Dez anos de samba!

 

Dez anos não são dez 
dias. Qualquer músi-
co que já teve banda sabe o quanto é difícil manter um grupo coeso e unido por tanto tempo, em torno de um propósito – no caso delas, de uma causa. As meninas do Samba de Moça Só comemoram uma década do grupo, o primeiro exclusivamente feminino a despontar na cena do samba em Sergipe. 
A formação sofreu alterações ao longo dos anos, mas a essência permanece e a representatividade ganha cada vez mais força. Agregadoras, elas sempre se somam a outras mulheres. Há pouco mais de um ano, encabeçaram o surgimento do Movimento de Mulheres na Roda de Samba em Sergipe. Pois bem, sábado (06) tem celebração. E em razão da pandemia, vai ser em formato de Live, transmitida a partir das 16h30 pelo Youtube do grupo, diretamente do Centro de Criatividade.
A escolha do local tem uma razão de ser. Em 2012, a banda lançou seu primeiro EP com músicas autorais, produzido por Betinho Caixa d’Agua e lançado na Maloca, berço do samba e de grandes personalidades. Em sua festa de uma década, a banda compartilha desse cenário de forte identificação, onde por tantas vezes fez ecoar tambores e repiques, em inúmeras edições do Rasgadinho e tantas outras manifestações tradicionais da capital. 
Para fazer parte da festa, Rayra Mayara, Cláudia Cristine (Cacá), Pétala Tâmisa e Gislene Sousa convidam as ex-integrantes, Camilla Campos, Luana Almeida (Lua), Mayra Félix e Thaty Meneses. "Fazemos questão de caminhar lado a lado com todas as artistas incríveis que contribuíram para que o Grupo chegasse aos 10 anos de existência. Elas são parte dessa construção coletiva", conta Pétala Tâmisa, baixista do Samba de Moça Só.
Apoiado por recursos da Lei Aldir Blanc, através de edital proposto pela Fundação de Cultura e Arte Aperipê – FUNCAP, o show terá, ainda, a participação de Bell Nunes, mulher negra, pioneira no samba, uma das maiores referências do Grupo em Aracaju; além de Carol Schmidt, Danuza Corumba e Taci Perks, que integram a banda, em formação especial. 
"Hoje, o Samba de Moça Só é mais do que uma banda, é um coletivo que colabora com a propagação de oportunidades de trabalho no mercado da música, destacando a mulher e preponderantemente o movimento de mulheres no samba. A gente entende que a união e o acolhimento são os únicos caminhos possíveis. O fortalecimento de cada mulher que faz a cena cultural sergipana acontecer é, com certeza, o fortalecimento de todas", defende Cacá, percussionista, produtora cultural e uma das fundadoras do grupo.
Dentro em breve, o grupo deve lançar o single ‘É Brasil, é Samba!’, que está em fase de gravação, após ser contemplado em um dos editais da Fundação Cultural Cidade de Aracaju – FUNCAJU, também através da Lei Aldir Blanc. 
De acordo com a cavaquinista Rayra Mayara, arranjos e produção musical estão sendo pensados coletivamente, e refletem a maturidade musical do grupo. 
"Estamos muito felizes em concretizar essa produção fonográfica. Passamos um tempo sem gravar, fazer esse lançamento justo no ano em que completamos uma década é, sem dúvida, uma ótima forma de celebração. Estamos preparando uma série de outras ações para festejar esse marco temporal com a força que merece".

Dez anos não são dez  dias. Qualquer músi- co que já teve banda sabe o quanto é difícil manter um grupo coeso e unido por tanto tempo, em torno de um propósito – no caso delas, de uma causa. As meninas do Samba de Moça Só comemoram uma década do grupo, o primeiro exclusivamente feminino a despontar na cena do samba em Sergipe. 
A formação sofreu alterações ao longo dos anos, mas a essência permanece e a representatividade ganha cada vez mais força. Agregadoras, elas sempre se somam a outras mulheres. Há pouco mais de um ano, encabeçaram o surgimento do Movimento de Mulheres na Roda de Samba em Sergipe. Pois bem, sábado (06) tem celebração. E em razão da pandemia, vai ser em formato de Live, transmitida a partir das 16h30 pelo Youtube do grupo, diretamente do Centro de Criatividade.
A escolha do local tem uma razão de ser. Em 2012, a banda lançou seu primeiro EP com músicas autorais, produzido por Betinho Caixa d’Agua e lançado na Maloca, berço do samba e de grandes personalidades. Em sua festa de uma década, a banda compartilha desse cenário de forte identificação, onde por tantas vezes fez ecoar tambores e repiques, em inúmeras edições do Rasgadinho e tantas outras manifestações tradicionais da capital. 
Para fazer parte da festa, Rayra Mayara, Cláudia Cristine (Cacá), Pétala Tâmisa e Gislene Sousa convidam as ex-integrantes, Camilla Campos, Luana Almeida (Lua), Mayra Félix e Thaty Meneses. "Fazemos questão de caminhar lado a lado com todas as artistas incríveis que contribuíram para que o Grupo chegasse aos 10 anos de existência. Elas são parte dessa construção coletiva", conta Pétala Tâmisa, baixista do Samba de Moça Só.
Apoiado por recursos da Lei Aldir Blanc, através de edital proposto pela Fundação de Cultura e Arte Aperipê – FUNCAP, o show terá, ainda, a participação de Bell Nunes, mulher negra, pioneira no samba, uma das maiores referências do Grupo em Aracaju; além de Carol Schmidt, Danuza Corumba e Taci Perks, que integram a banda, em formação especial. 
"Hoje, o Samba de Moça Só é mais do que uma banda, é um coletivo que colabora com a propagação de oportunidades de trabalho no mercado da música, destacando a mulher e preponderantemente o movimento de mulheres no samba. A gente entende que a união e o acolhimento são os únicos caminhos possíveis. O fortalecimento de cada mulher que faz a cena cultural sergipana acontecer é, com certeza, o fortalecimento de todas", defende Cacá, percussionista, produtora cultural e uma das fundadoras do grupo.
Dentro em breve, o grupo deve lançar o single ‘É Brasil, é Samba!’, que está em fase de gravação, após ser contemplado em um dos editais da Fundação Cultural Cidade de Aracaju – FUNCAJU, também através da Lei Aldir Blanc. 
De acordo com a cavaquinista Rayra Mayara, arranjos e produção musical estão sendo pensados coletivamente, e refletem a maturidade musical do grupo. 
"Estamos muito felizes em concretizar essa produção fonográfica. Passamos um tempo sem gravar, fazer esse lançamento justo no ano em que completamos uma década é, sem dúvida, uma ótima forma de celebração. Estamos preparando uma série de outras ações para festejar esse marco temporal com a força que merece".

 

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