Quarta, 29 De Junho De 2022
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PF pede mais 30 dias para concluir inquérito sobre morte de Genivaldo


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Publicado em 22 de junho de 2022
Por Jornal Do Dia Se


O pedido foi feito de acordo com a Lei de Acesso à Informação (LAI), que garante acesso público todas as informações e documentos públicos, guardadas algumas exceções.

Milton Alves Júnior

A Superintendência da Polícia Federal em Sergipe informou na manhã de ontem que solicitou junto ao Ministério Público Federal, a prorrogação por mais 30 dias do prazo que envolve o trabalho de investigação que envolve os três policiais rodoviários federais que participaram ativamente da abordagem que resultou na morte de Genivaldo de Jesus Santos, de 38 anos, no dia 25 de maio, no município sergipano de Umbaúba.
Os três agentes envolvidos na ação foram identificados como: Kleber Nascimento Freitas, Paulo Rodolpho Lima Nascimento e William de Barros Noia. Desde o final do mês passado, os acusados seguem afastados de todas as atividades realizadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF).
Paralelo ao laudo desenvolvido por profissionais do Instituto Médico Legal (IML), o qual indica que Genivaldo de Jesus morreu vítima de asfixia mecânica, a comissão que apura os fatos revelou que é fundamental aguardar a apresentação de laudos periciais requisitados ao Instituto Médico Legal e à Diretoria Técnico-científica da própria Polícia Federal. De acordo com o órgão, ter acesso a esses documentos trata-se de uma medida “indispensável para a finalização da investigação”.
Em depoimento apresentado no início deste mês, os policiais diretamente envolvidos na ação já haviam admitido que usaram spray de pimenta e gás lacrimogêneo dentro da viatura. O uso destes suportes operacionais, bem como a conduta diante da abordagem, foi flagrado por imagens capturadas por populares que presenciaram a ocorrência.
Na semana passada o presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal, Humberto Costa (PT-PE), esteve em Aracaju com a missão de acompanhar mais de perto o trabalho de investigação. Em Umbaúba, a comitiva que acompanhava o presidente da Comissão de Direitos Humanos, participou ainda de audiência com o prefeito do município e o presidente da Câmara Municipal; além da visita aos familiares da vítima e oitiva de testemunhas.

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