Terça, 16 De Agosto De 2022
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O BRASIL DA MÍDIA QUE JOGA DUPLO


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Publicado em 01 de julho de 2021
Por Jornal Do Dia


 

* Rômulo Rodrigues
É muito importante, no atual momento da conjuntura política, observar o papel de jogo duplo encenado por grande parte dos órgãos de imprensa, que enquanto noticiam o enorme escândalo de corrupção no governo Bolsonaro nas negociatas com algumas vacinas, legitimam o o desmonte do sistema elétrico para favorecer a privatização da Eletrobrás e entregar ao capital multinacional mais uma parte da soberania do País.
A voracidade na velocidade do genocídio está se caracterizando como uma marca registrada do governo de militares, aparentemente comandado por Jair Messias Bolsonaro, mas na verdade, refletindo o ódio que eles nutrem da população civil, fato que decorre de uma quase inutilidade de um contingente chamado de forças armadas que pouco enfrentou guerra com outros Países e, por isso, elegeu o próprio povo como inimigo interno para dar vazão às suas frustações, por carregarem tantas medalhas inúteis nos peitos e não conseguirem provar suas bravuras.
Engana-se quem acreditar que o único responsável por tamanha tragédia seja o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.
Para ter uma leitura real do panorama de desespero e calamidade pública, é só constatar que um mandatário maior que não tem e não teve uma única agenda de trabalho em quase três anos e meio de exercício do mandato; tem apenas como função causar uma ou mais crises por dia por estupidez, descaso, sarcasmo e agressões a quem quiser saber alguma coisa de positivo do seu governo.
A pergunta que não quer calar é; se ele que foi eleito para governar, não governa; quem o faz? A resposta curta e grossa é; são eles.
Entre eles, em primeiro lugar vem o mercado; porque o golpe contra Dilma foi dado para atender ordens dele que não aceitava o protagonismo do País na economia, no fortalecimento das empresas brasileiras competindo e vencendo gigantes do mundo e praticava o que o capitalismo odeia; ascensão socialda classe trabalhadora pelo mecanismo da distribuição de renda, com emprego pleno e crescimento real do PIB Per-capita.
Para o mercado, na economia instalada pós-golpe, o que importa é ter um ministro da economia tipo Paulo Guedes que nunca se destacou como economista, não tem trabalho publicado, pertence a uma geração ultrapassada chamada de Chicago Boys, é suspeito de atos condenáveis em administrações de fundos de pensão e está à inteira disposição para destruir empresas, achatar salários, destruir direitos dos trabalhadores e acatar todas as ordens.
Já na estratégia da logística de dominação do Estado brasileiro, desponta o Partido Militar, cuja cúpula serviu com fidelidade ao golpe de 2016, transformou suas unidades e dos estamentos estaduais em diretórios partidários e comitês de Jair Bolsonaro nas eleições de 2018, chantageou o STF para negar a liberdade do ex-presidente Lula e, na pandemia, gastou milhões de reais para fabricar Cloroquina, mesmo sabendo da sua ineficácia contra o Covid-19.
Aparelhou o Estado com milhares de membros dos seus contingentes, mesmo deixando à mostra que são imensamente incompetentes, mas que conseguiram duplicar seus soldos, base da política dos comandantes para pregarem a doutrina que necessitam paraidentificar um inimigo interno; e ele é o povo.
A ultrapassagem do número alarmante de 520 mil óbitos, impõe que a sociedade civil organizada exija com veemência que sejam acusados por genocídio, em tribunais internacionais, vão a julgamentos, sejam condenados e cumpram prisões que forem determinadas.
A sociedade não pode se intimidar frente a nenhum deles, de qualquer corporação, diante de informações de infectologistas renomados que identificam que de 75% a 80% das mortes poderiam ter sido evitadas; o que demonstra que foram propositais.
Mais escandaloso ainda é ler na imprensa internacional que o projeto dos genocidas é atingir o estratosférico número de um milhão e quatrocentos mil óbitos, num compromisso assumido para fazer um seletivo despovoamento para beneficiar exploração de minérios e madeiras.
Mesmo diante de tamanha dureza no enfrentamento, o povo brasileiro avança na retomada da consciência de que é preciso lutar pela civilidade, dignidade e soberania do País.
Na contramão do que realmente serve para o Brasil e na contradição de seu interesse ideológico, a mídia patronal, à frente o Sistema Globo, já planeja Bolsonaro e sua gangue fora do poder e até já prepara o Mourão, mas, ao mesmo tempo, defende com mentiras e distorções, mais um crime contra a soberania do País que é a privatização do Sistema Eletrobrás taxando, cinicamente, qualquer proposta fora dos interesses dos gananciosos como Jabuti, ou penduricalhos contra o desenvolvimento da economia.
Canalhas, canalhas, canalhas; vão encher as burras de dinheiro e tornar o País cada vez mais submisso.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

É muito importante, no atual momento da conjuntura política, observar o papel de jogo duplo encenado por grande parte dos órgãos de imprensa, que enquanto noticiam o enorme escândalo de corrupção no governo Bolsonaro nas negociatas com algumas vacinas, legitimam o o desmonte do sistema elétrico para favorecer a privatização da Eletrobrás e entregar ao capital multinacional mais uma parte da soberania do País.
A voracidade na velocidade do genocídio está se caracterizando como uma marca registrada do governo de militares, aparentemente comandado por Jair Messias Bolsonaro, mas na verdade, refletindo o ódio que eles nutrem da população civil, fato que decorre de uma quase inutilidade de um contingente chamado de forças armadas que pouco enfrentou guerra com outros Países e, por isso, elegeu o próprio povo como inimigo interno para dar vazão às suas frustações, por carregarem tantas medalhas inúteis nos peitos e não conseguirem provar suas bravuras.
Engana-se quem acreditar que o único responsável por tamanha tragédia seja o presidente da República, Jair Messias Bolsonaro.
Para ter uma leitura real do panorama de desespero e calamidade pública, é só constatar que um mandatário maior que não tem e não teve uma única agenda de trabalho em quase três anos e meio de exercício do mandato; tem apenas como função causar uma ou mais crises por dia por estupidez, descaso, sarcasmo e agressões a quem quiser saber alguma coisa de positivo do seu governo.
A pergunta que não quer calar é; se ele que foi eleito para governar, não governa; quem o faz? A resposta curta e grossa é; são eles.
Entre eles, em primeiro lugar vem o mercado; porque o golpe contra Dilma foi dado para atender ordens dele que não aceitava o protagonismo do País na economia, no fortalecimento das empresas brasileiras competindo e vencendo gigantes do mundo e praticava o que o capitalismo odeia; ascensão socialda classe trabalhadora pelo mecanismo da distribuição de renda, com emprego pleno e crescimento real do PIB Per-capita.
Para o mercado, na economia instalada pós-golpe, o que importa é ter um ministro da economia tipo Paulo Guedes que nunca se destacou como economista, não tem trabalho publicado, pertence a uma geração ultrapassada chamada de Chicago Boys, é suspeito de atos condenáveis em administrações de fundos de pensão e está à inteira disposição para destruir empresas, achatar salários, destruir direitos dos trabalhadores e acatar todas as ordens.
Já na estratégia da logística de dominação do Estado brasileiro, desponta o Partido Militar, cuja cúpula serviu com fidelidade ao golpe de 2016, transformou suas unidades e dos estamentos estaduais em diretórios partidários e comitês de Jair Bolsonaro nas eleições de 2018, chantageou o STF para negar a liberdade do ex-presidente Lula e, na pandemia, gastou milhões de reais para fabricar Cloroquina, mesmo sabendo da sua ineficácia contra o Covid-19.
Aparelhou o Estado com milhares de membros dos seus contingentes, mesmo deixando à mostra que são imensamente incompetentes, mas que conseguiram duplicar seus soldos, base da política dos comandantes para pregarem a doutrina que necessitam paraidentificar um inimigo interno; e ele é o povo.
A ultrapassagem do número alarmante de 520 mil óbitos, impõe que a sociedade civil organizada exija com veemência que sejam acusados por genocídio, em tribunais internacionais, vão a julgamentos, sejam condenados e cumpram prisões que forem determinadas.
A sociedade não pode se intimidar frente a nenhum deles, de qualquer corporação, diante de informações de infectologistas renomados que identificam que de 75% a 80% das mortes poderiam ter sido evitadas; o que demonstra que foram propositais.
Mais escandaloso ainda é ler na imprensa internacional que o projeto dos genocidas é atingir o estratosférico número de um milhão e quatrocentos mil óbitos, num compromisso assumido para fazer um seletivo despovoamento para beneficiar exploração de minérios e madeiras.
Mesmo diante de tamanha dureza no enfrentamento, o povo brasileiro avança na retomada da consciência de que é preciso lutar pela civilidade, dignidade e soberania do País.
Na contramão do que realmente serve para o Brasil e na contradição de seu interesse ideológico, a mídia patronal, à frente o Sistema Globo, já planeja Bolsonaro e sua gangue fora do poder e até já prepara o Mourão, mas, ao mesmo tempo, defende com mentiras e distorções, mais um crime contra a soberania do País que é a privatização do Sistema Eletrobrás taxando, cinicamente, qualquer proposta fora dos interesses dos gananciosos como Jabuti, ou penduricalhos contra o desenvolvimento da economia.
Canalhas, canalhas, canalhas; vão encher as burras de dinheiro e tornar o País cada vez mais submisso.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 

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