Edvaldo e Téo negam irregularidades em Hospital de Campanha

 

Edvaldo e Téo negam irregularidades em Hospital de Campanha
O prefeito Edvaldo Nogueira comentou nesta sexta-feira a denúncia apresentada à Justiça pelo Ministério Público Federal (MPF) contra quatro servidores da Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) e mais três empresários, todos acusados de fraudes em licitação e desvios de recursos durante a montagem do Hospital de Campanha de Aracaju, no ano passado, durante o auge da pandemia do coronavírus. Em entrevista coletiva após uma solenidade, Edvaldo negou ter havido irregularidades no processo e disse que isso ficou provado em outras ocasiões onde denúncias do tipo vieram à tona. 
"Me estranha que toda vez que chega perto de eleição, essas coisas começam a ser divulgadas, mas tenho certeza, tenho muita clareza, como já afirmei anteriormente, que a Prefeitura age com lisura e vocês vão ver que não há nenhuma irregularidade. Se alguém agiu erradamente, a Justiça vai dizer e as medidas serão adotadas", disse o prefeito, frisando ainda que o Município colaborou desde o início com as investigações do MPF e negando que o HC tenha causado prejuízos ao Município. A denúncia, por sua parte, diz que houve prejuízo e o estima em R$ 777,2 mil. 
A Procuradoria Geral do Município (PGM) também acompanha o caso e já teve acesso ao teor dos processos movidos na Justiça, mas só deve se pronunciar quando essa análise for concluída. 
As investigações do MPF com a Polícia Federal e a Controladoria Geral da União, iniciaram com denúncia anônima sobre conluio na licitação para construção do HCamp. Os levantamentos, feitos inclusive com autorização judicial para quebra de sigilos e busca e apreensão de documentos e equipamentos, demonstraram que a empresa Téo Santana Produções e Eventos foi favorecida no certame. Entre as irregularidades encontradas, estão o superfaturamento na estrutura de refrigeração do ambiente, que estava aquém da capacidade prometida. 
Por meio da assessoria, a Téo Santana Produções disse ficou "perplexa com as acusações lançadas, levando em consideração que em 2020 o Ministério Público Estadual fiscalizou o Hospital de Campanha, constatou que tudo estava funcionando de forma regular e logo pediu o arquivamento do procedimento". A nota diz ainda que o empresário Téo Santana, um dos denunciados, "está confiante que assim como já ocorreu no passado, provará sua inocência, apesar da injusta acusação", e que "até o momento, a empresa não recebeu pelos serviços prestados em sua totalidade".

O prefeito Edvaldo Nogueira comentou nesta sexta-feira a denúncia apresentada à Justiça pelo Ministério Público Federal (MPF) contra quatro servidores da Prefeitura Municipal de Aracaju (PMA) e mais três empresários, todos acusados de fraudes em licitação e desvios de recursos durante a montagem do Hospital de Campanha de Aracaju, no ano passado, durante o auge da pandemia do coronavírus. Em entrevista coletiva após uma solenidade, Edvaldo negou ter havido irregularidades no processo e disse que isso ficou provado em outras ocasiões onde denúncias do tipo vieram à tona. 
"Me estranha que toda vez que chega perto de eleição, essas coisas começam a ser divulgadas, mas tenho certeza, tenho muita clareza, como já afirmei anteriormente, que a Prefeitura age com lisura e vocês vão ver que não há nenhuma irregularidade. Se alguém agiu erradamente, a Justiça vai dizer e as medidas serão adotadas", disse o prefeito, frisando ainda que o Município colaborou desde o início com as investigações do MPF e negando que o HC tenha causado prejuízos ao Município. A denúncia, por sua parte, diz que houve prejuízo e o estima em R$ 777,2 mil. 
A Procuradoria Geral do Município (PGM) também acompanha o caso e já teve acesso ao teor dos processos movidos na Justiça, mas só deve se pronunciar quando essa análise for concluída. 
As investigações do MPF com a Polícia Federal e a Controladoria Geral da União, iniciaram com denúncia anônima sobre conluio na licitação para construção do HCamp. Os levantamentos, feitos inclusive com autorização judicial para quebra de sigilos e busca e apreensão de documentos e equipamentos, demonstraram que a empresa Téo Santana Produções e Eventos foi favorecida no certame. Entre as irregularidades encontradas, estão o superfaturamento na estrutura de refrigeração do ambiente, que estava aquém da capacidade prometida. 
Por meio da assessoria, a Téo Santana Produções disse ficou "perplexa com as acusações lançadas, levando em consideração que em 2020 o Ministério Público Estadual fiscalizou o Hospital de Campanha, constatou que tudo estava funcionando de forma regular e logo pediu o arquivamento do procedimento". A nota diz ainda que o empresário Téo Santana, um dos denunciados, "está confiante que assim como já ocorreu no passado, provará sua inocência, apesar da injusta acusação", e que "até o momento, a empresa não recebeu pelos serviços prestados em sua totalidade".

 

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