Terça, 16 De Agosto De 2022
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UM PAÍS EM EBULIÇÃO


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Publicado em 29 de julho de 2021
Por Jornal Do Dia


 

* Rômulo Rodrigues
É muito provável e, só os estudiosos da história da República brasileira, poderão decifrar em detalhes, esse que poderá ser o mais complicado processo de disputa e aliança entre os partidos militar, justicialista e midiático, pelo controle total do espólio do País; tudo dentro do que reza a cartilha do consenso de Washington, que tem o maior País da América do Sul como polo estratégico para dominar o continente e fazer frente às sucessivas e crescentes perdas de influencia para a China.
A ofensiva articulada a partir das manifestações de ruas do ano de 2013 conseguiu um forte aliado que nunca havia conseguido em todas as escaramuças, quarteladas e golpes que vêm se sucedendo desde o fim da segunda guerra mundial; o braço judicial encrustado na operação lava jato, que reinou absoluta durante seis anos e começou a ser desmontada depois que cumpriu o objetivo de possibilitar a ascensão do partido militar ao centro do poder político.
Tendo por trás um exuberante suporte midiático, particularmente impulsionado pelo Sistema Globo de Comunicação, o que viria a ser descoberto como uma organização criminosa ou, quadrilha de Curitiba, herdou toda a formatação de disseminação do ódio contra o Partido dos Trabalhadores, germinada na AP-470 e na emblemática figura do capitão do mato Joaquim Barbosa.
Durou um tempo inaceitável, ao preço de580 dias de prisão do candidato favorito para ganhar as eleições presidenciais de 2018 e, por consequência, a abertura dos caminhos para que a escória do partido militar tomasse o comando da República para destruir a economia, jogar mais de 15 milhões de pessoas ao desemprego e matar mais de 550 mil brasileiras e brasileiros, pela perspectiva de roubarem bilhões de reais em propinas nos sobre preços das vacinas e engordarem os contra cheques dos generais mais gulosos que abocanham mais de 100 mil reais nos salários em um único mês.
Arrisco dizer que durou porque a ebulição vista nos recentes atos de massas nas ruas de todo o País, está dizendo que basta de tanta corrupção e desmandos, agora, de verdade e não mais como narrativa para dar um golpe e causar um retrocesso de, pelo menos, duas décadas.
O despertar de uma nação em busca do seu destino quase perdido, se dará antes do processo eleitoral, sempre passível de manipulações, e fica mais visível quando os atos de traição à pátria ficam claros e os traidores têm nomes e sobrenomes, cargos de relevos e já foram identificados e estão na defensiva.
O exemplo marcante mais recente é a descoberta de que a agonizante força tarefa da lava jato, já identificada como quadrilha de Curitiba, no auge do seu devaneio como instituição lesa-pátria, quis criar um sistema de espionagem cibernética, através do programa espião Pegassus, do grupo israelense NOS Group.
Pensando bem, como o governo da presidenta Dilma foi espionado, junto com a Petrobrás, tudo indica que por interesse do Departamento de Estado dos Estados Unidos da América, de olho nos segredos do pré-sal e o Estado de Israel é aliado dos EUA, a embaixadora americana Eliana Ayalde chegou ao Brasil, em 2013, organizou as manifestações de junho daquele ano, fez o congresso nacional aprovar a PEC-37, encostou no juiz Sergio Moro e plantou as mudas de árvores que fizeram brotar o golpe de 2016, ela que já vinha, com sucesso, das missões idênticas em outros países das Américas do Sul e Latina.
O que parece e aparece na mídia alternativa, a bancada do PT no senado continua tratando casos assim sem a devida relevância, sendo mais direto, o que está sendo noticiado não é caso de jogo sujo ou de trapaça, é a prova contundente de que uma potência que se julga a dona absoluta de uma grande parte do Planeta Terra, espionou – com a participação de traidores da pátria – um País chamado Brasil, que construiu um bloco econômico chamado BRICS e ameaçava a hegemonia dessa potência que só tem duas táticas para exercer sua dominação; 1) invadir Países disparando bombas, como fez com o Iraque e a Líbia e; 2) comprar militares, integrantes do poder judiciário e a mídia e dar golpe com a ajuda de políticos corruptos, como fez no Brasil em 2016.
A bancada do Partido dos Trabalhadores no senado tem que abrir mais os olhos e ver que; há uma ebulição com a volta do povo às ruas, em plena pandemia, assim como o posicionamento das forças reacionárias entreguistas, como a Firjan, homenageando generais golpistas pró EUA mas há também alerta de reconhecimento de setores conservadores da imprensa patronal como a jornalista Eliane Catanhede que dá um chamamento, tipo puxão de orelha, nos militares golpistas, ao escrever que Lula foi um dos melhores presidentes da história para os militares e que na sua época não se ouvia falar em coronéis, tenentes-coronéis metidos na saúde e em confusões, dando a dica de que é possível enfrentar os gorilas, também, pelo lado moral.
* Rômulo Rodrigues é militante político

* Rômulo Rodrigues

É muito provável e, só os estudiosos da história da República brasileira, poderão decifrar em detalhes, esse que poderá ser o mais complicado processo de disputa e aliança entre os partidos militar, justicialista e midiático, pelo controle total do espólio do País; tudo dentro do que reza a cartilha do consenso de Washington, que tem o maior País da América do Sul como polo estratégico para dominar o continente e fazer frente às sucessivas e crescentes perdas de influencia para a China.
A ofensiva articulada a partir das manifestações de ruas do ano de 2013 conseguiu um forte aliado que nunca havia conseguido em todas as escaramuças, quarteladas e golpes que vêm se sucedendo desde o fim da segunda guerra mundial; o braço judicial encrustado na operação lava jato, que reinou absoluta durante seis anos e começou a ser desmontada depois que cumpriu o objetivo de possibilitar a ascensão do partido militar ao centro do poder político.
Tendo por trás um exuberante suporte midiático, particularmente impulsionado pelo Sistema Globo de Comunicação, o que viria a ser descoberto como uma organização criminosa ou, quadrilha de Curitiba, herdou toda a formatação de disseminação do ódio contra o Partido dos Trabalhadores, germinada na AP-470 e na emblemática figura do capitão do mato Joaquim Barbosa.
Durou um tempo inaceitável, ao preço de580 dias de prisão do candidato favorito para ganhar as eleições presidenciais de 2018 e, por consequência, a abertura dos caminhos para que a escória do partido militar tomasse o comando da República para destruir a economia, jogar mais de 15 milhões de pessoas ao desemprego e matar mais de 550 mil brasileiras e brasileiros, pela perspectiva de roubarem bilhões de reais em propinas nos sobre preços das vacinas e engordarem os contra cheques dos generais mais gulosos que abocanham mais de 100 mil reais nos salários em um único mês.
Arrisco dizer que durou porque a ebulição vista nos recentes atos de massas nas ruas de todo o País, está dizendo que basta de tanta corrupção e desmandos, agora, de verdade e não mais como narrativa para dar um golpe e causar um retrocesso de, pelo menos, duas décadas.
O despertar de uma nação em busca do seu destino quase perdido, se dará antes do processo eleitoral, sempre passível de manipulações, e fica mais visível quando os atos de traição à pátria ficam claros e os traidores têm nomes e sobrenomes, cargos de relevos e já foram identificados e estão na defensiva.
O exemplo marcante mais recente é a descoberta de que a agonizante força tarefa da lava jato, já identificada como quadrilha de Curitiba, no auge do seu devaneio como instituição lesa-pátria, quis criar um sistema de espionagem cibernética, através do programa espião Pegassus, do grupo israelense NOS Group.
Pensando bem, como o governo da presidenta Dilma foi espionado, junto com a Petrobrás, tudo indica que por interesse do Departamento de Estado dos Estados Unidos da América, de olho nos segredos do pré-sal e o Estado de Israel é aliado dos EUA, a embaixadora americana Eliana Ayalde chegou ao Brasil, em 2013, organizou as manifestações de junho daquele ano, fez o congresso nacional aprovar a PEC-37, encostou no juiz Sergio Moro e plantou as mudas de árvores que fizeram brotar o golpe de 2016, ela que já vinha, com sucesso, das missões idênticas em outros países das Américas do Sul e Latina.
O que parece e aparece na mídia alternativa, a bancada do PT no senado continua tratando casos assim sem a devida relevância, sendo mais direto, o que está sendo noticiado não é caso de jogo sujo ou de trapaça, é a prova contundente de que uma potência que se julga a dona absoluta de uma grande parte do Planeta Terra, espionou – com a participação de traidores da pátria – um País chamado Brasil, que construiu um bloco econômico chamado BRICS e ameaçava a hegemonia dessa potência que só tem duas táticas para exercer sua dominação; 1) invadir Países disparando bombas, como fez com o Iraque e a Líbia e; 2) comprar militares, integrantes do poder judiciário e a mídia e dar golpe com a ajuda de políticos corruptos, como fez no Brasil em 2016.
A bancada do Partido dos Trabalhadores no senado tem que abrir mais os olhos e ver que; há uma ebulição com a volta do povo às ruas, em plena pandemia, assim como o posicionamento das forças reacionárias entreguistas, como a Firjan, homenageando generais golpistas pró EUA mas há também alerta de reconhecimento de setores conservadores da imprensa patronal como a jornalista Eliane Catanhede que dá um chamamento, tipo puxão de orelha, nos militares golpistas, ao escrever que Lula foi um dos melhores presidentes da história para os militares e que na sua época não se ouvia falar em coronéis, tenentes-coronéis metidos na saúde e em confusões, dando a dica de que é possível enfrentar os gorilas, também, pelo lado moral.

* Rômulo Rodrigues é militante político

 

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