Os empresários sergipanos, sensíveis com as dificuldades enfrentadas pela população em encontrar emprego desde que a crise econômica abalou a vida dos empreendedores no estado, resolveram seguir na contramão dos problemas e decidiram se engajar em um plano nacional pelo crescimento das oportunidades de trabalho. O projeto "Empregue + um" chegou a Sergipe e foi alinhado por um grupo de empresários em uma reunião acontecida na manhã de quarta-feira (21), na sede da Fecomércio, firmando um compromisso de elevar as oportunidades de trabalho para os sergipanos. O objetivo é fomentar a economia por meio dos recursos injetados com os novos trabalhadores contratados.
O projeto quer aumentar o número de trabalhadores com carteira assinada no estado, mesmo que isso implique em sacrifício nas contas das empresas, que deverão contratar, mesmo sem condição para isso. O intuito é conseguir em médio prazo a recuperação das receitas aplicadas com a contratação dos novos trabalhadores, por meio dos recursos que serão investidos pelos novos trabalhadores nas atividades econômicas sergipanas. Com o movimento, mais de cinco mil trabalhadores poderão ser recolocados no mercado de trabalho.
Com o apoio da Fecomércio, o "Empregue + um" é uma iniciativa do movimento Brasil 200, com o engajamento de empresários que se unem no momento de crise para o enfrentamento do desemprego. De acordo com o coordenador nacional do Brasil 200, Lúcio Flávio Rocha, o foco é incentivas as empresas dos setores de indústria, comércio, serviços e agricultura a elevarem sua base de empregados, para retroalimentar a economia em todas as atividades.
"De que maneira podemos fazer com que a economia se movimente mais? Empregando mais pessoas, mesmo que isso signifique um investimento que seja difícil de fazer no momento em que estamos começando a nos recuperar de uma crise grave que afetou toda a economia brasileira, principalmente provocando desemprego. É invertendo a situação do desemprego que podemos sair da crise. Vamos incentivar os empresários a empregar, provando que a força empresarial é o que move a economia do país e retomar o desenvolvimento por meio da geração de empregos. É um esforço inicial que será compensado com os recursos sendo reaplicados na economia", disse Lúcio Flávio Rocha.


