do povo nas ruas vão ganhando corpo e musculatura no enfrentamento para derrotar este governo fascista e seus aliados mais renhidos; o partido midiático e o partido militar.
No momento, fatores como: as revelações nos depoimentos da CPI do senado e os números semanais revelados nas pesquisas presenciais, não estão deixando dúvidas de que o Brasil está sendo passado a limpo e os verdadeiros criminosos vão ser desmascarados, um a um.
O partido midiático vem deixando claro que joga pedras em Bolsonaro, mas, no que lhe interessa; defende o projeto econômico de Paulo Guedes e por isso, deturpa as informações, boicotando a divulgação das manifestações do povo nas ruas; como já fez na campanha das diretas-já; mesmo que o Jornal Nacional venha dando algum espaço para não se desmoralizar. 
O relator da CPI, senador Renan Calheiros, já disse que o atual foco da comissão é investigar os eventuais desvios de dinheiro público, e também desvendar interesses econômicos na defesa clínica da cloroquina, medicamento que não possui eficácia alguma contra o novo coronavírus e, segundo algumas opiniões médicas, pode ter causado muitas mortes pelo uso indevido.
A expectativa é que o relatório da CPI desvende todo o esquema de corrupção envolvendo a família Bolsonaro, Eduardo Pazzuelo e, provavelmente, mais gente nas forças armadas.
Será um serviço histórico prestado à Nação para sair da letargia de esquecer e não se indignar com a notícia de que o sargento Manuel Silva Rodrigues traficou cocaína em pelo menos sete viagens oficiais antes de ser preso na Espanha durante uma missão oficial do presidente da República e sua comitiva; e até hoje, as ditas instituições acima de qualquer suspeita não vieram a público prestar contas à sociedade.
Na ânsia perversa de acentuar o genocídio, o ex-capitão do exército, cria mais um caso acentuado de beligerância ao aceitar o pedido da Conmebol para realizar a Copa América em nosso País, para beneficiar o SBT do sogro do seu ministro das comunicações, pondo em risco, ainda mais, a população.
Por sua vez, é justamente no seio do partido da justiça, que já foi um dos pilares do golpismo, que vem nascendo e crescendo mudanças que alteram a correlação de forças, beneficiando o bloco da democracia.
Desde aquela decisão do ministro Edson Fachin, devolvendo os direitos políticos de Lula, que desencadeou uma escalada de decisões posteriores que desmascararam toda a farsa da lava jato e do TRF-4, contra o ex-presidente, como: anulações das condenações referentes aos processos do apartamento do edifício Solares no Guarujá, SP, que nunca foi comprado, e do sítio de Atibaia, SP, onde a família Lula, há décadas, costumava frequentar para pescarias de lazer.
Recentes decisões judiciais obrigaram a que a construtora OAS devolva ao espólio de D. Marisa Letícia os valores correspondentes a algumas cotas pagas como intenção de compra de um apartamento financiado pela Cooperativa de Bancário, nunca concluído e nunca entregue; na sequencia a juíza encarregada de julgar as acusações referentes às palestras de Lula pelo mundo, julgou que todas as acusações referentes ao caso não passaram de deslavadas mentiras, dos acusadores e da imprensa do ódio.
Toda essa reversão de casos e fatos, apesar de vitórias significativas, ainda estão longe de atingir todo o objetivo de processar e condenar todos que ofenderam a honra de uma das famílias mais honesta e honrada do Brasil.
A resposta do povo brasileiro já pegou velocidade de crescimento, como ficou refletida nas manifestações de sábado, 29, já se consolida nas mais diversas pesquisas de intenções de votos, sejam por telefone, sejam digitais, ou presenciais como as do Datafolha e Vox Populli, publicadas quase que semanalmente e que tem levado ao desespero o Presidente Jair Bolsonaro, os bolsonaristas e um ícone da difusão do ódio, o decadente jornal O Estado de S. Paulo, O Estadão; que procura desesperadamente uma terceira via que não vem; que não vem.
O Brasil atropelado, que se chocou ao ver Jair Bolsonaro fazer despertar uma enorme parcela de gente que vivia nos porões de uma sociedade podre; tenta se reerguer e voltar à civilidade por uma única saída possível; a eleição de Lula em 2022.
Só com um novo reordenamento jurídico e o retorno ao estado democrático de direito o estado policial instalado pelo fascismo e expresso nas ações policiais de Pernambuco, Goiás e São Paulo.
Ah! Também uma reorganização geral na polícia federal, que teve coragem de invadir o apartamento de Lula e D. Marisa e confiscar e nunca devolver o tablete do neto Artur e se acovardou na hora de confiscar o celular do ministro Ricardo Sales.
Importante também, aprovar a lei de regulamentação das concessões de mídia, par impedir que uma única rede de televisão implante o terror e alimente o fascismo.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

E o povo foi às ruas no último dia 29 de maio. Estava precisando de uma demonstração de força popular, feita, respeitando os protocolos, e mostrando que dá para ir para as ruas e salvar vidas.
Foi assombroso ver e ouvir o senador Otto Alencar na CPI dizer com toda a autoridade que 300 mil vidas poderiam ter sido poupadas e, ler no The New York Times que Bolsonaro projeta um morticínio de um milhão e quatrocentas mil vidas humanas.
Dois movimentos, no entanto, além do povo nas ruas vão ganhando corpo e musculatura no enfrentamento para derrotar este governo fascista e seus aliados mais renhidos; o partido midiático e o partido militar.
No momento, fatores como: as revelações nos depoimentos da CPI do senado e os números semanais revelados nas pesquisas presenciais, não estão deixando dúvidas de que o Brasil está sendo passado a limpo e os verdadeiros criminosos vão ser desmascarados, um a um.
O partido midiático vem deixando claro que joga pedras em Bolsonaro, mas, no que lhe interessa; defende o projeto econômico de Paulo Guedes e por isso, deturpa as informações, boicotando a divulgação das manifestações do povo nas ruas; como já fez na campanha das diretas-já; mesmo que o Jornal Nacional venha dando algum espaço para não se desmoralizar. 
O relator da CPI, senador Renan Calheiros, já disse que o atual foco da comissão é investigar os eventuais desvios de dinheiro público, e também desvendar interesses econômicos na defesa clínica da cloroquina, medicamento que não possui eficácia alguma contra o novo coronavírus e, segundo algumas opiniões médicas, pode ter causado muitas mortes pelo uso indevido.
A expectativa é que o relatório da CPI desvende todo o esquema de corrupção envolvendo a família Bolsonaro, Eduardo Pazzuelo e, provavelmente, mais gente nas forças armadas.
Será um serviço histórico prestado à Nação para sair da letargia de esquecer e não se indignar com a notícia de que o sargento Manuel Silva Rodrigues traficou cocaína em pelo menos sete viagens oficiais antes de ser preso na Espanha durante uma missão oficial do presidente da República e sua comitiva; e até hoje, as ditas instituições acima de qualquer suspeita não vieram a público prestar contas à sociedade.
Na ânsia perversa de acentuar o genocídio, o ex-capitão do exército, cria mais um caso acentuado de beligerância ao aceitar o pedido da Conmebol para realizar a Copa América em nosso País, para beneficiar o SBT do sogro do seu ministro das comunicações, pondo em risco, ainda mais, a população.
Por sua vez, é justamente no seio do partido da justiça, que já foi um dos pilares do golpismo, que vem nascendo e crescendo mudanças que alteram a correlação de forças, beneficiando o bloco da democracia.
Desde aquela decisão do ministro Edson Fachin, devolvendo os direitos políticos de Lula, que desencadeou uma escalada de decisões posteriores que desmascararam toda a farsa da lava jato e do TRF-4, contra o ex-presidente, como: anulações das condenações referentes aos processos do apartamento do edifício Solares no Guarujá, SP, que nunca foi comprado, e do sítio de Atibaia, SP, onde a família Lula, há décadas, costumava frequentar para pescarias de lazer.
Recentes decisões judiciais obrigaram a que a construtora OAS devolva ao espólio de D. Marisa Letícia os valores correspondentes a algumas cotas pagas como intenção de compra de um apartamento financiado pela Cooperativa de Bancário, nunca concluído e nunca entregue; na sequencia a juíza encarregada de julgar as acusações referentes às palestras de Lula pelo mundo, julgou que todas as acusações referentes ao caso não passaram de deslavadas mentiras, dos acusadores e da imprensa do ódio.
Toda essa reversão de casos e fatos, apesar de vitórias significativas, ainda estão longe de atingir todo o objetivo de processar e condenar todos que ofenderam a honra de uma das famílias mais honesta e honrada do Brasil.
A resposta do povo brasileiro já pegou velocidade de crescimento, como ficou refletida nas manifestações de sábado, 29, já se consolida nas mais diversas pesquisas de intenções de votos, sejam por telefone, sejam digitais, ou presenciais como as do Datafolha e Vox Populli, publicadas quase que semanalmente e que tem levado ao desespero o Presidente Jair Bolsonaro, os bolsonaristas e um ícone da difusão do ódio, o decadente jornal O Estado de S. Paulo, O Estadão; que procura desesperadamente uma terceira via que não vem; que não vem.
O Brasil atropelado, que se chocou ao ver Jair Bolsonaro fazer despertar uma enorme parcela de gente que vivia nos porões de uma sociedade podre; tenta se reerguer e voltar à civilidade por uma única saída possível; a eleição de Lula em 2022.
Só com um novo reordenamento jurídico e o retorno ao estado democrático de direito o estado policial instalado pelo fascismo e expresso nas ações policiais de Pernambuco, Goiás e São Paulo.
Ah! Também uma reorganização geral na polícia federal, que teve coragem de invadir o apartamento de Lula e D. Marisa e confiscar e nunca devolver o tablete do neto Artur e se acovardou na hora de confiscar o celular do ministro Ricardo Sales.
Importante também, aprovar a lei de regulamentação das concessões de mídia, par impedir que uma única rede de televisão implante o terror e alimente o fascismo.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 

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