Deputados tentam emplacara CPI da Covid na Alese

 

Deputados tentam emplacar
a CPI da Covid na Alese
Os deputados da bancada de oposição ao governador Belivaldo Chagas (PSD) deram entrada ontem, na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), um pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para apurar gastos financeiros e medidas tomadas pelo governo do Estado durante a pandemia da Covid-19. O anúncio foi feito na sessão de ontem pelo deputado Georgeo Passos (Cidadania).
Durante o anúncio, Georgeo afirmou que o requerimento tinha as oito assinaturas de deputados, o mínimo exigido para a instalação da CPI da Covid. Alem dele, assinaram o documento os deputados Dr. Samuel Carvalho e Kitty Lima (do Cidadania); Gilmar Carvalho (PSC), Rodrigo Valadares (PTB), Iran Barbosa (PT), Zezinho Guimarães (MDB) e João Marcelo (PTC).
Mas no início da tarde, uma reviravolta: Zezinho Guimarães anunciou a retirada da assinatura, o que deixa o requerimento com sete assinaturas e provocou o seu arquivamento. Em entrevista ao blog Sintonia Notícias, o emedebista disse que tomou a decisão porque não foi avisado previamente do protocolo do requerimento, o que representaria uma quebra de acordo por parte de Georgeo. "Não coloquei assinatura ‘Ad aeternum’ numa propositura para ser usada em qualquer tempo. Política muda a toda hora, e cada momento reflete uma realidade, então, protocolar sem uma conversa prévia comigo não foi correto e, dessa forma, retirarei sem problema algum, além de concordar com os colegas que pensam diferente", argumentou Guimarães.
De acordo com o requerimento, o objetivo é "investigar ações e omissões do Governo de Sergipe, no combate à pandemia do novo coronavírus, especialmente, acerca da aplicação dos recursos originalmente destinados a esse fim, a compra milionária de respiradores via Consórcio Nordeste, bem como os casos de fura-filas da vacinação contra a Covid-19 no estado".
Georgeo Passos garantiu que a ideia não é fazer com a CPI Covid Sergipe, um ‘Caça às Bruxas’. "Nós temos bastante tranquilidade e serenidade; queremos apurar os fatos e não as pessoas, para que possamos dar uma resposta à sociedade sergipana, a exemplo de como os colegas do Rio Grande do Norte vêm conduzindo a CPI naquele estado. Não foi fácil conseguir o mínimo de assinaturas e agora iniciaremos uma outra etapa seguindo as normas do Regimento Interno", observa.
O governo do estado não se manifestou sobre o pedido de CPI. (com Agência Alese)

Os deputados da bancada de oposição ao governador Belivaldo Chagas (PSD) deram entrada ontem, na Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese), um pedido de instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para apurar gastos financeiros e medidas tomadas pelo governo do Estado durante a pandemia da Covid-19. O anúncio foi feito na sessão de ontem pelo deputado Georgeo Passos (Cidadania).
Durante o anúncio, Georgeo afirmou que o requerimento tinha as oito assinaturas de deputados, o mínimo exigido para a instalação da CPI da Covid. Alem dele, assinaram o documento os deputados Dr. Samuel Carvalho e Kitty Lima (do Cidadania); Gilmar Carvalho (PSC), Rodrigo Valadares (PTB), Iran Barbosa (PT), Zezinho Guimarães (MDB) e João Marcelo (PTC).
Mas no início da tarde, uma reviravolta: Zezinho Guimarães anunciou a retirada da assinatura, o que deixa o requerimento com sete assinaturas e provocou o seu arquivamento. Em entrevista ao blog Sintonia Notícias, o emedebista disse que tomou a decisão porque não foi avisado previamente do protocolo do requerimento, o que representaria uma quebra de acordo por parte de Georgeo. "Não coloquei assinatura ‘Ad aeternum’ numa propositura para ser usada em qualquer tempo. Política muda a toda hora, e cada momento reflete uma realidade, então, protocolar sem uma conversa prévia comigo não foi correto e, dessa forma, retirarei sem problema algum, além de concordar com os colegas que pensam diferente", argumentou Guimarães.
De acordo com o requerimento, o objetivo é "investigar ações e omissões do Governo de Sergipe, no combate à pandemia do novo coronavírus, especialmente, acerca da aplicação dos recursos originalmente destinados a esse fim, a compra milionária de respiradores via Consórcio Nordeste, bem como os casos de fura-filas da vacinação contra a Covid-19 no estado".
Georgeo Passos garantiu que a ideia não é fazer com a CPI Covid Sergipe, um ‘Caça às Bruxas’. "Nós temos bastante tranquilidade e serenidade; queremos apurar os fatos e não as pessoas, para que possamos dar uma resposta à sociedade sergipana, a exemplo de como os colegas do Rio Grande do Norte vêm conduzindo a CPI naquele estado. Não foi fácil conseguir o mínimo de assinaturas e agora iniciaremos uma outra etapa seguindo as normas do Regimento Interno", observa.
O governo do estado não se manifestou sobre o pedido de CPI. (com Agência Alese)

 

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