Entrevista Fernando Mota

Entrevista Fernando Mota

“O Banese trabalha na busca da excelência na geração de valor para os clientes”

 

Presidente do Banco do Estado de Sergipe (Banese), Fernando Mota exalta o engajamento dos funcionários do banco para obter um desempenho “excepcional”, segundo ele, no exercício de 2016. “A busca da excelência na geração de valor para os clientes é um dos principais fundamentos da visão estratégica do banco, que encerrou o ano de 2016 com cerca de 570 mil clientes ativos, sendo 95% pessoas físicas e 5% pessoas jurídicas”, informa.

Otimista com a economia do país, o presidente Fernando Mota garante que 2017 será um ano produtivo para o Banese. “Estamos bastante confiantes na recuperação econômica do país, tanto que projetamos crescimento de cerca de 8,5% de nossa carteira de crédito total, que inclui o crédito comercial e de desenvolvimento (industrial, imobiliário e rural)”, garante Mota.A seguir, leia a entrevista na íntegra.

 

Jornal do Dia – Presidente, qual a avaliação que o senhor faz do desempenho do Banese em 2016? O índice de crescimento foi o esperado?

Fernando Mota – O resultado no exercício de 2016 foi excepcional. Obtivemos um lucro líquido de R$ 65,5 milhões, superando até mesmo as nossas projeções.

 

JD – O que possibilitou esse desempenho do banco em 2016?

FM – O desempenho positivo do banco foi consequência do engajamento do seu corpo funcional que possibilitou a superação das metas planejadas. Além disso, outros fatores contribuíram fortemente para o resultado alcançado, como o crescimento de 6,3% do volume das operações de crédito, acima do que foi verificado em todo o estado de Sergipe (3,9%), segundo dados do Banco Central. As captações totais cresceram 11,6%, contribuindo para alavancar as aplicações financeiras e as operações de crédito no varejo. O incremento das operações de crédito e a disponibilização de novos serviços contribuíram para o crescimento das receitas, fazendo com que as rendas totais registrassem um crescimento de 19,1%.

 

JD – O Banese acompanha a evolução tecnológica do sistema financeiro brasileiro?

FM – O Banese nos últimos anos foi notícia na imprensa local e nacional em virtude de suas ações para ofertar soluções inovadoras de autoatendimento. Em 2015, foi o primeiro banco do país a disponibilizar terminais recicladores da Rede Saque e Pague para fazer depósito online, sem envelope, 24 horas por dia e em qualquer dia da semana, além de outras transações. Em 2016, o Banese também foi o primeiro banco do país a disponibilizar a captura remota de cheques através do canal Internet Banking Pessoa Jurídica, solução digital que permite às empresas depositarem cheques sem sair do escritório. Agora em 2017, o Banese também foi pioneiro em instalar em sua rede de agências caixas eletrônicos recicladores de cédulas para realização de depósitos online, além de diversas transações inovadoras. O banco pretende instalar mais de 70 desses caixas eletrônicos recicladores de cédulas até o final do ano. Essas ações comprovam o avanço tecnológico do Banese, colocando-o em posição de vanguarda perante a concorrência.

 

 

JD – Quais são os principais serviços prestados pelo Banese ao empresariado sergipano?

FM – Para ajudar as empresas o Banese disponibiliza um amplo portfólio de soluções para o público Pessoa Jurídica, que vai desde operações de crédito a soluções inovadoras de autoatendimento.

 

JD – Qual o perfil dos correntistas do Banese? O banco é mais reservado ao funcionalismo público?

FM – O Banese é um banco bastante diversificado, que além de manter a preferência dos servidores públicos do Estado e dos municípios, possui clientes autônomos, empregados de empresas privadas, profissionais liberais e de outros segmentos.

A busca da excelência na geração de valor para os clientes é um dos principais fundamentos da visão estratégica do banco, que encerrou o ano de 2016 com cerca de 570 mil clientes ativos, sendo 95% pessoas físicas e 5% pessoas jurídicas.

 

JD – Quais são as principais metas do Banese para 2017? O senhor acha que a economia brasileira pode ajudar?

FM – Em 2017, o Banese continuará com o objetivo de inovar em soluções que visem satisfazer a necessidade de sua clientela e garantir a sua liderança de mercado e preferência da sociedade sergipana. Estamos bastante confiantes na recuperação econômica do país, tanto que projetamos crescimento de cerca de 8,5% de nossa carteira de crédito total, que inclui o crédito comercial e de desenvolvimento (industrial, imobiliário e rural).

 

JD – O senhor acredita que o Governo do Estado venha a incluir o Banese no programa de privatização que vem sendo proposto pelo governo federal?

FM – O Banese, conforme os resultados que apresentamos, é uma instituição sólida e rentável, sendo motivo de orgulho para todos os sergipanos. Nosso acionista majoritário, o Governo do Estado, já declarou, por diversas vezes, que não possui nenhuma intenção em privatizar o Banese, e prova disso é que o governador Jackson Barreto tem nos apoiado e contribuído para o fortalecimento e crescimento da nossa empresa.

 

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O presidente do Banese, Fernando Mota

Luis Mendonça

 

 

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O presidente do Banese comemorou os resultados obtidos pelo banco em 2016 durante um grande encontro dos funcionários da instituição no Teatro Tobias Barreto

Filippe Araújo

 

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