Terça, 16 De Agosto De 2022
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Prêmio Nobel de 2021


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Publicado em 18 de setembro de 2021
Por Jornal Do Dia


 

Os anúncios do Prêmio Nobel 
deste ano ocorrerão de 4 a 11 
de outubro e sempre são aguardados pela elite científica internacional. Neste breve ensaio abordarei de forma específica o Prêmio Nobel de Economia, destacando a sua história, os laureados e os principais temas e teses que serviram de base para as premiações nesta última década. Registre-se que o Prêmio de 2021 em Ciências Econômicas será anunciado em uma segunda-feira, dia 11 de outubro, sendo o último prêmio anunciado. Registre-se ainda que o valor do prêmio para 2021 será de 10,0 milhões de coroas suecas (SEK) por Prêmio completo.
Resgatando a história do Prêmio Nobel, é importante registrar que em 27 de novembro de 1895, Alfred Nobel assinou seu testamento, dando a maior parte de sua fortuna a uma série de prêmios em Física, Química, Fisiologia ou Medicina, Literatura e Paz – os Prêmios Nobel. Posteriormente, em 1968, o Sveriges Riksbank (Banco central da Suécia) estabeleceu o Prêmio Sveriges Riksbank em Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel. O prêmio é baseado em uma doação recebida pela Fundação Nobel em 1968 do Sveriges Riksbank por ocasião do 300º aniversário do Banco.
O Prêmio em Ciências Econômicas é concedido pela  Real Academia Sueca de Ciências , Estocolmo, Suécia, de acordo com os mesmos princípios dos prêmios Nobel concedidos desde 1901. Entre 1901 e 2020, os Prêmios Nobel e o Prêmio Sveriges Riksbank em Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel foram atribuídos 603 vezes a 962 pessoas e organizações.
Entre 1901 e 2020, o Prêmio Nobel e o prêmio de ciências econômicas foram atribuídos 603 vezes, conforme quadro adiante.
 
Em economia foram laureados até 2020, 86 pessoas. O primeiro prêmio em Ciências Econômicas foi concedido a Ragnar Frisch e Jan Tinbergen em 1969. Assim, 52 Prêmios em Ciências Econômicas foram concedidos todos os anos desde 1969, sendo que 25 Prêmios em Ciências Econômicas foram dados a apenas um Laureado; 20 Prêmios em Ciências Econômicas foram compartilhados por dois laureados e; 7 prêmios em Ciências Econômicas foram divididos entre três laureados.
Até o momento, a laureada mais jovem em Ciências Econômicas é Esther Duflo, que tinha 46 anos quando foi premiada em 2019, já o mais velho laureado em Ciências Econômicas até hoje é Leonid Hurwicz, que tinha 90 anos quando foi premiado em 2007. Elinor Ostrom, foi a primeira mulher laureada em Ciências Econômicas. Elinor Ostrom recebeu o prêmio em 2009 e Esther Duflo se tornou a segunda laureada mulher ao receber o prêmio em 2019.
Registre-se que até o momento não houve nenhum Prêmio póstumo em Ciências Econômicas. A partir de 1974, os estatutos da Fundação Nobel estipulam que um Prêmio não pode ser concedido postumamente, a menos que a morte tenha ocorrido após o anúncio do Prêmio. Antes de 1974, o Prêmio Nobel só havia sido concedido postumamente duas vezes: a Dag Hammarskjöld (Prêmio Nobel da Paz 1961) e Erik Axel Karlfeldt (Prêmio Nobel de Literatura 1931).
Adiante apresentamos as teses que serviram de base para a premiação na última década:
2020 – por melhoria na teoria do leilão e invenções de novos formatos de leilão (Paul R. Milgrom e Robertt B. Wilson).
2019 – abordagem experimental para aliviar a pobreza global (Abhijit Banerjee, Esther Duflo e Michael Kremer).
2018 – integração das mudanças climáticas na análise macroeconômica de longo prazo (William D. Nordhaus) e integração de inovações tecnológicas em análises macroeconômicas de longo prazo (Paul M. Romer).
2017 – contribuições para a economia comportamental (Richard H. Thaler).
2016 – contribuições para a teoria do contrato ( Oliver Hart e Bengt Holmstrom).
2015 – análise de consumo, pobreza e bem-estar (Angus Deaton).
2014 – análise do poder de mercado e regulamentação (Jean Tirole).
2013 – análise empírica dos preços dos ativos (Eugene F. Fama, Lars Peter Hansen e Robert J. Shiller).
2012 – teoria de alocações estáveis e a prática do design de mercado (Alvin E. Roth e Lloyd S. Shapley).
2011 –  pesquisas empíricas sobre causa e efeito na macroeconomia (Thomas J. Sargent e Christopher A. Sims).
Esta é uma breve demonstração da importância do Prêmio Nobel de Economia que sempre instiga que novas teorias sejam elaboradas para o benefício social econômico da humanidade, aguardemos a premiação de 2021.

Os anúncios do Prêmio Nobel  deste ano ocorrerão de 4 a 11  de outubro e sempre são aguardados pela elite científica internacional. Neste breve ensaio abordarei de forma específica o Prêmio Nobel de Economia, destacando a sua história, os laureados e os principais temas e teses que serviram de base para as premiações nesta última década. Registre-se que o Prêmio de 2021 em Ciências Econômicas será anunciado em uma segunda-feira, dia 11 de outubro, sendo o último prêmio anunciado. Registre-se ainda que o valor do prêmio para 2021 será de 10,0 milhões de coroas suecas (SEK) por Prêmio completo.
Resgatando a história do Prêmio Nobel, é importante registrar que em 27 de novembro de 1895, Alfred Nobel assinou seu testamento, dando a maior parte de sua fortuna a uma série de prêmios em Física, Química, Fisiologia ou Medicina, Literatura e Paz – os Prêmios Nobel. Posteriormente, em 1968, o Sveriges Riksbank (Banco central da Suécia) estabeleceu o Prêmio Sveriges Riksbank em Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel. O prêmio é baseado em uma doação recebida pela Fundação Nobel em 1968 do Sveriges Riksbank por ocasião do 300º aniversário do Banco.
O Prêmio em Ciências Econômicas é concedido pela  Real Academia Sueca de Ciências , Estocolmo, Suécia, de acordo com os mesmos princípios dos prêmios Nobel concedidos desde 1901. Entre 1901 e 2020, os Prêmios Nobel e o Prêmio Sveriges Riksbank em Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel foram atribuídos 603 vezes a 962 pessoas e organizações.
Entre 1901 e 2020, o Prêmio Nobel e o prêmio de ciências econômicas foram atribuídos 603 vezes, conforme quadro adiante.
 Em economia foram laureados até 2020, 86 pessoas. O primeiro prêmio em Ciências Econômicas foi concedido a Ragnar Frisch e Jan Tinbergen em 1969. Assim, 52 Prêmios em Ciências Econômicas foram concedidos todos os anos desde 1969, sendo que 25 Prêmios em Ciências Econômicas foram dados a apenas um Laureado; 20 Prêmios em Ciências Econômicas foram compartilhados por dois laureados e; 7 prêmios em Ciências Econômicas foram divididos entre três laureados.
Até o momento, a laureada mais jovem em Ciências Econômicas é Esther Duflo, que tinha 46 anos quando foi premiada em 2019, já o mais velho laureado em Ciências Econômicas até hoje é Leonid Hurwicz, que tinha 90 anos quando foi premiado em 2007. Elinor Ostrom, foi a primeira mulher laureada em Ciências Econômicas. Elinor Ostrom recebeu o prêmio em 2009 e Esther Duflo se tornou a segunda laureada mulher ao receber o prêmio em 2019.
Registre-se que até o momento não houve nenhum Prêmio póstumo em Ciências Econômicas. A partir de 1974, os estatutos da Fundação Nobel estipulam que um Prêmio não pode ser concedido postumamente, a menos que a morte tenha ocorrido após o anúncio do Prêmio. Antes de 1974, o Prêmio Nobel só havia sido concedido postumamente duas vezes: a Dag Hammarskjöld (Prêmio Nobel da Paz 1961) e Erik Axel Karlfeldt (Prêmio Nobel de Literatura 1931).

Adiante apresentamos as teses que serviram de base para a premiação na última década:
2020 – por melhoria na teoria do leilão e invenções de novos formatos de leilão (Paul R. Milgrom e Robertt B. Wilson).
2019 – abordagem experimental para aliviar a pobreza global (Abhijit Banerjee, Esther Duflo e Michael Kremer).
2018 – integração das mudanças climáticas na análise macroeconômica de longo prazo (William D. Nordhaus) e integração de inovações tecnológicas em análises macroeconômicas de longo prazo (Paul M. Romer).
2017 – contribuições para a economia comportamental (Richard H. Thaler).
2016 – contribuições para a teoria do contrato ( Oliver Hart e Bengt Holmstrom).
2015 – análise de consumo, pobreza e bem-estar (Angus Deaton).
2014 – análise do poder de mercado e regulamentação (Jean Tirole).
2013 – análise empírica dos preços dos ativos (Eugene F. Fama, Lars Peter Hansen e Robert J. Shiller).
2012 – teoria de alocações estáveis e a prática do design de mercado (Alvin E. Roth e Lloyd S. Shapley).
2011 –  pesquisas empíricas sobre causa e efeito na macroeconomia (Thomas J. Sargent e Christopher A. Sims).
Esta é uma breve demonstração da importância do Prêmio Nobel de Economia que sempre instiga que novas teorias sejam elaboradas para o benefício social econômico da humanidade, aguardemos a premiação de 2021.

 

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