Quarta, 17 De Agosto De 2022
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UFS ocupa primeira posição no Nordeste


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Publicado em 28 de julho de 2022
Por Jornal Do Dia Se


Na lista que inclui 59 instituições nacionais, a UFS apareceu ao lado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), na terceira posição.

Oitava em 2020, quinta em 2021, terceira em 2022. A Universidade Federal de Sergipe subiu duas posições no World University Ranking da Times Higher Education, e passou a figurar entre as três melhores universidades do país. Pelo segundo ano consecutivo, a UFS foi também a universidade mais bem ranqueada da região Nordeste no levantamento da revista britânica.
Na lista que inclui 59 instituições nacionais, a UFS apareceu ao lado da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), na terceira posição. A Universidade de São Paulo aparece como primeira entre as nacionais, seguida pela Universidade de Campinas (Unicamp).
“O resultado atual mostra uma consolidação nas áreas de Ensino, Pesquisa e Extensão, com ações que levam a universidade a manter-se numa posição de destaque. Reconhecemos pontos em que precisamos melhorar, mas, sobretudo, temos o reconhecimento da qualidade das nossas produções científicas, medido pelo índice de citações e a qualidade da formação docente”, pontuou o reitor Valter Santana.
Avaliando indicadores de ensino, pesquisa e citações, transferência de conhecimento, e perspectiva internacional, o ranking contou este ano com 1.662 instituições de ensino superior de todo o mundo. O quesito citações foi o de maior destaque na UFS, recebendo 87 pontos numa escala de 0 a 100.
Sobre esse impacto da produção científica, o pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa, Lucindo Quintans, explica que “ainda que não tenhamos um corpo docente tão grande como o de outras universidades, temos na UFS grupos de pesquisa consolidados, que produzem trabalhos de grande qualidade, que são muito citados; e outros em fase de consolidação, ou que talvez não sejam enxergados pelas bases usadas pelo ranking, como no caso das ciências socais e humanas”.

Desafios – O superintendente de Indicadores de Desempenho Institucional (SIDI), Kleber Oliveira, avalia que “esse índice é importante porque coloca a UFS no cenário mundial das universidades. Mostra a nossa qualidade, o esforço dos professores, dos alunos, e o bom uso dos investimentos aqui alocados – apesar dos cortes”.
Para ele, é também uma oportunidade de refletir. “O desafio é mantermos aquilo em que já estamos bem e melhorarmos nas áreas em que o resultado não foi tão bom. Se quisermos continuar crescendo em termos de destaque internacional, precisamos continuar fazendo o que tem sido feito: buscar a melhoria no ensino, na assistência estudantil, desempenho acadêmico, o aumento da taxa de sucesso, e outras ações que já vêm sendo buscadas pelas diversas pró-reitorias”.

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