Sábado, 20 De Abril De 2024
       
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Dois jovens morrem afogados no Vaza-Barris


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Publicado em 02 de abril de 2024
Por Jornal Do Dia Se


O Instituto Médico Legal (IML) confirmou na manhã desta segunda-feira (01), que dois irmãos – sendo um adolescente de 14 anos e outro jovem de 19 anos -, perderam a vida após se afogarem no rio Vaza-Barris, no município de Itaporanga d’Ajuda, região da Grande Aracaju. De acordo com os peritos, a fatalidade foi inicialmente contatada por profissionais do Corpo de Bombeiros Militar (CBMSE), no início da tarde do domingo, 31 de março. Após desaparecimento, o primeiro corpo foi encontrado por populares horas após o início do trabalho de buscas, enquanto a segunda vítima foi visualizada nas primeiras horas de ontem. Na tentativa de agilizar as buscas, mergulhadores foram acionados pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/SE).
Na edição da última sexta-feira (29), o JORNAL DO DIA destacou a preocupação dos próprios profissionais do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Instituto Médico Legal para o alto índice de sinistros envolvendo afogamento com óbito no estado de Sergipe. Até a noite da última quarta-feira (27), oito pessoas haviam morrido em 2024, enquanto em todo o primeiro trimestre de 2023 foram contabilizadas quatro ocorrências. Preocupados com a possibilidade de ampliar esta estatística negativa, profissionais destas pastas – além da Secretaria de Estado da Saúde (SES) -, orientaram os banhistas e pescadores a multiplicar os cuidados. O trabalho educacional segue acontecendo em todos os 75 municípios sergipanos.
“O Corpo de Bombeiros segue orientando as pessoas a multiplicar os cuidados no momento de entrar em mares, rios, açudes e/ou piscinas. Pela SSP foi enaltecido que os atos preventivos passam por: manter atenção constante nas crianças; crianças devem ser incentivadas a aprenderem a flutuar a partir de um ano e nadar a partir de quatro anos; nunca nadar sozinho; evitar mergulhar em local onde você desconheça a profundidade; preferir sempre nadar em águas rasas; jamais superestimar sua respectiva capacidade de nadar, bem como ter múltiplos cuidados é fundamental – 46,6% dos afogados acham que sabem nadar”, informou.
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