Edvaldo e Eliane realizam abertura da Conferência de Assistência Social de Aracaju

O prefeito Edvaldo Nogueira e a vice-prefeita Eliane Aquino realizaram, na manhã desta quarta-feira (26), a abertura da XI Conferência Municipal de Assistência Social de Aracaju. Com o tema “Garantia de Direitos no Fortalecimento do Sistema Único de Assistência Social (SUAS)”, o evento, que ocorre até amanhã, no Orion Hotel, discutirá, entre outros temas, o Plano Decenal como instrumento de gestão; a proteção social; a gestão democrática e o controle da sociedade, e a legislação como instrumento para uma gestão de compromissos.

Para o prefeito, a participação massiva dos assistentes sociais, usuários e gestores da área na conferência reforçam o seu compromisso com a melhoria de vida do cidadão aracajuano. “Ver em cada pessoa neste auditório o objetivo de contribuir com a melhoria da vida dos aracajuanos reforça minha convicção de que haveremos de vencer. Reforçam também a importância da política de Assistência Social e me faz lembrar que Déda e eu construímos, quando assumimos a prefeitura, a partir de 2001, um dos melhores modelos de Sistema Único de Assistência Social”, destacou.

Ao lamentar o desmonte da pasta nos últimos quatro anos, Edvaldo reafirmou sua disposição em reverter este quadro, reiterando que a presença da vice-prefeita na titularidade da secretaria é a prova de que a Assistência Social é prioridade no governo municipal. “Foram quatro anos de destruição na Prefeitura de Aracaju, de todos os serviços básicos, dos Centros de Referência, da política do SUAS, de sucateamento dos equipamentos e de desrespeito aos servidores, tanto é que não pagaram nem os salários de dezembro, nem o 13º salário. Foram quatro anos de retrocesso que se somam à crise do país, com destruição dos direitos, mas, apesar das dificuldades, estamos superando este momento”, garantiu.

 

Assistência como direito – Neste sentido, o gestor municipal lembrou que assim como foi ele o responsável por ter colocado a Assistência Social como direito na capital e que realizou concurso público para área, o que não ocorria há quase 25 anos, avançará ainda mais na atual administração. “O trabalho que realizamos não é com fisiologismo, nem com assistencialismo. É com foco no direito do cidadão. Mas é preciso paciência e compreensão. Não podemos querer resolver tudo em seis meses. Já profissionalizamos a pasta, despolitizamos. Iremos avançar, resgatar o SUAS.  O primeiro ano é de dificuldades, mas virão os anos da valorização dos servidores, de novos concursos e de melhorias. Ninguém pode pensar na bonança sem resolver a dificuldade”, afirmou.

A vice-prefeita e secretária municipal da Assistência Social, Eliane Aquino, destacou que o principal desafio é reconstruir a política específica da área e suas ações de modo a impedir que sejam novamente desarticuladas no futuro. “Num primeiro momento, a impressão é que estávamos dentro de um turbilhão, com políticas desmontadas, tendo que lidar com o pensamento equivocado deixado pela gestão passada. De modo que nossa primeira medida foi investir na qualificação da equipe, que, tecnicamente, passou a fazer com a prefeitura voltasse a ter um olhar a partir do SUAS. Precisamos ir além do sistema, reconstruir a cidade com força, dignidade e vontade. Este desafio é de quatro anos, pois queremos, ao olhar para trás, ver que deixamos o SUAS consolidado, para que ninguém que chegar tenha a capacidade de destruir. Vamos reconstruir e avançar”, disse.

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