Com a aproximação do início do verão e aumento significativo no fluxo de banhistas e surfistas no litoral sergipano, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), por meio do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBM/SE), tem intensificado o monitoramento em toda a costa do estado a fim de conscientizar a população a evitar adentrar de forma extensa no mar, e, dessa forma, minimizar os riscos de afogamento. Essas ações educacionais realizadas sobretudo por profissionais do Grupamento Marítimo (Gmar/CBM), estão direcionadas ainda a turistas que desembarcam em Aracaju com o propósito de explorar as riquezas naturais do Estado. Somente este ano 48 pessoas morreram afogadas em Sergipe.
Os índices alarmantes registrados pelo Instituto Médico Legal (IML) seguem indicando que este tipo de ocorrência fatal ocorre em rios, lagoas e praias onde outros óbitos da mesma natureza já foram registrados pelos órgãos de segurança pública. Conforme dados apresentados pela SSP, no ano passado foram registrados 3.918 ocorrências protocoladas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), indicando afogamento. O Instituto Médico Legal registrou mais de 80 óbitos por afogamento no mesmo período. De acordo com o comandante do GMar, coronel Hector Monteiro, não existe locais mais, ou menos, perigosos. Caso não hajam cuidados, qualquer local pode se tornar cenário de afogamento.
O oficial reconhece que muitos banhistas sabem das cautelas a serem adotadas, porém preferem se arriscar. "Todas as praias, desde Mosqueiro até Coroa do Meio, estão perigosas. Existem aquelas piscinas naturais, mas o banhistas costumam passar delas para o encontro das ondas e corre o risco da correnteza o levar para a parte mais profunda. E é aí que costuma acontecer o afogamento. Para evitar esse tipo de fatalidade o CBM tem intensificado o diálogo com os banhistas e acompanhantes. Em tempo integral possuímos bases de apoio operacional para minimizar os riscos de afogamentos. Pedimos apenas atenção redobrada por parte de todos", declarou. A atenção direcionada nessas ações estão, em especial, nos pais acompanhados de crianças.
Ainda de acordo com o coronel Hector Monteiro, ao estar acompanhando crianças e pré-adolescentes exige dos adultos uma atenção multiplicada desde o ‘simples’ brincar na areia até o acesso na água. "Diz o ditado popular que ‘criança cega’. Então, todo o cuidado é pouco. Sabemos que o calor está cada vez mais forte, o movimento nas praias começa a crescer ainda mais representativamente e é preciso ficar a todo o instante ao lado e de olho em cada movimento. Esse tipo de atitude não evita apenas o fato de um possível afogamento, mas também outros contratempos preocupantes como a perda da criança. O Corpo de Bombeiros está atento ao movimento nas praias, mas pede encarecidamente o apoio de todos", disse. (Milton Alves Júnior)
Com a aproximação do início do verão e aumento significativo no fluxo de banhistas e surfistas no litoral sergipano, a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), por meio do Corpo de Bombeiros Militar de Sergipe (CBM/SE), tem intensificado o monitoramento em toda a costa do estado a fim de conscientizar a população a evitar adentrar de forma extensa no mar, e, dessa forma, minimizar os riscos de afogamento. Essas ações educacionais realizadas sobretudo por profissionais do Grupamento Marítimo (Gmar/CBM), estão direcionadas ainda a turistas que desembarcam em Aracaju com o propósito de explorar as riquezas naturais do Estado. Somente este ano 48 pessoas morreram afogadas em Sergipe.
Os índices alarmantes registrados pelo Instituto Médico Legal (IML) seguem indicando que este tipo de ocorrência fatal ocorre em rios, lagoas e praias onde outros óbitos da mesma natureza já foram registrados pelos órgãos de segurança pública. Conforme dados apresentados pela SSP, no ano passado foram registrados 3.918 ocorrências protocoladas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), indicando afogamento. O Instituto Médico Legal registrou mais de 80 óbitos por afogamento no mesmo período. De acordo com o comandante do GMar, coronel Hector Monteiro, não existe locais mais, ou menos, perigosos. Caso não hajam cuidados, qualquer local pode se tornar cenário de afogamento.
O oficial reconhece que muitos banhistas sabem das cautelas a serem adotadas, porém preferem se arriscar. "Todas as praias, desde Mosqueiro até Coroa do Meio, estão perigosas. Existem aquelas piscinas naturais, mas o banhistas costumam passar delas para o encontro das ondas e corre o risco da correnteza o levar para a parte mais profunda. E é aí que costuma acontecer o afogamento. Para evitar esse tipo de fatalidade o CBM tem intensificado o diálogo com os banhistas e acompanhantes. Em tempo integral possuímos bases de apoio operacional para minimizar os riscos de afogamentos. Pedimos apenas atenção redobrada por parte de todos", declarou. A atenção direcionada nessas ações estão, em especial, nos pais acompanhados de crianças.
Ainda de acordo com o coronel Hector Monteiro, ao estar acompanhando crianças e pré-adolescentes exige dos adultos uma atenção multiplicada desde o ‘simples’ brincar na areia até o acesso na água. "Diz o ditado popular que ‘criança cega’. Então, todo o cuidado é pouco. Sabemos que o calor está cada vez mais forte, o movimento nas praias começa a crescer ainda mais representativamente e é preciso ficar a todo o instante ao lado e de olho em cada movimento. Esse tipo de atitude não evita apenas o fato de um possível afogamento, mas também outros contratempos preocupantes como a perda da criança. O Corpo de Bombeiros está atento ao movimento nas praias, mas pede encarecidamente o apoio de todos", disse. (Milton Alves Júnior)


