Quinta, 11 De Agosto De 2022
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Após PF, agora é a Polícia Civil que quer interrogar os seus familiares


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Publicado em 14 de julho de 2022
Por Jornal Do Dia Se


Na última segunda-feira ( 2)5, o JD tentou entrar em contato com a Superintendência Nacional da Polícia Federal para saber quando o inquérito será finalizado e publicado.

Milton Alves Júnior

Desta vez por parte da Polícia Civil, cinco pessoas devem sem novamente ouvidas sobre a abordagem realizada por três agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a qual resultou na morte de Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, no dia 25 de maio deste ano. Entre as pessoas intimadas a prestar esclarecimentos na Delegacia da Polícia Civil de Umbaúba estão um sobrinho e a irmã da vítima, além de outras três pessoas.
Apesar de não detalhar a data e horário, indicativos apresentados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/Sergipe) transparecem que essas ouvidas devem ocorrer nesta e/ou no início da próxima semana. A Polícia Federal também segue apurando o caso de repercussão internacional.
Os peritos federais envolvidos pela Superintendência Nacional da PF, inclusive, já haviam intimado estes mesmos familiares e testemunhas, bem como adquirido o depoimento de cada um. Em nota pública divulgada no dia 21 de junho, a Polícia Federal esclareceu que, diante do objetivo de aguardar a apresentação de laudos periciais requisitados, os quais são indispensáveis para a finalização do procedimento investigatório, estava protocolando junto ao Ministério Público Federal (MPF), um pedido de adiamento do prazo do inquérito instaurado para investigar a morte de Genivaldo de Jesus. A expectativa é que este laudo final seja apresentado até o próximo dia 25. Familiares, amigos e organizações pedem a prisão dos três agentes diretamente envolvidos na ação.
Conforme já apresentado pelo JORNAL DO DIA, o boletim operacional foi assinado por cinco policiais federais, sendo que as imagens capturadas mostram que apenas Kleber Nascimento Freitas, Paulo Rodolpho Lima Nascimento e William de Barros Noia são apontados como os principais responsáveis pela abordagem; os três também já foram ouvidos, e, por decisão judicial – bem como da própria Polícia Federal – seguem afastados por tempo indeterminado de todas as atividades funcionais.

Retrospectiva – De acordo com o boletim técnico apresentado por peritos do Instituto Médico Legal (IML), Genivaldo de Jesus Santos morreu por asfixia e insuficiência respiratória. Desde a noite do dia 25, imagens registradas por moradores de Umbaúba mostram que os agentes usaram spray de pimenta e gás lacrimogêneo dentro de porta-malas de viatura com a vítima dentro.
A vítima chegou a ser encaminhada para o Hospital José Nailson Moura, mas os profissionais da saúde atestaram que o paciente já havia chegado à unidade hospitalar sem apresentar sinais vitais. No dia 1º de junho estes trabalhadores também foram ouvidos pela equipe federal que investiga a conduta protagonizada pelos agentes.

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