Quarta, 29 De Junho De 2022
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NO PASSADO ESTÃO OS GENERAIS


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Publicado em 09 de setembro de 2021
Por Jornal Do Dia


 

* Rômulo Rodrigues
No festival de besteiras que assolou o país na semana que antecedeu as comemorações do Dia da Independência, uma das que apareceu como forma de marcar posição de quem odeia o povo, foi a frase atribuída ao vice-presidente da República Hamilton Mourão: "Lula é coisa do passado".
Muito bem: se Lula é coisa do passado, o certo é revelar o que é presente como, por exemplo: O filho de Mourão, funcionário de carreira do Banco do Brasil, teve o salário triplicado assim que o pai tomou posse como vice-presidente da República.
Coisa do presente para o general reformado do exército, Hamilton Mourão, deve ser ver na folha de pagamentos do Ministério da Defesa mais de uma centena de milhares de filhas de militares "solteiras", que ganham R$ 9,7 bilhões em pensões anuais, muitas com uniões estáveis, empresárias com altos rendimentos em diversas funções.
Na sua conta no Twitter, o vice-presidente mandou a seguinte aberração: "Há 56 anos, as FA intervieram na política nacional para enfrentar a desordem, subversão e corrupção que abalavam as instituições e assustavam a população. Com a eleição do general Castelo Branco, iniciaram-se as reformas que desenvolveram o Brasil".
No passado Mourão, estão reformas de base que o presidente João Goulart queria implantar e que generais como Castelo Branco e Golberí do Couto e Silva, a mando de embaixador americano, Lincoln Gordon, impediram.
No passado também estão os levantes militares contra o aumento de 100% do salário mínimo proposto pelo ministro do trabalho João Goulart e sancionado pelo presidente Getúlio Vargas e seu exército, a mando do baronato paulista tentou, impedir, como também tentou impedir a candidatura de Juscelino Kubitschek à presidência da República, sua eleição e posse, que só foram garantidas pela ação nacionalista e legalista do general Teixeira Lott, que gente como você e Jair Bolsonaro abominam para exaltar um facínora torturador como o coronel Brilhante Ustra.
Acredito que o seu retrocesso seja proveniente de não escutar Belchior dizer que só gente como você é que ama o passado e que não vê que o novo sempre vem e vai ouvir um decrépito como Sergio Reis dizer que seu coração é de papel que serve para limpar a bunda do menino da porteira.
Gente como você, Hamilton, devia olhar o futuro para aceitar que 84% da população brasileira defendem a democracia e apenas 6% de descerebrados querem a ditadura ou; o ovo da serpente que botou você no mundo, e que gorou!
 A ditadura militar, implantada com o golpe de estado em 1964, quando você tinha 11 anos, e que durou até 1985, quando você já era militar, com 32 anos, lhe ensinou, em plena democracia, nos cursos da academia militar o mesmo que o idiotismo botou no vazio cerebral da manifestante bolsominiom que diante da repressão policial, vomitou: "Polícia militar comunista libanesa".
Vocês generais que se apoderaram do rico patrimônio de soberania de uma nação para engordarem seus salários e dos seus familiares e de quebra baterem continência para a bandeira dos Estados Unidos da América, não podem falar nem do presente e nem do futuro; quem pode, deve e falou, é o presidente que tinha 87% de aprovação e não deu golpe, Luiz Inácio Lula da Silva, que na véspera do 7 de setembro falou de esperança.
Falou do que plantou em seus dois governos, onde não se ouvia falar em generais, pois não tinham protagonismo mas, faziam, o que sempre fazem, conspirar contra a democracia e a soberania do país, em favor de outro.
O governo ao qual você pertence, foi o que organizou com dinheiro da arrecadação de impostos uma manifestação financiada para ter 10 milhões de pessoas na capital federal e acabou num fracasso.
Que bom Mourão, se você explicasse onde ficaram os mais de nove milhões e meio que devem ter recebido as diárias para hospedagem e não compareceram.
Para seu desgoverno; Brasília tem 279 estabelecimentos para hospedagem, sendo que 182 são hotéis com diárias bem salgadas e todos estavam lotados pelos manifestantes de aluguel.
Na noite anterior, que tentaram transformar numa inversão da "Noite de São Bartolomeu" e no Dia da Independência, que era para tomar de assalto os demais poderes da República, a imensa maioria da nação falou e condenou a insanidade presidencial.
Somente uma pessoa se recolheu ao silêncio dos culpados. Justo você que sabe que seu silêncio tem tudo a ver com o fortalecimento das milícias e do crime organizado que tocou o terror em Araçatuba.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

No festival de besteiras que assolou o país na semana que antecedeu as comemorações do Dia da Independência, uma das que apareceu como forma de marcar posição de quem odeia o povo, foi a frase atribuída ao vice-presidente da República Hamilton Mourão: "Lula é coisa do passado".
Muito bem: se Lula é coisa do passado, o certo é revelar o que é presente como, por exemplo: O filho de Mourão, funcionário de carreira do Banco do Brasil, teve o salário triplicado assim que o pai tomou posse como vice-presidente da República.
Coisa do presente para o general reformado do exército, Hamilton Mourão, deve ser ver na folha de pagamentos do Ministério da Defesa mais de uma centena de milhares de filhas de militares "solteiras", que ganham R$ 9,7 bilhões em pensões anuais, muitas com uniões estáveis, empresárias com altos rendimentos em diversas funções.
Na sua conta no Twitter, o vice-presidente mandou a seguinte aberração: "Há 56 anos, as FA intervieram na política nacional para enfrentar a desordem, subversão e corrupção que abalavam as instituições e assustavam a população. Com a eleição do general Castelo Branco, iniciaram-se as reformas que desenvolveram o Brasil".
No passado Mourão, estão reformas de base que o presidente João Goulart queria implantar e que generais como Castelo Branco e Golberí do Couto e Silva, a mando de embaixador americano, Lincoln Gordon, impediram.
No passado também estão os levantes militares contra o aumento de 100% do salário mínimo proposto pelo ministro do trabalho João Goulart e sancionado pelo presidente Getúlio Vargas e seu exército, a mando do baronato paulista tentou, impedir, como também tentou impedir a candidatura de Juscelino Kubitschek à presidência da República, sua eleição e posse, que só foram garantidas pela ação nacionalista e legalista do general Teixeira Lott, que gente como você e Jair Bolsonaro abominam para exaltar um facínora torturador como o coronel Brilhante Ustra.
Acredito que o seu retrocesso seja proveniente de não escutar Belchior dizer que só gente como você é que ama o passado e que não vê que o novo sempre vem e vai ouvir um decrépito como Sergio Reis dizer que seu coração é de papel que serve para limpar a bunda do menino da porteira.
Gente como você, Hamilton, devia olhar o futuro para aceitar que 84% da população brasileira defendem a democracia e apenas 6% de descerebrados querem a ditadura ou; o ovo da serpente que botou você no mundo, e que gorou!
 A ditadura militar, implantada com o golpe de estado em 1964, quando você tinha 11 anos, e que durou até 1985, quando você já era militar, com 32 anos, lhe ensinou, em plena democracia, nos cursos da academia militar o mesmo que o idiotismo botou no vazio cerebral da manifestante bolsominiom que diante da repressão policial, vomitou: "Polícia militar comunista libanesa".
Vocês generais que se apoderaram do rico patrimônio de soberania de uma nação para engordarem seus salários e dos seus familiares e de quebra baterem continência para a bandeira dos Estados Unidos da América, não podem falar nem do presente e nem do futuro; quem pode, deve e falou, é o presidente que tinha 87% de aprovação e não deu golpe, Luiz Inácio Lula da Silva, que na véspera do 7 de setembro falou de esperança.
Falou do que plantou em seus dois governos, onde não se ouvia falar em generais, pois não tinham protagonismo mas, faziam, o que sempre fazem, conspirar contra a democracia e a soberania do país, em favor de outro.
O governo ao qual você pertence, foi o que organizou com dinheiro da arrecadação de impostos uma manifestação financiada para ter 10 milhões de pessoas na capital federal e acabou num fracasso.
Que bom Mourão, se você explicasse onde ficaram os mais de nove milhões e meio que devem ter recebido as diárias para hospedagem e não compareceram.
Para seu desgoverno; Brasília tem 279 estabelecimentos para hospedagem, sendo que 182 são hotéis com diárias bem salgadas e todos estavam lotados pelos manifestantes de aluguel.
Na noite anterior, que tentaram transformar numa inversão da "Noite de São Bartolomeu" e no Dia da Independência, que era para tomar de assalto os demais poderes da República, a imensa maioria da nação falou e condenou a insanidade presidencial.
Somente uma pessoa se recolheu ao silêncio dos culpados. Justo você que sabe que seu silêncio tem tudo a ver com o fortalecimento das milícias e do crime organizado que tocou o terror em Araçatuba.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 

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